


Para fins de posicionamento global, a Esfera armilar, que tornou-se num dos emblemas de D. Manuel I, tem por missão projetar o plano de inclinação do observador na esfera superior, não estando previsto provar quem é quem no centro de todas as esferas já que o tanto o observador como as coordenadas da própria terra encontram-se projetadas na esfera superior.
A esfera armilar da Bandeira foi em 1889 substituida por um disco azul inscrito no losango amarelo. Terá sido feita por um grupo formado por membros da Igreja positivista representado por seu discípulo Raimundo Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil.
Originalmente, a cor verde simbolizava as oliveiras em torno da casa real de Bragança, da qual fazia parte o imperador Pedro I .
Já o amarelo fazia referência à casa imperial dos Habsburgos, à qual pertencia a imperatriz D. Leopoldina.
O losango é um símbolo heráldico ligado ao feminino, reforçando a associação à imperatriz.
Possuindo a constelação do cruzeiro do sul com as estrelas Acrux e Gacrux equilibradas no instante 13 sideral.
A faixa branca é o lugar para a inscrição “Ordem e Progresso”, sempre em verde, que é abreviação do lema de autoria do positivista francês Auguste Comte, O Amor por princípio, e a Ordem por base; o Progresso por fim.
Para alguns estudiosos, essas formas geométricas foram subtraídas de uma mandala, ou seja, a bandeira é uma arqueo-concepção artística da imagem do mundo visto de fora para dentro.
Apesar de ser pouco brilhante e estar próxima ao limite de visualização a olho nu, essa estrela tem uma posição única no céu do hemisfério sul, pois é em torno dela que todas as estrelas visíveis giram.
Polaris Australis está sempre acima da linha do horizonte
e pode ser vista em qualquer dia e em qualquer horário
de quase todos os lugares abaixo da linha do Equador.
