Actor de Harry Potter morto em Londres

Posted by Melita on maio 25th, 2008

<a href="http://youtube.com/watch?v=2IbfESpOOF8">http://youtube.com/watch?v=2IbfESpOOF8</a>
Robert Knox de 18 anos foi esfaqueado quando tentava defender o seu irmão mais novo

Robert Knox, de 18 anos, que interpretou o papel de Marcus Belby no novo filme «Harry Potter and the Half-Blood Prince», foi morto à porta de um bar de Londres, este sábado à noite, quando tentava proteger o seu irmão mais novo.

A Sky News relata que a família do actor, que visitou este domingo o local, não conseguiu conter as lágrimas, quando leu as mensagens de simpatia e as flores deixadas em memória do jovem actor.

«O Rob tocou muitas vidas. Ele era feliz, extrovertido e divertido», afirmou o pai de Robert Knox.

«Ele punha sempre todas as pessoas à frente de si próprio e era o primeiro a levantar-se contra o que estava errado», continuou.

Actor de Harry Potter morto em Londres asas

Deixas saudades a todos…

Actor de Harry Potter morto em Londres lagrima

Sonda Phoenix aterrou hoje em marte

Posted by Melita on maio 25th, 2008

<a href="http://youtube.com/watch?v=mxsvbRsnpNQ">http://youtube.com/watch?v=mxsvbRsnpNQ</a>

<a href="http://youtube.com/watch?v=b5aYSb9gbTs">http://youtube.com/watch?v=b5aYSb9gbTs</a>

Lançamento: 6 de agosto de 2oo7

<a href="http://youtube.com/watch?v=l3Ra1LpV6Yw">http://youtube.com/watch?v=l3Ra1LpV6Yw</a>

Brasil…o resto da Mata Atlântica…

Posted by Salteadora on maio 25th, 2008

<a href="http://youtube.com/watch?v=-crBDvQ8DmM">http://youtube.com/watch?v=-crBDvQ8DmM</a>

Video com informaçoes chocantes sobre o desmatamento da Mata Atlântica!

Brasil e Lula…

Onde estão os “Brasileiros”?

Sem os Índios não existiriam hoje como raça…

Esquecem isso?

Amazónia…Satélite japonês disponibiliza primeiras imagens sobre desmatamento no Brasil

Posted by Salteadora on maio 25th, 2008

Quanta ignorância para um povo detentor da maior riqueza do planeta…

E pensar que se faz acordos com Lulas , Chavez etc…

Só mesmo alguém parecido…

<a href="http://youtube.com/watch?v=yoIXHWUdLLI">http://youtube.com/watch?v=yoIXHWUdLLI</a>

 

<a href="http://youtube.com/watch?v=w96xbcMkxWU">http://youtube.com/watch?v=w96xbcMkxWU</a>

Desmatamento no Mato Grosso cresceu mais de 60%…

Posted by admin on maio 25th, 2008

LUISA BELCHIOR

colaboração para a Folha Online, no Rio Desmatamento no Mato Grosso cresceu mais de 60%... amazonia

<a href="http://youtube.com/watch?v=q9esNX7bzHY">http://youtube.com/watch?v=q9esNX7bzHY</a>

Fazendeiros e políticos de Juína (MT) impedem visita de ativistas do Greenpeace, da OPAN (Operação Amazônia Nativa) e de jornalistas europeus à Terra Indígena Enawene Nawe. Veja as cenas de truculência e intimidação vividas pela equipe em 20 de agosto de 2007.(visite www.greenpeace.org.br)

 

O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) vai divulgar novas estatísticas sobre desmatamento na Amazônia na semana que vem que mostrarão que o índice de Mato Grosso cresceu mais de 60% nos primeiros cinco meses deste ano em relação ao mesmo período no ano passado. A afirmação foi feita na manhã desta quarta-feira pelo futuro ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

 

O alerta do instituto sobre o aumento do desmatamento na Amazônia divulgado em janeiro –3.235 km2 de floresta nos últimos cinco meses de 2007.

“Na segunda-feira [26] o Inpe vai divulgar novas estatísticas de desmatamento e vai ser de novo um dado ruim e, para variar, será de mais de 60% em Mato Grosso”, declarou Minc, em entrevista coletiva nesta manhã, no Rio, para apresentar a nova secretária estadual do Ambiente do Rio, Marilene Ramos, que comandava a Serla (Superintendência Estadual de Rios e Lagoas do Estado do Rio).

 

“O Lula deu o ‘ok’. Então ele [Blairo Maggi] não tem mais que brigar comigo, tem que brigar com o Lula, se quiser”, afirmou o novo ministro, depois de, em tom de brincadeira e em conversa informal, dizer que ia “chamar o Blairo” para o ministério.

 

 

Satélite japonês disponibiliza primeiras imagens sobre desmatamento no Brasil

O satélite japonês Alos (satélite de observação avançada da terra) já enviou as primeiras imagens sobre o avanço do desmatamento no Brasil. O satélite indicou 57 pontos de desmatamento, além de outros 26 que não foram identificados pelo Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real) em razão do grande número de nuvens.

 

Conflitos por posse de terra atingem 10 reservas indígenas

Conflitos envolvendo povos indígenas não são especificidade da reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, ou dos índios caiapós do Pará, que na semana passada agrediram o engenheiro da Eletrobrás Paulo Fernando Rezende. Ele sofreu um corte profundo no braço direito.

 

Atividades irregulares de agronegócio, extração ilegal de madeira, garimpos, grilagem e cooptação de índios por fazendeiros são alguns dos problemas em pelo menos dez reservas.

 

Os conflitos ocorrem na maioria em terras já homologadas pelo governo federal e que constam nos registros da Funai (Fundação Nacional do Índio) como regularizadas. A regularização é a última etapa legal do processo envolvendo uma área indígena. Esse é o caso de Raposa/Serra do Sol. Mas a Folha localizou denúncias em outras reservas na mesma situação legal, como as terras Maraiwatsede, Parque do Araguaia, Apyterewa e Ianomâmi.

 

Na terra Maraiwatsede, em Mato Grosso, índios xavantes enfrentam grilagem feita por fazendeiros, segundo o Ministério Público Federal. A Procuradoria diz que criminosos, ligados a políticos e produtores rurais, fraudam documentos que dão posse a terrenos da área, já homologada.

 

A presença de produtores do agronegócio em terra indígena também é o problema para cerca de 3.500 índios do Parque do Araguaia, na ilha do Bananal, no Tocantins. A exemplo do que ocorre na Raposa/Serra do Sol, os produtores rurais vivem no local desde antes da homologação, feita em 1998.

 

A extração ilegal de madeira atinge a terra indígena Apyterewa, no Pará. Segundo relatos de índios da etnia paracanã ao Ministério Público Federal, há ameaças de invasores.

 

Paulo Santilli, coordenador de identificação de terras indígenas da Funai, diz que, quando as autoridades efectivam a retirada de invasores, os índios recebem terras já “degradadas” após anos de exploração.

 “Há um grande passivo ambiental.”

 

Ele declara que os recursos do órgão acabam direccionados para indemnizações, enfraquecendo outros sectores.

 

Na terra Ianomâmi, que ocupa no Amazonas e em Roraima área equivalente à do Estado de Santa Catarina, líderes indígenas dizem que há cerca de 800 garimpeiros invasores no local. Na terra vivem 16 mil índios.

 

“A gente pede para a Funai tomar providência, mas eles não têm coragem. Sempre falam que não têm recurso para pagar avião”, diz o líder Davi Ianomâmi. Na área do Ajarani, na fronteira leste de Roraima, antropólogos apontam a presença irregular de fazendeiros.

 

Na reserva Roosevelt (RO), cintas-largas enfrentam o garimpo ilegal e o tráfico de diamantes. Em 2005, 23 índios foram indiciados pela morte de 29 garimpeiros na reserva.

 

Os conflitos ocorrem independentemente da situação legal da região. De mais de 107 milhões de hectares destinados a terras indígenas, mais de 97 milhões (90,6%) já foram homologados. Nem todas as terras, entretanto, foram regularizadas. Segundo a Funai, de 615 terras indígenas, 401 estão homologadas e regularizadas.

 

Na sexta, missionários do Conselho Indigenista Missionário relataram que foram baleados dois índios guajajaras da reserva Araribóia, próxima aos municípios de Arame e Grajaú, do Maranhão. Situação semelhante ocorre na reserva da etnia truká, em Cabrobó (PE). Os índios estão na região conhecida como polígono da maconha.

 

Lula rebate crítica à política indigenista e diz que índios defendem fronteira

 

Alvo de críticas e polêmicas, a política indigenista brasileira foi defendida nesta quinta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista condenou quem coloca os indígenas de um lado e os não-índios de outro numa referência aos conflitos na reserva Raposa/Serra do Sol (RR) e também aos que condenam as acções federais. Segundo ele, é um “antagonismo” desnecessário…

Tatuagens temporárias são perigosas

Posted by Melita on maio 25th, 2008

Tatuagens temporárias são perigosas anna-selo-partic-tatuagem

Danos permanentes na pele, dermatite de contacto alérgica e polisensibilização, são alguns dos efeitos adversos de longa duração associados às tatuagens de henna negra, de acordo com o Infarmed.

As tatuagens de henna negra são “uma ameaça recorrente ao estado de saúde”, razão porque devem ser “totalmente” evitadas, de acordo com uma circular emitida hoje pela autoridade que regula o sector do medicamento em Portugal (Infarmed), informa o diário digital.

No mesmo documento, o Infarmed esclarece que este tipo de tatuagens pode causar danos permanentes na pele, dermatite de contacto alérgica e polisensibilização.

O organismo do Ministério da Saúde defende que se “evite a aplicação de tatuagem de henna negra e alerta para as reacções alérgicas que podem originar: comichão na pele, vermelhidão, manchas e bolhas que, com o passar do tempo, são tratáveis e desaparecerão, mas em alguns casos levarão a lesões permanentes na pele, tal como descoloração ou cicatrizes”.

 

 

A Verdade sobre Marte Está a Começar Agora

Posted by O Farol on maio 25th, 2008

Marte

LIFE ON MARS: New Scientific Evidence. 
MIND-Blowing! An Awesome New Look! Scientists anounce the discovery of startling artificial Megalithic structures found among recently released NASA / JPL photos taken by the Mars Global Surveyor and that these artificial structures are stunning proof that Mars was once inhabited by an inteligent civilization. Includes a spectacular collection of new photographs presented by Dr. Tom Van Flandern, former Chief Astronimer for the United States Naval Observatory. See remarkable monuments, “T” shaped craters, gigantic glass tube systems, ancient forest remains and grand edifices that will leave you speechless. Now on DVD, Catalog #U648. Visit us online:http://www.UFOTV.com 

<a href="http://youtube.com/watch?v=5u-20g7Bwdw">http://youtube.com/watch?v=5u-20g7Bwdw</a>

A Globalização da pobreza

Posted by Melita on maio 25th, 2008

A Globalização da pobreza 1154420118_globalizacaoAo contrário do que afirmam seus mentores, a implementação da política neoliberal generaliza a instabilidade econômica e espalha a miséria

 

            No limiar do século XXI, a economia global  encontra-se  numa encruzilhada perigosa. No mundo em desenvolvimento, o processo de reestruturação econômica tem levado à fome e a um brutal empobrecimento de grandes sectores da população e, ao mesmo tempo, contribuído para a “terceiro-mundialização” dos países do antigo bloco Oriental.

        Desde o começo dos anos 80, os programas de “macro-estabilização” e “ajuste estrutural” impostos pelo FMI e pelo Banco Mundial em países em desenvolvimento (como condição à renegociação de suas dívidas externas) provocaram o empobrecimento de centenas de milhões de pessoas. Contrariando o espírito do acordo de Bretton Woods, que preconizava a “reconstrução econômica” e a estabilidade da maioria das taxas de câmbio, o programa de ajuste estrutural tem contribuído largamente para desestabilizar as moedas nacionais e arruinar as economias dos países em desenvolvimento.

Dívida Global

        No mundo em desenvolvimento, o peso da dívida externa já atingiu 1,9 trilhão de dólares: países inteiros têm sido desestabilizados como conseqüência do colapso de suas moedas nacionais, geralmente resultando na explosão de conflitos sociais, étnicos e guerra civil…

        A reestruturação da economia mundial, guiada por instituições financeiras baseadas em Washington, nega cada vez mais a cada país em desenvolvimento, individualmente, a possibilidade de construir uma economia nacional: a internacionalização da política macroeconômica transforma países em territórios econômicos abertos, e as economias nacionais em “reservas” de mão-de-obra barata e de riquezas naturais. Essa reestruturação enfraquece o Estado, mina a indústria voltada para o mercado interno e empurra as empresas nacionais para a falência.

        Além disso, essas reformas – quando aplicadas simultaneamente em mais de cem países – estão a levar a uma “globalização da pobreza”, um processo que mina a comunidade humana e destrói a sociedade civil no Sul, no Leste e no Norte. Houve deterioração do poder de compra interno, disseminação da fome, fechamento de postos de saúde e de escolas, e centenas de milhões de crianças deixaram de ter acesso à educação primária. Na maioria das regiões do mundo em desenvolvimento, as reformas econômicas têm provocado o reaparecimento de doenças infecciosas, incluindo tuberculose, malária e cólera.

Ajuste estrutural em países desenvolvidos

        Desde o começo dos anos 90, as reformas macroeconômicas adotadas nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) contêm vários ingredientes essenciais do programa de ajuste estrutural aplicado no Terceiro Mundo e na Europa Oriental. Essas reformas macroeconômicas têm levado à acumulação de grandes dívidas públicas.

        Desde o início da década de 80, as dívidas privadas de grandes corporações e bancos comerciais têm sido convenientemente anuladas e transformadas em dívida pública. Esse processo de “conversão de dívida” é uma característica central da crise: prejuízos de negócios e de bancos têm sido sistematicamente transferidos para o Estado. Durante o “boom de fusões” do final dos anos 80, a sobrecarga das perdas das corporações foi transferida para o Estado através da aquisição de empresas falidas. Estas últimas poderiam então ser fechadas e qualificadas como prejuízos fiscais. Em troca, os “empréstimos não garantidos” dos grandes bancos comerciais eram rotineiramente cancelados e transformados em perdas pré-fiscais. Os “pacotes de resgate” para corporações e bancos comerciais com problemas foram largamente baseados no mesmo princípio de transferência dos ônus das dívidas das grandes empresas para o Tesouro.

        Por outro lado, os diversos subsídios do Estado e “doações” às grandes empresas, ao invés de estimularem a criação de empregos, eram rotineiramente usados por elas para financiar suas fusões, introduzir tecnologia para economizar mão-de-obra e transferir a produção para o Terceiro Mundo.

        A defesa pública contribuiu directamente para aumentar a concentração da propriedade e uma contracção significativa da força de trabalho industrial. Ao mesmo tempo, a seqüência de falências de pequenas e médias empresas e demissões de trabalhadores (que também são contribuintes de impostos) provocou uma significativa queda na receita do Estado.

        No grupo dos países da OCDE, as dívidas públicas têm crescido de forma ilimitada (actualmente ultrapassando 13 trilhões de dólares). Ironicamente, o mesmo processo de “amortização dessa dívida global” tem conduzido ao seu crescimento através da criação sistemática de novas dívidas. Nos Estados Unidos – de longe a maior nação devedora - , a dívida pública cresceu cinco vezes durante a era Reagan-Bush. Ela é actualmente, da ordem de 4,9 trilhões de dólares.

        Um círculo vicioso foi posto em movimento. Os beneficiários das doações do governo tornaram-se credores do Estado. As ações e títulos lançados pelo Tesouro para financiar grandes negócios foram adquiridos por bancos e instituições financeiras que eram simultaneamente beneficiários dos subsídios do Estado. Uma situação absurda: o Estado estava “financiando seu próprio endividamento”, e doações do governo foram sendo recicladas no sentido de troca da dívida pública. O governo levado por lobbies de grupos empresariais reivindicando subsídios, de um lado, e por seus credores financeiros, de outro. E, como uma grande parte da dívida pública está nas mãos de bancos e instituições financeiras privadas, estes também são capazes de pressionar governos para um aumento do controle sobre os fundos públicos.

        A crise da dívida também estimulou o desenvolvimento de um sistema tributário altamente regressivo, que contribuiu para o aumento da dívida pública. Enquanto os impostos das empresas foram reduzidos, as novas receitas tributárias apropriadas da população assalariada (baixa e média), incluindo os impostos sobre valor agregado, foram recicladas no sentido de cobrir a dívida pública. Enquanto o Estado colectava impostos dos seus cidadãos, pagava “um tributo” às grandes empresas na forma de doações e subsídios.

Fuga de capital

        Paralelamente, impulsionada pelas novas tecnologias bancárias, a saída dos lucros das corporações para praças bancárias estrangeiras nas Bahamas, Suíça, Ilhas Channel, Luxemburgo etc. contribuiu para a posterior exacerbação da crise fiscal. As Ilhas Cayman, uma colônia da Coroa Britânica no caribe, por exemplo, são o quinto maior centro bancário do mundo (em termos de volume de depósitos, dos quais a maioria é de companhias fantoches ou anônimas). O aumento do déficit no orçamento dos Estados Unidos esconde uma relação direta com a intensa evasão tributária e saída de lucros empresariais não declarados. Ao mesmo tempo, as grandes somas de dinheiro depositadas nas Ilhas Cayman e nas Bahamas ( parte das quais é controlada por organizações criminosas) são utilizadas para financiar investimentos nos Estados Unidos.

Sob a tutela política dos credores

        Os débitos de empresas paraestatais, serviços públicos, governos federais, estaduais e municipais são cuidadosamente categorizados e “classificados” pelos mercados financeiros (por exemplo, classificações do Índice Moody’s e do Índice Standard and Poor’s. Além disso, ministros das Finanças são cada vez mais compelidos a fornecerem relatórios a grandes casas de investimentos e bancos comerciais. O rebaixamento da classificação do Índice Moody’s da dívida sueca, em janeiro, foi fundamental na decisão do governo de minoria social democrata de reduzir importantes programas de seguridade, incluindo subsídios à infância e benefícios de seguro desemprego. Da mesma forma, a classificação do Índice Moody’s para a dívida pública do Canadá foi um fator decisivo na adoção de cortes maciços em programas sociais e demissões pelo ministro das Finanças do Canadá, em fevereiro passado. Nos Estados Unidos, a controvertida “emenda do orçamento equilibrado” (que sofreu uma derrota apertada no Senado em março de 1995) pretendia fortalecer, na Constituição, os direitos dos credores do Estado…

Crise do Estado

        No Ocidente, o sistema democrático está sendo levado a um dilema: os eleitos para altos postos agem cada vez mais como burocratas. Os depositários do poder político real são os credores do Estado, que operam discretamente nos bastidores. Ao mesmo tempo, desenvolveu-se uma ideologia política uniforme. O “consenso” no plano macroeconômico se estende para o espectro político. Um novo ambiente financeiro global também se manifestou: a onda de fusões de empresas no final dos anos 80 abriu caminho para a consolidação de uma geração de financistas agrupados em torno de bancos, de investidores institucionais, de corretores de valores, de grandes companhias de seguro etc. Nesse processo, as funções de bancos comerciais se misturaram com a dos bancos de investimentos e corretores de valores. Enquanto esses “administradores de fundos” desempenham um papel poderoso no mercado financeiro, entretanto, afastam-se cada vez mais da função de empreendedores na economia real. Suas actividades (que escapam do controle do Estado) incluem transacções especulativas em mercados futuros, derivativos e manipulação do mercado de câmbio. Grandes agentes financeiros estão envolvidos em “aplicações de hot money” nos “mercados emergentes” da América Latina e Sudeste Asiático, sem mencionar a lavagem de dinheiro e o desenvolvimento de “bancos privados” especializados que “assessoram clientes milionários” nas várias praças bancárias do exterior. O movimento total de transacções com divisas estrangeiras é da ordem de um trilhão de dólares por dia, dos quais somente 15% correspondem a negócios reais de mercadorias e movimentos de capital.

        Dentro dessa rede financeira global, o dinheiro transita em alta velocidade de uma praça bancária a outra, na intangível forma de transferência electrônica. Actividades comerciais “legais” e “ilegais” tornaram-se cada vez mais entrelaçadas, e enormes somas de riquezas privadas não declaradas são acumuladas. Favorecidas pela desregulação financeira, as máfias criminosas também expandiram seu papel no âmbito da actividade bancária internacional.

O fim dos bancos centrais

        Além disso, as práticas dos bancos centrais em vários países da OCDE têm sido modificadas para atender às demandas dos mercados financeiros. Os bancos centrais se tornam cada vez mais “independentes” e “protegidos contra influências políticas”. Na realidade, o que isso significa é que o Tesouro Nacional está cada vez mais à mercê dos credores privados. De acordo com o artigo 104 do Tratado de Maastricht, por exemplo, “o crédito do banco central para o governo é completamente discricionário, sendo que o banco central não pode ser forçado a dar tal crédito”. Esses estatutos, assim, conduzem directamente ao crescimento da dívida pública mantida por financeiras e instituições bancárias privadas.

        Na prática, o banco central, que não presta contas nem ao governo, nem ao legislativo – opera como uma burocracia autônoma sob tutela de interesses financeiros e bancários privados. Estes últimos ( e não o governo) ditam a direcção da política monetária. Em outras palavras: a política monetária não existe mais como uma forma de intervenção estatal; ela pertence, em sua maior parte, ao reino dos bancos privados. Em contraste com a falta acentuada de fundos estatais, “a criação de dinheiro” ( implicando o comando sobre os recursos reais) ocorre no interior da rede do sistema bancário internacional em conformidade com a busca exclusiva de riqueza privada. Contrastando com a instabilidade dos bancos centrais de agir efectivamente, agentes de poderosas financeiras provadas não apenas têm a habilidade de criar e movimentar capital sem obstáculo, mas também de manipular taxas de juros e provocar a desvalorização de importantes moedas, como ocorreu com a queda espectacular da libra esterlina em setembro de 1992. Ou seja: os bancos centrais não conseguem mais regular a criação de dinheiro de acordo com os amplos interesses da sociedade ( por exemplo, visando activar a produção ou a geração de empregos). A criação de dinheiro, incluindo o comando sobre os recursos reais, é controlada quase que exclusivamente por financistas privados.

A instabilidade dos mercados financeiros globais

        A desregulação que acompanha o acúmulo de enormes dívidas públicas tem impulsionado padrões cada vez mais instáveis nos mercados financeiros globais. Desde a Segunda-Feira Negra (o dia 19 de outubro de 1987, considerado por analistas como bem próximo do colapso total da Bolsa de Valores de Nova York), um modelo altamente volátil se desenvolveu. Tal modelo foi marcado por convulsões freqüentes e cada vez mais graves nas principais bolsas de valores, pela ruína de moedas nacionais na Europa Oriental e na América Latina, sem mencionar o desabamento dos novos “mercados financeiros periféricos” ( como México, Bangkok, Cairo, Bombay), precipitado pela “realização de lucros” e pela retirada repentina de grandes investidores institucionais… Um colapso financeiro global não pode ser mais descartado. Além disso, diferentemente do que ocorria nos anos 20, as principais transações ao redor do mundo estão interconectadas por ligações instantâneas de computadores: a instabilidade em Wall Street “transborda sobre os mercados de ações da Europa e da Ásia, e se espalha, assim, para todo o sistema financeiro, incluindo os mercados de câmbio e de commodities…

MICHEL CHOSSUDOVSKY é professor de Economia da Universidade de Ottawa, Canadá. (Este texto foi divulgado na Rede Internet, por ocasião do Encontro de Cúpula do chamado Grupo dos Sete (G-7), realizado em Halifax, Canadá, em junho passado. Traduzido do inglês por Eduardo Figueiredo. Revisão de Luiz Marcos Gomes

 

 

 

Festival da Eurovisão 13º Lugar…O significado do nº 13 em Portugal

Posted by Melita on maio 25th, 2008

O número treze diz respeito à plenitude da lei , junto com a fé na Santíssima Trindade, como se lê em Ezequiel (40,11): “E mediu a extensão do pórtico: treze côvados”

 

Na Bandeira

Sobre a esfera armilar que representa o Mundo, aparecem os sete castelos dourados que tanto representam a cidade das 7 colinas como simbolizam, os 7 Pilares relacionados com a existência dos “Sete Dhyanis”  Ou Seres Superiores que amparam e regem os destinos da Humanidade.

 

 As cinco quinas representam as cinco chagas de Cristo dispostas em cruz, num país de Cruzadas que levou a sua Mensagem além-Mar e que de novo se cumprirá como Mensageiro duma Nova Era (Aquário) quando retomar o Caminho iniciado há muito mas desviado do seu verdadeiro sentido que será corrigido no tempo certo para o qual foi predestinado Portugal numa Nova Era Universal, porquanto se levantará de novo como se canta no hino nacional.

 

 

 De resto, cabe ao nosso país, segundo muitos esoteristas, o “Arcano 13” do Tarot que representa a Morte que é também chamado o Arcano da Imortalidade. Logo o 13 simboliza o papel decisivo que cabe a Portugal na morte do homem velho, para o nascimento do homem novo, o Homem Arquetipal, aquele que dará definitivamente início à já tão esperada “Idade de Ouro” ou do Espírito na Era de Aquário…

 

Ver post de “Era de Aquário”

 

A segunda globalização…dará inicio á Grande multidão?

Posted by Melita on maio 25th, 2008

Se a primeira foi feita sem darem conta…

A segunda será iniciada porque as “minorias” são hoje “maiorias”…

 

com POBRES mais POBRES e ricos mais ricos “no PLANETA

 

Acordam agora para fomentar novas guerras de identidade …falando em Globalização…

 

TRISTE GLOBALIZAÇÂO A VOSSA

 

Todos já possuem essa realidade em comum:

Serem despojados de Tudo por minorias que querem parecer maiorias

Esses formam já a grande multidão?

Multidão composta de todos os povos, raças e religiões

Que apenas anseiam a Verdadeira PAZ; A liberdade da ALMA; O PODER SER HUMANO; a Igualdade dos povos, das raças e das religiões, com direito ás diferenças que os caracterizamconseguindo TODOS JUNTOS VALORIZAR, unificar e dignificar a condição mínima para evolução da sua Espécie SER REALMENTE HUMANO!

SERMOS REALMENTE UM nos direitos e deveres !

 

 Vejam os POBRES e as crianças e entenderão a Globalização

 

 

 

Apenas para vos lembrarcomo se pode fazer (in)directamente nascer os fundamentalismos, racismos , xenofobias, etc

 

Se a Língua de um povo não tem “real valor” para um País, como se diz em Portugal pelos “POLITICOs PORTUGUÊSES”  que decidem, que em vez de Português vamos falar Brasileiro….( creio que os Brasileiros de alma  entendem o que digo…)

Se entretanto, a Espanha PROIBE os Galegos de falar a sua  língua, Português/Galaico e estão na Galiza, a sua terra…

 

Porque será, que a Espanha de hoje, quer obrigar Galegos a falar Castelhano, sendo eles uma minoria? 

 

O Galego já tem barbas na Galiza…assim como o português as têm em Portugal…

 

No “Brasil”, que era a terra dos  Índios, sendo hoje eles também uma “minoria”, que com a sua existência, lembrará sempre aos Brasileiros, que o Brasil  era a sua terra,  mas ninguém hoje os escuta. O Brasil e o mundo deixam-nos ir “acabando” com as falsas promessas que estão em SEGURANÇA nas suas reservas..

 

Claro que dizem preservá-los… matando a Identidade, tirando-os das suas terras e MISTURANDO-OS com o povo Brasileiro até desaparecerem da história…

 

Levando a História a dizer que o BRASIL é Brasileiro…mas esquecendo a origem…O Brasil não pode esquecer de onde nasceu…tal como qualquer povo do mundo…

 

Hoje em  Portugal…(minoria lusófona)

País pequeno em tamanho, mas com História…

País hoje com poucos Portugueses, sem economia e a perder a Língua…

Porque será que alguns Portugueses decidem por Portugal ?

Por os Brasileiros serem muitos? Ou será para fomentar xenofobia e/ou racismos entre os dois povos?

Portugal só tem tido benfeitores que o destroem a Ele e ao Povo, tal como se tenta em Espanha fazer com Galegos e no Brasil com Índios para não falar do Tibete, Birmânia ,etc .etc…

 

 

  (melita)

 


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