Os “Crimes” sangrentos da Diplomacia
Por ocasião do 5º aniversário da “Cimeira dos Açores”, Mário Soares apelidou o acontecimento de “crime“-ideia que ,é provavel, ande na cabeça de BE, PCP e muitos PS.
O que significa, na prática, que se devia deixar perpetuar Saddam no poder, já que a cimeira teve como objectivo derrubar Saddam.
Ainda não encontrei ninguém que consiga explicar porque é que Pinochet, Franco, Salazar, Marcelo deviam ser derrubados e Saddam deixado calmamente nos seus noventa palácios a matar Iraquianos!
Esta defesa exarcebada de Saddam só prova que o “anti-fascismo” é mesmo uma grande mentira, a “defesa” dos Direitos Humanos por aqueles grupos uma fraude, e que a comunicação social contribui para esta intoxicação da opinião pública!
Olhemos para o Tibete: nação com História, língua e tradições próprias, foi invadida pelo exército comunista chinês ( apelidado insultuosamente de “exército popular de libertação“), que matou indiscriminadamente tibetanos e impôs uma administração chinesa: isto foi há mais de cinquenta anos! Quantas vezes Mário Soares e quejandos chamaram a isto crime?E tiveram 50 anos de oportunidades para o fazer!
E quanto ao genocídio racista islâmico no DARFUR, que o insuspeito Guterres (Alto Comissário da ONU para os Refugiados) apelidou “maior catástrofe humanitária actual“? Alguém ouviu aquelas ilustres personalidades chamar “crime”?E Mario Soares não violou já uma meia dúzia de vezes a lei eleitoral Portuguesa, recomendando o voto em determinada personalidade no próprio dia das eleições, perante a comunicação social, o que constitui crime face à lei? E porque é que o Ministério Público não iniciou nenhum processo para fazer cumprir a lei? Parece que há individualidades que gozam de total impunidade para fazer e dizer o que querem, metendo Alberto João Jardim num bolso.