sexta-feira, setembro 03, 2010

Tiananmen Massacre na China

 Em 4 de Junho de 1989, os tanques do Exército Popular de Libertação da República Popular da China (este “Popular” é um insulto à dignidade humana, mas convém lembrar os embustes que esta gente utiliza) entraram de rompante na Praça mais emblemática de Pequim e esmagaram quem encontraram pela frente.

 

 

Desde há alguns dias que os estudantes ocupavam a Praça exigindo Democracia, Liberdade talvez influenciados pela visita de Gorbachev e pelas reformas na URSS–”glasnost” e “perestroika”.

Calcula-se que tenham sido esmagados-literalmente falando- entre 800 a 2 mil estudantes e cerca de 5 mil tenham ficado feridos. (O mais que insuspeito “Euronews” fala precisamente em 2 mil mortos).

Vergonhosamente, hoje a imprensa em Portugal não dava quase nenhuma relevância ao massacre.

E andaram dias infindáveis a enaltecer o Maio de 68 e as revoltas estudantis da década de 60!

 

 

Hipocrisia sem fim!

1 Comentário

  1. DylanNo Gravatar disse:

    “Lembrar Tiananmen”

    Quando passam 20 anos sobre o massacre de Tiananmen, a China ainda não se libertou dos grilhões maoístas. Pior do que isso, silencia todo e qualquer movimento que vise celebrar a Primavera de 1989, ao ponto de, gerações nascidas após essa data, não saberem o que realmente aconteceu em Pequim. Travestidos de socialistas modernos, o Governo controla minuciosamente a população através do Partido, aliando-se a políticas repressivas que vão desde campos de trabalho forçados a execuções públicas. Não existe liberdade de expressão nem liberdade sindical e os meios de comunicação social estão subjugados. Por mais operações de cosmética que protagonizem, onde os Jogos Olímpicos de 2008 foram o expoente máximo, jamais se libertarão do totalitarismo nacionalista instigador do medo que nem todos os países têm coragem de denunciar mas que um dia a História tratar-se-á de reparar.

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