Radio Macau - A música Pop em Portugal

Posted by O Farol on abril 2nd, 2008

Radio Macau - A música Pop em Portugal ag_radiomacau1
Os Rádio Macau estão de regresso com o oitavo disco em 25 anos de carreira. Pensado para os
palcos, «8» (título com diversas leituras simbólicas).
Foi trabalhoso,porque hoje temos outro sentido crítico. Nos primeiros dez anos, sentíamo-nos
obrigados a gravar um disco quase anualmente. E, então, não havia espaço para sermos
rigorosos.
Este disco é mais pop no verdadeiro sentido, por relação ao “Onde o tempo faz a curva”
(2000), que tinha uma componente electrónica maior. Este é um disco mais dirigido, será um
disco mais de dentro para fora.

( Cantiga de Amor )

<a href="http://youtube.com/watch?v=IrqztIFpOmg">http://youtube.com/watch?v=IrqztIFpOmg</a>

( Anzol )

<a href="http://youtube.com/watch?v=1dyjlJie3Sc">http://youtube.com/watch?v=1dyjlJie3Sc</a>

Adriana Calcanhotto

Posted by O Farol on abril 2nd, 2008

Adriana Calcanhotto adriana

A cantora brasileira Adriana Calcanhotto edita esta semana o álbum “Maré”, o segundo de uma
trilogia dedicada ao mar.

Ao escolher as canções que entrariam em “Maré”, a cantora percebeu que se estava a impôr uma

trilogia que nunca tinha planeado e que começou em 1998 com o álbum “Marítimo”.
`Maré´ é uma palavra que tem mais do que uma palavra. É o mar que é”.

Este é também o primeiro álbum de Adriana Calcanhotto em quatro anos, despindo-se do

heterónimo Adriana Partimpim, com o qual gravou um disco para os mais novos em 2004.

( Inverno )
No dia em que fui mais feliz
Eu vi um avião
Se espelhar no seu olhar até sumir

De lá pra cá não sei
Caminho ao longo do canal
Faço longas cartas pra ninguém
E o inverno no Leblon é quase glacial

Há algo que jamais se esclareceu
Onde foi exatamente que larguei
Naquele dia mesmo
O leão que sempre cavalguei

Lá mesmo esqueci que o destino
Sempre me quis só
no deserto sem saudade, sem remorso só
Sem amarras, barco embriagado ao mar

Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu
reuniu-se à terra um instante por nós dois
pouco antes do ocidente se assombrar.

No dia em que fui mais feliz
Eu vi um avião
Se espelhar no seu olhar até sumir

De lá pra cá não sei
Caminho ao longo do canal
Faço longas cartas pra ninguém
E o inverno no Leblon é quase glacial

Há algo que jamais se esclareceu
Onde foi exatamente que larguei
Naquele dia mesmo
O leão que sempre cavalguei

Lá mesmo esqueci que o destino
Sempre me quis só
no deserto sem saudade, sem remorso só
Sem amarras, barco embriagado ao mar

Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu
reuniu-se à terra um instante por nós dois
pouco antes do ocidente se assombrar.

Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu
reuniu-se à terra um instante por nós dois
pouco antes do ocidente se assombrar.

Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu
reuniu-se à terra um instante por nós dois
pouco antes do ocidente se assombrar.

No dia em que fui mais feliz…

<a href="http://youtube.com/watch?v=0LZEeSU_epE">http://youtube.com/watch?v=0LZEeSU_epE</a>

Camané uma Voz no Fado

Posted by O Farol on abril 2nd, 2008

Camané uma Voz no Fado  camane

O fadista Camané apresenta sexta-feira à noite, no Centro Olga Cadaval, em Sintra, o seu
novo álbum, “Sempre de mim”, em que canta inéditos de Alain Oulman e que será lançado a 21
de Abril.
Há seis anos sem gravar um álbum de inéditos, “apesar de nunca ter parado, e ter saído um CD
e um DVD gravados ao vivo, para além da experiência gratificante que foi os ‘Humanos’”, como
disse o fadista à Lusa, Camané regressa com um CD que terá 16 temas.

<a href="http://youtube.com/watch?v=0KTzh2lQHXQ">http://youtube.com/watch?v=0KTzh2lQHXQ</a>


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