sábado, março 20, 2010

GOVERNO TIRA ABONO A POBRES para dar aos +POBRES. Solução “abrasileirada”?

Governo retira 150.000 abonos

27-04-2008 – 09:22h

CM: «500 mil perdem abono de família»

Meio milhão de agregados familiares perdeu o direito ao abono de família

O facto surge porque a Segurança Social considera que os rendimentos dos trabalhadores independentes são constituídos por «todos os proveitos sem consideração de quaisquer descontos relativos a despesas, custos ou outras deduções». Uma interpretação que é contestada pela Provedoria de Justiça e por vários especialistas, que consideram estarmos em presença de uma atitude de «má-fé» por parte do Estado.

 

Fome: problema agrava-se em Portugal

Subida dos preços dos principais bens alimentares na origem das previsões das organizações humanitárias

30-04-2008 – 17:17h21-05-2008 – 15:27

Quinta, 1 de Maio de 2008 (17:28:06)   

Não é possível que alguém só porque decidiu arriscar trabalhar por conta própria fique sem direito ao abono de família”, disse Pedro Mota Soares, que representa o CSD-PP na manifestação da União Geral de Trabalhadores que assinala o Dia do Trabalhador.

O deputado adiantou que o CDS-PP “já tentou na Assembleia da República forçar a maioria a corrigir esta desigualdade, mas esta continua”.

Pedro Mota Soares considerou que a perda ao direito do abono de família por parte dos trabalhadores independentes é “uma pequena desigualdade que é uma grande injustiça e que no 1º de Maio é importante denunciar e colocar o governo a reflectir”.

O deputado disse ainda que o CDS-PP tem “muito respeito pela data histórica do 1º de Maio e tudo o que significa para os trabalhadores em Portugal”.

No entanto, sublinhou que hoje é “muito difícil ser trabalhador em Portugal quer seja por conta própria quer por conta de outrém” devido às desigualdades e muitas dificuldades.

Entre 20 a 30 mil pessoas desfilaram hoje à tarde entre o Marquês de Pombal e a Avenida da Liberdade, em Lisboa, na primeira manifestação da UGT para comemorar o Dia do Trabalhador, indicou fonte da PSP, revendo em alta números anteriores.

No início da manifestação da UGT a PSP tinha avançado que estavam presentes cerca de 12 mil pessoas, mas quandos os primeiros manifestantes estavam a chegar à Praça do Rossio uma fonte da PSP ouvida pela Lusa reviu em alta este número, indicando que estão presentes na iniciativa entre 20 e 30 mil pessoas.

Ao som de tambores e empunhando bandeiras da UGT, os trabalhadores desfilaram pela Avenida da Liberdade, entoando palavras de ordem como “Emprego Sim, Desemprego Não” e “Contra Precariedade, Emprego de Qualidade”.

21-05-2008 – 15:27h

Governo aumenta abono de família (aos q sobraram…os q diz mais pobres ainda)

Passes sociais terão preços congelados até final do ano. Primeiro-ministro está «consciente das dificuldades» e «compreende bem os problemas que as empresas e que as famílias enfrentam» 

23-05-2008 – 12:40h

Mais de metade das famílias na pobreza

54,2 por cento dos agregados vulneráveis durante pelo menos um ano, entre 1995 e 2000. Escolas não pensam nas crianças pobres

http://diario.iol.pt/sociedade/pobreza-portugueses-portugal-bruto-da-costa-trabalho-dinheiro/955231-4071.html

PORQUE Não tiram antes parte das reformas dos Gestores Públicos, Deputados e Políticos , podendo até reduzir também aos que estão no activo e distribuir pelos Pobres e mais pobre

 

BRASIL Também vive a ilusão  de Portugal “com papas e bolos se enganam os tolos”?

Três quartos da riqueza do Brasil estão nas mãos de 10 por cento da população e os pobres tendem a pagar mais impostos do que os ricos, revela um estudo hoje divulgado pelo Instituto de Pesquisa Económica Aplicada (IPEA).

“Mesmo com as mudanças no regime político e no padrão de desenvolvimento, a riqueza permanece pessimamente distribuída entre os brasileiros. É um absurdo uma concentração assim”, afirma o presidente do IPEA, Márcio Pochmann, ao diário brasileiro Folha de São Paulo, que hoje avança as conclusões do estudo.

Este relatório, a ser apresentado hoje ao Conselho de Desenvolvimento Económico e Social (CDES), destina-se a fornecer elementos para a discussão da reforma tributária no Brasil.

O levantamento indica que, no global, 10 por cento dos brasileiros têm 75,4 por cento da riqueza do país, registando-se entre as maiores cidades brasileiras uma maior concentração em São Paulo (73,4 por cento) e menor no Rio de Janeiro 62,9 (por cento).

No final do século XVIII, ainda enquanto colónia portuguesa, os dados disponíveis indicam que os 10 por cento mais ricos concentravam 68 por cento da riqueza no Rio de Janeiro.

“O dado mostra que o Brasil, a despeito das mudanças políticas, continua sem alterações nas desigualdades estruturais. O rico continua pagando pouco imposto”, afirma Pochmann ao diário brasileiro.

A propósito da diferença da carga tributária entre ricos e pobres, o estudo indica que os menos abonados chegam a pagar até 44,5 por cento mais impostos.

A solução proposta pelo IPEA para amenizar o problema é uma tributação exclusiva sobre os brasileiros mais ricos.

 

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