sexta-feira, julho 30, 2010

Quando a sexualidade é “orgulho gay” – Livre arbítrio

Se partirmos de um princípio que cada um é o que é…

Se partirmos de um princípio de igualdade dos seres humanos, não criando xenofobismos e fundamentalismos…

Todos podem coabitar no planeta, sem ser necessário o eterno mal humano que é o “dominar”  (instinto básico), em vez da liberdade de cada um, a que foi dado o nome de “livre arbítrio”

 

O Livre arbítrio é a lei, para quem tem fé, que o levará a  questionar  qualquer tipo de instinto básico. O Homem é o único ser considerado racional, o único com capacidade e/ou obrigação de o poder fazer…não sendo possivel de o exigir aos  outros animais chamados de irracionais…

Ouve-se então dizer que a homossexualidade é natural…, porque até na fauna isso se encontra.

Claro que sim…sendo eles irracionais, não poderão eliminar esses instintos básicos, que fazem parte de um  quadro  genético de todos os seres, incluindo os humanos.

 

Esta tentativa, de tentar convencer a humanidade, da naturalidade que é a homossexualide, acaba por lhe retitar a pouca naturalidade que existe nela, penalizando os que por livre arbítrio, decidem, não assumir a sexualidade com que nasceram…

 

Nascemos todos iguais. Geneticamente com essa dualidade, já no inconsciente, mas com um corpo físico definido, para assumirmos a nossa verdadeira pele…A que temos e que foi  acompanhada de orgões internos sexuais, também eles bem definidos, para que cada um se possa realizar, dentro da mesma vibração, que nos dá a imortalidade através da descendência genética. 

 

Esses instintos básicos: como o desejo de dominar e a sexualidade observam-se em todos os seres do planeta.

 

Mas tal como Freud disse : 

“A renúncia progressiva dos instintos parece ser um dos fundamentos do desenvolvimento da civilização humana”

 

Tema: Civilização Sigmund Freud

Austria

[1856-1939]

Pai da Psicanálise/Ensaísta 

 

Assim, poderemos considerar que a homossexualidade, terá de ser respeitada, porque o “livre arbítio” é exactamente isso…cada um é um ser dotado de racionalidade e livre arbítrio.

 

Neste contexto Freud, ficará para aqueles que sabendo do que o ser humano é capaz, tentarão controlar  o instinto (de domínio e da sexualidade) , tentarão fazer o desenvolvimento da civilização, aceitando todos os outros, que  possuindo também, esse mesmo livre arbítrio, lhes dá o direito de não renunciar aos instintos…

 

Para quem tem fé na vida para além da morte, sabe que o deverá  fazer.

 

Para quem não tem fé e sentindo-se no direito de não reprimir os seus instintos básicos, penso que não deveria transformar isso em “orgulho” e  tentar fazer das excepções as regras.

 

Isso leva a que nos deparemos  hoje, com verdadeiros monstros de sexualidade pervertida associada ao desejo sangrento de domínio dos outros, sem lhes dar a eles o direito do libré arbítrio… 

 

Essa atitude levará mais tarde a “fundamentalismos” e radicalidades que apenas irão fomentar de novo um mundo completamente desigual…

 

Apesar de geneticamente a ciência comprovar que a bissexualidade faz parte de todos seres humanos (Príncipio feminino e Príncipo masculino), prevendo-se  num futuro próximo que a população mundial seja maioritarimente bissexual,  que não é de estranhar, já que a liberdade permite, não questionar nada do que se é, ou do que se quer, levando o ser humano a não renunciar a essa bissexualidade genética, a  não se aperfeiçoar num dos príncipios (Feminino ou Masculino) manifestado também na natureza, que o levará mais tarde a uma homossexualidade assumida sem questionar :

 

Que se alguns dos nossos antepassados não tivessem renunciado a qualquer tipo de instinto sexual e se tivessem deixado levar todos pela tal “bissexualidade genética” , hoje  estaríamos aqui… a discutir sexualidades?

 

Se existimos hoje e se genéticamente o ser humano é bissexual,  será porque muitos dos antepassados souberam fazer um equilíbrio sem orgulhos irracionais ou racionais?

 

Será que essa minoria, soube renunciar aos instintos primários, ditos naturais hoje, evitandoque não se transformassem numa “maioria” que poderia extinguir os seres humanos,pela baixa de Natalidade?

 

Será que hoje ainda  poderemos  catalogar os outros mamíferos existentes no planeta de ”irracionais”?

(não fui eu que inventei a palavra)

 

 

Penso que é isso que devemos pensar…

 

Na natureza existem manifestações de homossexualidade, mas não se converteram em orgulhos, nem se extinguiram espécies por essa razão, apenas porque é a minoria… é natural que o seja.

 

Quem não renúncia a esses instintos, não deveria fazer deles orgulhos. 

 

Somos o que somos, devemos deixar o “livre arbítrio” seguir o seu curso.

 

Os que possuem fé, sabem o que devem fazer.

 

Os que não possuem fé, façam o que desejam, mas não façam das excepções regras

 

 

Que o “livre arbitrio” de todos, sem excepção de raça , cor ou sexualidade seja respeitado é a intenção deste meu texto…

 

O Graal não será mais que a fecundidade onde o Princípio Feminino e Masculino se manifestam, tomando a forma embrionária no reino animal…

 

 

ORGULHOS, sejam de que tipo for…só virão causar fundamentalismos em todos os seres humanos…

 

Estaremos a voltar ao “Princípio”?

melita

 

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