|
O maior sucesso de vendas no mercado nacional é, no entanto, o Honda Hybrid (22.100 euros), com o sistema IMA (Integrated Motor Assisted), que consiste num motor eléctrico que complementa o motor a combustão, além da recuperação de energia cinética e do ‘pára-arranca’ (desliga o motor nas paragens) que começa a generalizar-se em todos os automóveis híbridos. |
| Os híbridos apresentam-se como uma solução de transição para os veículos puramente eléctricos, embora a autonomia destes últimos ainda não supere os 60 a 70 quilómetros e o seu desempenho ainda não iguale o dos automóveis com motor a combustão. A solução deverá estar na propulsão a pilha de combustível, na qual a energia eléctrica é gerada a bordo a partir do hidrogénio. |
| Um automóvel como o Chevrolet Equinox Hydrogen 4 da General Motors tem uma autonomia de 320 quilómetros, acelera dos zero aos 100 em 12 segundos e a sua velocidade máxima é de 160 km/h. Diversos construtores (GM, Daimler-Benz, BMW, Nissan, Honda, etc.) já desenvolveram veículos a hidrogénio. Todavia, nenhum aponta uma data certa para o início da comercialização em massa do único sistema capaz de garantir um consumo nulo de petróleo e zero emissões de CO2 e de partículas. |
|
|