Carro Movido a AR - Simples Ar daquele que respiramos

Posted by O Farol on maio 23rd, 2008

É pequeno, não polui, e não utiliza qualquer derivado do petróleo…

Apresento-vos o AirCar, é um carro que apenas utiliza… imagine… Ar comprimido. O AirCar é produzido pela Tata Motors.

Carro Movido a AR - Simples Ar daquele que respiramos air-car-gadget

O Funcionamento do carro é simples, e é similar ao carro a explosão, o AirCar continua a usar pistons tal como o carro aos carros ditos “normais”.

Inicialmente irá ser apenas produzido 10000 unidades anualmente.

Um abastecimento de 340 Litros de ar comprimido custará 2 dólares que dará para andar 1000km a uma media de 100km/h! O Preço estimado para o carro é cerca de 17800 Dólares americanos.

<a href="http://youtube.com/watch?v=jgwfpIOOb-c">http://youtube.com/watch?v=jgwfpIOOb-c</a>

Ministro Irritado Com Protesto dos Armadores

Posted by O Farol on maio 23rd, 2008

mar

E realmente engracado o Sr. Ministro falar da “rede” de distribuicao de peixe em Portugal, quando foi realmente um governo PS que criou o “lobby” da “Doca Pesca SA”, que OBRIGA os pescadores a venderem todo o pescado em lota, havendo inclusive pesadas multas para quem for apanhado a vender directamente ao consumidor.
Esse mesmo governo, abriu o mercado “por atacado” aos Espanhois. Quer dizer, os nossos pescadores tem que vender, atraves da Doca Pesca, em lota, mas os pescadores Espanhois podem meter o peixe em viaturas e vende-lo, em Portugal, directamente. E um bom exemplo da nossa politica de pescas.
Concordo inteiramente quando ele diz que os armadores deviam modernizar a frota, em vez de pedirem mais subsidios, mas o Sr. Ministro esta a falar so dos grandes armadores, que representam uma parcela pequena da nossa frota, que e constituida na sua maioria por barcos de pesca artesanal costeira, e para esse sector, os fundos comunitarios, destinam-se ao ABATE dos barcos, e nao a melhoramentos. Alem disso, os abastecimentos “sem imposto” a que ele se refere, destinam-se tambem, exclusivamente, aos barcos de grande porte, que sao cada vez menos em Portugal.
Acabe com a “demagogia” do seu discurso, Sr. Ministro, e reveja a politica de pescas que temos no nosso Pais, de uma chance de sobrevivencia aos nossos “homens do mar”, acabe com o autentico monopolio da “Doca Pesca SA”, ficarao todos a ganhar, pescadores e consumidores. Se os agricultores podem vender por grosso ou por retalho, directamente ao consumidor, porque razao os pescadores nao podem fazer o mesmo, sem ter que “pagar” uma taxa a Doca Pesca ? Com a desvantagem de estarem a merce dos “compradores”, que compram baratissimo e vendem carissimo !
Esta e uma boa oportunidade para se rever e reestructurar todo um sector que tem sido esquecido anos a fio !

Comentário de que nos orgulhamos de publicar do Sr. José Cruz no IOL Diário sobre a política do Ministério da Agricultura.

Aqui nos salteadoresdaarca.com vamos dar voz aos comentários válidos e que possam contribuir para melhor entender o Portugal que somos.

 

 

O Chevrolet Volt

Posted by O Farol on maio 23rd, 2008

carro

O Chevrolet Volt, o automóvel eléctrico recarregável com extensor de autonomia da GM, será o primeiro a ser concebido pelo novo estúdio. Trata-se de um veículo eléctrico recarregável capaz de percorrer cerca de 65 km em modo exclusivamente eléctrico, sem consumir combustível, o que será suficiente para assegurar a mobilidade de dois terços dos utilizadores diários de automóveis. Primeiro veículo da família “E-Flex” da GM, o Volt será movido por um motor eléctrico alimentado pelas baterias instaladas a bordo. Por sua vez, estas baterias são carregadas por um pequeno motor de combustão interna que pode funcionar com diferentes fontes de energia, como gasóleo, gasolina ou etanol. Quando o automóvel não estiver a ser utilizado, as baterias podem ser recarregadas com a simples ligação do Volt a uma tomada eléctrica.

 

Sonda Phoenix aterra domingo em Marte

Posted by Melita on maio 23rd, 2008

NASA pediu ajuda à ESA para auxiliar a manobra

Redacção / MM com Carlos Marques (Agência Lusa)

<a href="http://youtube.com/watch?v=SiY-BTHUj2s">http://youtube.com/watch?v=SiY-BTHUj2s</a>

A sonda Phoenix aterra no domingo à noite em Marte, para recolher amostras de gelo e procurar material orgânico, numa manobra arriscada para a qual a NASA pediu pela primeira vez a ajuda da ESA (Agência Espacial Europeia), escreve a Lusa.

A Mars Phoenix lander concluirá assim um périplo de 679 milhões de quilómetros iniciado a 4 de Agosto de 2007, quando foi lançada na Flórida para esta missão de três meses avaliada em 420 milhões de dólares (270 milhões de euros).

Para Rui Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa, «a existirem vestígios de vida em Marte eles só poderão estar no subsolo, devido às condições hostis à vida prevalentes na superfície do planeta».

Na sua perspectiva, «em fases recuadas da vida de Marte poderão ter existido essas condições, quando a inclinação do eixo de Marte, que vai mudando ao longo do tempo, permitiu uma incidência perpendicular do Sol e a existência de água no estado líquido».

E tendo existido vida no passado, «os seus rastos ficaram congelados no subsolo» - afirmou. «Só pesquisando esse gelo se poderá determinar o que sobrou, quer de organismos vivos quer de reacções químicas de oxidação e redução associadas à vida».

A existência de gelo no subsolo das latitudes mais altas do planeta vermelho foi confirmada no início de 2002 pela nave Mars Odyssey, razão pela qual a Phoenix realiza a sua missão precisamente na região do Pólo Norte marciano, nunca antes visitada - recordou.

Próximo passo na exploração do planeta

Mas além de recolher amostras do subsolo gelado marciano, a missão representa o próximo passo da exploração de Marte ao determinar se essa região, que abrange cerca de 25 por cento da superfície do planeta, será habitável por futuras missões tripuladas.

A aterragem está prevista para as 00:38 de 26 de Maio (hora de Lisboa), na região do Pólo Norte de Marte, e a NASA pediu a ajuda da ESA para evitar que se repita o sucedido há nove anos com a Mars Polar Lander, quando se perdeu o contacto com ela e se despenhou no Pólo Sul do planeta vermelho.

A Nasa tem actualmente em órbita em torno de Marte as sondas Mars Reconnaissance Orbiter e Mars Odyssey, enquanto que a Mars Express da ESA está a 300 quilómetros do planeta.

Antigas missões da NASA a Marte:

Novembro, 1964 - Nave Mariner 3, de que se perde contacto após a descolagem. Mariner 4 é lançada três semanas mais tarde e em Julho de 1965 torna-se a primeira nave do mundo a fotografar Marte de perto, fornecendo 21 imagens.

Fevereiro, 1969 - Mariner 6 voa para além de Marte em Julho de 1969 e transmite 75 fotos.

Março, 1969 - Mariner 7 voa além de Marte em Agosto de 1969 e fornece 126 fotos.

Agosto, 1975 - A orbital Viking 1 chega a Marte em Junho de 1976 e opera até 1980, seguida pelo módulo de aterragem Viking 1 no mês seguinte, que dura até 1982.

Setembro, 1975 - A orbital Viking 2 chega a Marte em Agosto de 1976 e opera até 1987 e o módulo Viking 2 aterra em solo marciano no mês seguinte e dura até 1980.

Novembro, 1996 - Sonda Mars Global Surveyor chega a Marte em Setembro de 1997, a bateria falha em 2006.

Dezembro, 1996 - Sonda Pathfinder: o módulo de aterragem e o robô Sojourner descem em Marte em Julho de 1997. A última transmissão foi em Setembro de 1997.

Janeiro, 1999 - Mars Polar Lander: perdeu-se o contacto com a nave e as micro-sondas Deep Space 2 que transportava à chega ao Pólo Sul de Marte em Dezembro de 1999.

Março, 2001 - Mars Odyssey: a nave entre em órbita de Marte em Outubro de 2001

Julho, 2003 - Robô Opportunity: o engenho desde em pára-quedas no planalto Meridiani três semanas depois da chegada do Spirit e também continua a operar. Também encontrou provas geológicas da presença anterior de água.

10 de Agosto, 2005 - Mars Reconnaissance Orbiter: a nave entra em órbita em Março de 2006 e já enviou mais de 25.000 imagens e 3.500 observações de radar.

O Acordar Dos Europeus Para Um Pesadelo

Posted by O Farol on maio 23rd, 2008

manifestação

Sarkozy enfrenta protestos sobre reformas e aumento dos combustíveis.

Os sindicatos franceses promoveram manifestações pelo país para protestar contra os planos do presidente Sarkozy de aumentar o tempo mínimo de trabalho que dá direito à reforma plena.

Politicos

 

Ao mesmo tempo, os pescadores do país bloquearam portos para protestar contra os preços dos combustíveis.

 

As disputas são um problema para o governo de centro-direita, que prometeu modernizar o Estado francês, marcado por altos gastos, mas que entra em frequentes conflitos com a cultura contestária da França, que, afinal das contas, fez nascer a Revolução.

 

Numa rara demonstração de unidade, os oito maiores sindicatos do país convocaram todos os seus filiados a ir sair às ruas para denunciar a decisão do governo de exigir que os empregados trabalhem 41 anos antes de poderem chegar à reforma, um ano a mais do que o actualmente previsto.

 

«Quarenta anos já é tempo demais», gritavam os manifestantes no início de um protesto, em Paris. «Não toquem na minha reforma», gritavam outros.

 

Os sindicatos calculam que centenas de milhares de pessoas tenham saído às ruas em todo o país, embora ainda não haja ambiente para uma greve geral.

 

Os caminhos-de-ferro do sistema SNFC divulgaran que 25% dos seus empregados se encontram em greve, enquanto a companhia estatal da electricidade (EDF), afirmou que 13,% da sua força de trabalho parou totalmente de funcionar.

 

Porém, a maior parte dos portos nacionais encontravam-se fechados devido à greve de 24 horas dos trabalhadores que combatem os planos de privatização do sistema de docas e também graças ao protesto dos pescadores, que culpam o aumento do preço dos combustíveis pela diminuição dos seus lucros.

 

Um anós após ter sido eleito, Sarkozy vê o seu indíce de aprovação a cair vertiginosamente em função da desaprovação generalizada do seu estilo de governo algo intempestivo.

 

O primeiro grande confronto entre Sarkozy e os sindicatos franceses ocorreu em Novembro de 2007, quando os trabalhadores dos transportes públicos fizeram uma greve de nove dias contra os planos de reduzir as pensões de alguns funcionários do estado.

 

Pelo seu lado, Sarkozy não considera nenhum retrocesso nas suas medidas, afirmando que o actual sistema de pensões é insustentável e que as reformas são necessárias para colocar a França no mesmo lugar dos restantes membros da UE.

 

dora.guennes@sol.pt com agências

 

Comentário dos salteadoresdaarca:

Em França o descontentamento do Povo torna-se mais visível do que por exemplo em Portugal. Aqui vemos mesmo à frente dos nossos olhos as injustiças, as desigualdades, e o nosso orgulho e egocentrismo faz calar a nossa voz, faz-nos cínicos, hipócritas, e criamos os políticos que sempre nos governaram. Em França passaram 40 anos, em Portugal passaram 30 anos, mas estamos piores na miséria, no desconforto da nossa consciência colectiva de que Portugal continua a ser pequeno e mesquinho, de politiquices de grupos, de desvios de fundos, corrupção em cada canto onde se pode lucrar à custa do Estado. Dos subsídios só para alguns.

Sócrates

Da hipócrisia do discurso enganador e populista. Os Portugueses andam descontentes há 30 anos, depois de viverem uma ditadura de 40. Assim podemos dizer que já lá vão 70 anos de um progresso podre. De um povo que ainda hoje não sabe lutar por um mundo melhor.

 


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