Um professor chinês foi detido por ter partilhado fotografias de escolas que desabaram em consequência do sismo que abalou a província chinesa de Sichuan, em Maio passado, indicou hoje um grupo local de direitos humanos.
O sismo de 12 de Maio matou 70 mil pessoas, muitas das quais eram crianças, que ficaram soterradas debaixo das suas escolas. As más condições dos edifícios das escolas públicas tornou-se um assunto delicado para o governo, e os pais enlutados chegaram a participar em diversos protestos pedindo um inquérito.
“Em vez de investigarem e pedirem responsabilidades pela construção má e perigosa dos edifícios escolares, as autoridades estão a recorrer a práticas de educação pelo trabalho para silenciar e deter cidadãos preocupados como o professor Liu Shaokun e outros”, afirmou o director executivo da organização Direitos Humanos na China, Sharon Hom.
De acordo com o mesmo grupo, a mulher de Liu Shaokun foi informada pela polícia, na semana passada, que o professor, da escola secundária de Guanghan, cidade de Deyang, tinha sido enviado para um campo de trabalho.
O sistema de “reeducação pelo trabalho” permite à polícia encarcerar um suspeito de um crime por um período que pode ir até aos quatro anos, sem a necessidade de culpa formada nem da apresentação de uma queixa formal.
E com situações destas vai a China organizar os Jogos Olímpicos ?
O Comité Olímpico Internacional deveria ser julgado no Tribunal Internacional de Haia, por crime contra a Humanidade, porque em nosso entender é um crime, colocar a China no topo da Agenda Desportiva Mundial, com situações humanitárias escandalosas em pleno século XXI.
O PSD é o partido que mais vezes vota ao lado do PS na aprovação das propostas do Governo
O PSD é o partido que mais vezes vota ao lado do PS na aprovação das propostas do Governo.
A notícia é avançada pelo Diário de Notícias que refere que na última sessão parlamentar, os sociais-democratas votaram a favor de 30, mais de metade, das 55 iniciativas do Executivo aprovadas no Parlamento.
Segundo o jornal, os deputados do PSD são também os que menos vezes votaram contra os diplomas do Governo: 14 votos contra e 11 abstenções.
Curiosamente, a seguir ao PSD é o CDS quem mais vota a favor das iniciativas do Governo. Os democratas-cristãos votaram 24 vezes ao lado do PS, abstiveram-se 16 vezes e votaram contra 15 propostas.
Da esquerda não vêm só críticas, mas também votos contra. PCP e BE chumbaram 32 propostas do Governo. O Bloco aprovou 18 e o PCP 17.
Ainda segundo a contabilidade do DN, das 55 propostas do Governo aprovas, 13 foram aprovadas apenas com os votos favoráveis do PS, que tem maioria absoluta.
Fonte:IOL
Os Portugueses certamente vão pôr-se mais á esquerda e mais á direita…estes dois partidos á muito que vivem para se governar…? e nós os pacóvios a votar em politicas que consideravamos diferentes.. socialistas e social democracia..?
Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%. As Finanças dizem que os dados de 2006 e 2007 não são comparáveis, mas admitem que o número de gestores subiu com os administradores não executivos, diz o «Diário de Notícias».
As administrações das empresas públicas receberam um total de 26,8 milhões de euros no ano passado. Esta soma compreende um universo de 77 empresas que representam cerca de 90% da carteira de participações relevantes do Estado.
O valor médio das remunerações desce para os 323 mil euros por ano, quando excluímos a Caixa Geral de Depósitos, entidade onde o accionista Estado mais paga.
27-07-2008 - 13:08h
«A grande corrupção considera-se impune», diz Cravinho
Médicos obrigados á exclusividade…? E os outros sectores? Porque existem políticos que criam sociedades para depois concorrer para prestação de serviços aos estado, autarquias etc?
Os médicos são sempre os primeiros a ser chamados…são os que mais anos estudam …deviam comprar espelhos e cuidado não vão partir-se ao reflectir a imagem…
Esta nova produção artística, que estreou recentemente em Lisboa e vai desenvolver uma digressão promocional por diferentes cidades portuguesas durante os próximos meses, pretende falar de Fado através da Dança.
Este é o desafio a que a Companhia de Dança Contemporânea de Sintra se propôs responder, nesta nova produção do “Ai! a Dança Atelier” intitulada
“Chama-me Fado”.
Trata-se de um espectáculo exclusivamente dedicado à cultura portuguesa, à qual é dado um cariz de contemporaneidade e modernidade, sem nunca desvirtuar a tradição, com o objectivo de solidificar o trabalho já reconhecido, a nível nacional, de autores e artistas portugueses.
Desde há uns anos a esta parte, a Companhia tem vindo a integrar o Fado nas suas produções, em pequenos apontamentos, remetendo à portugalidade tantas vezes esquecida nas produções de Dança.
“Chama-me Fado” nasce de uma vontade de homenagear a forma tão singular e profunda de ser português.
No momento em que nascia no seio da Companhia o conceito deste espectáculo, surge um outro projecto, de nome Maria Lua, um projecto musical que tem como base as experiências individuais de cada um dos músicos que o compõem, e que resulta numa musicalidade original, com influências na música do mundo, desde a África do Norte, Brasil, Argentina e, como não poderia deixar de ser, a música tradicional portuguesa.
A convite da Companhia de Dança Contemporânea de Sintra, os Maria Lua integram este espectáculo trazendo o Fado tocado e cantado como sentimento e sensação.
Os instrumentos tradicionais do fado foram substituídos pela percussão, guitarra, acordeão e contra-baixo, acompanhados de uma voz que tanto pode ser do Fado, como de outro género musical. Som e movimento unem-se aqui numa expressão do Fado universal, não só portuguesa, mas do mundo.
Neste espectáculo, quatro bailarinas e cinco músicos dão vida a uma interpretação do Fado, não só enquanto música, mas enquanto sentimento, forma de estar e viver. Ao longo do espectáculo cada um dos intérpretes quer dizer ao público, pede ao público: Chama-me Fado, porque é aquilo que eu sou!
“Chama-me Fado” é uma interpretação do viver, amar e sofrer que só nós portugueses entendemos. É o ouvir das canções que sempre nos acompanharam, e acrescentar aos poemas que compõem as suas letras, a linguagem do corpo e da dança.
A DANÇA CONTEMPORÂNEA PARA O GRANDE PÚBLICO
A Companhia de Dança Contemporânea de Sintra, fundada em 2002 pela mão da sua directora artística Lucília Baleixo, tem sido responsável por produções de grande impacto em todo o território de Portugal (“Essência”, “Amo-T”, “Ventos do Oriente Ventos do Ocidente” e “Caminhos”, entre outros), e é das poucas Companhias portuguesas a trabalhar continuamente para o grande público, com base numa filosofia de “democratização” da Dança. A missão é retirar a dança do seu elitismo e transformá-la numa arte acessível e compreensível ao grande público.
Depois da digressão “Ventos do Oriente, Ventos do Ocidente” recheada de sucessos pelas grandes salas do nosso País, incluindo o próprio Coliseu Micaelense em Julho de 2006, a Companhia de Dança Contemporânea de Sintra apresenta agora este novo espectáculo cheio de magia, de alma lusitana e muito ritmo. “Chama-me Fado” fala do Fado Corrido, aquele que vai atrás de quem dança e de quem canta; fala do Fado Menor quando a guitarra, o acordeão e o contrabaixo choram baixinho; fala da nossa saudade, da alma de quem tanto tem para dar; fala do Fado à Desgarrada, tão típico de quem dialoga e discute acesa e vibrantemente o ciúme.
Tal como o açoriano Teófilo Braga afirma: “(…) o ritmo do canto é notado com o bater do pé e com desenvoltos requebros; a dança e a poesia auxiliam-se no que se chama bater o fado.” Afinal o fado viaja pela cultura árabe, cultura africana e, acima de tudo, viaja pelo mar.
As bailarinas da Companhia de Dança Contemporânea de Sintra que participam neste espectáculo são Joana Mestre, Lucília Baleixo, Marta Martinez e Sara Calazans, actuando ao som dos músicos de Maria Lua: Lara Afonso na voz, Carlos Lopes no acordeão, Manú Teixeira na percussão, Rui Silva no contra-baixo e Tiago Oliveira na guitarra. As coreografias são de Joana Mestre, Lucília Baleixo e Marta Martinez, a direcção artística de Lucília Baleixo, a direcção musical de Manú Teixeira e a direcção de Produção do “Ai! A Dança Atelier”.
O “Ai! a Dança Atelier” nasce em 1998, como projecto de criação artística. Desde então, muitos têm sido os projectos criados e desenvolvidos, todos na área da dança, que vão desde a área de ensino (com a criação das Academias de Dança de Sintra I e II, Loures e Azambuja), à área de espectáculos para grande público (através da Companhia de Dança Contemporânea de Sintra e do Cuadro Flamenco – Companhia de Dança Espanhola), até à área empresarial (pela criação de espectáculos de dança e animações exclusivas nos mais diversos eventos). Conta com o desempenho de conceituadas companhias de dança e bailarinos profissionais, de forma a levar para cada evento o melhor e o mais belo que a arte da Dança e do Movimento podem proporcionar.
A título de curiosidade, a tornée anterior produzida pelo “Ai! A Dança”, intitulada “Ventos do Oriente, Ventos do Ocidente”, foi vista por mais de 10.000 pessoas, nas 16 datas que compuseram o seu percurso. Com a nova tornée, a previsão aponta para um aumento de cerca de 50% em termos de datas marcadas (aproximadamente 20 datas), e um acréscimo na ordem dos 70% do número de pessoas que irão assistir a este espectáculo “Chama-me Fado”.
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, criticou hoje o Governo de José Sócrates por incentivar a “monocultura do turismo”, que aumenta as assimetrias no Algarve, em detrimento das pescas e agricultura tradicionais da região algarvia.
Afirmou que o novo código do trabalho é “escandaloso” e “inaceitável” e que o Governo PS devia “ter vergonha de propor a liquidação dos direitos dos trabalhadores, desarrumando a vida das pessoas”, ao pô-las a trabalhar ora 12 horas por dia numa semana, ora seis horas por dia na semana a seguir.
“Os 10 PIN [Projectos de Interesse Público] virados para o golfe e resorts, independentemente do valor que o turismo tem em Portugal, não podem ser razão para o abandono das terras, abate de barcos e esquecimento da industria conserveira”
Na altura das greves dos pescadores, o “Governo não tinha verba disponível para ajudar, mas passadas poucas semanas já tem milhões para destruir a nossa frota pesqueira, enquanto que os pescadores e armadores não são ajudados para desenvolver a actividade”, acusou o líder comunista, especificando que vão ser destruídos 27 barcos.
Estas frases são de Jerónimo de Sousa, líder do PCP.
Mas se este governo fosse PSD estas palavras seriam certamente de Jorge Sampaio, assim em nossa opinião são ” As palavras que nunca te direi ” do Ex. Presidente da República ao actual Governo PS.
Líder madeirense lamenta que «um país teso como Portugal» vá a «Luanda abrir linhas de crédito»
O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, insurgiu-se esta sexta-feira que um «país teso como é Portugal» conceda crédito a uma Angola com «petróleo e diamantes» e recuse à Madeira a possibilidade de contrair empréstimos para o seu desenvolvimento, noticia a Lusa.
«Angola tem petróleo, diamantes e tem mais não sei o quê, um país teso como Portugal vai a Luanda abrir linhas de crédito e a Madeira, que precisa de créditos que é a Madeira que paga, o primeiro ministro proibiu a Madeira de recorrer ao crédito¿, disse numa inauguração no Estreito de Câmara de Lobos.
«O que eu peço é que não criem problemas aos outros, é que não criem problemas ao povo madeirense e que não se vinguem no povo madeirense por razões que são meramente partidárias até porque é feio, estar-se a vingar num povo que está a trabalhar, que está a desenvolver Portugal, aqui, nestas ilhas do Atlântico», acrescentou.
O Centro Comunitário inaugurado esta sexta-feira é uma obra da Câmara Municipal do concelho de Câmara de Lobos que ascendeu a 245 mil euros.
Primeiro-ministro diz que Portugal «não faz julgamentos sobre as escolhas feitas por outros povos»
2.«Temos [Sócrates e Chávez] o mesmo sonho, o mesmo sangue e a mesma utopia»
Disse o presidente da Venezuela na visita a Portugal
3.«Em ti reconhecemos a nobre Europa», diz Chávez a PM
Encontro dos dois líderes celebrou protocolos entre os dois países
4.Em declarações à agência «Lusa», após um encontro com o líder líbio, Muamar Kadafi, o chefe do executivo de Lisboa salientou a importância de um acordo global de cooperação este sábado assinado bem como de quatro memorandos de entendimento que irão permitir equilibrar a balança dos pagamentos entre os países.
5.Cultura e política na agenda de Putin em Portugal
Inauguração de uma exposição, um concerto e encontros com Cavaco e Sócrates
6.Vice-presidente do Zimbabué agradece a Portugal
Bright Matonga diz que o Governo português embaraçou o Reino Unido ao receber Mugabe
7.Cimeira: Kadhafi e Mugabe jantam juntos
Cavaco Silva apadrinhou banquete que reuniu líderes no Palácio da Ajuda
8.O Governo português vai assinar esta quinta-feira de manhã em Luanda novas linhas de crédito com o governo angolano, no início da visita oficial do primeiro-ministro, José Sócrates, a Angola, disse à agência «Lusa» fonte governamental
«A grande corrupção considera-se impune», diz Cravinho
E está a crescer, alerta ex-ministro socialista. »
Não é possivel…ou será?
Resposta pronta como sempre…simplex!!!
O PS “não recebe lições de combate à corrupção” do ex-deputado socialista: Foi assim que o PS reagiu à afirmação de João Cravinho proferida este domingo, de que a grande corrupção “de Estado e política” está a aumentar em Portugal.
Desiludido, por o seu pacote legislativo contra a corrupção ter sido rejeitado pelo PS no Parlamento, João Cravinho assume este chumbo como uma derrota pessoal, «como um soldado no campo de batalha que combateu mas foi derrotado pelo inimigo».
Em entrevista no programa «Diga lá, Excelência», programa do Público, Rádio Renascença e RTP2, o ex-ministro das Obras públicas de António Guterres, reconhece que o Simplex é muito positivo no combate à pequena corrupção, mas, lamenta, «na grande corrupção de Estado, toda a gente tem a sensação que estamos numa situação muito complicada e em crescendo». E porquê? Cravinho explica: «Porque a grande corrupção considera-se impune e age em conformidade e atinge áreas de funcionamento do Estado».
E não só se sente impune, como está a crescer, diz João Cravinho. «Falo com muita gente, advogados, economistas, que dizem que isto está a atingir proporções em alguns grandes negócios que são suspeitos».
Empresa Microfil rejeita quaisquer responsabilidades no processo.
A empresa responsável pela digitalização de requerimentos de cartas de condução garantiu “ser totalmente alheia” ao desaparecimento de 46 mil pedidos, atribuindo o problema ao sistema informático do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT).
Segundo o presidente da Microfil, Manuel Antunes, citado pela agência Lusa, os problemas surgidos não estão do lado da empresa, mas no novo sistema informático do IMTT, ao qual não tem acesso.
Depois de analisar o ficheiro enviado pelo IMTT com a relação dos formulários “desaparecidos”, a Microfil assegura que 87,8% nunca lhes foram entregues e cerca de 16.346 até são posteriores ao contrato que tinha com o instituto, cujas condições “cumpriu até ao fim”.
Dos que chegaram a ser entregues à Microfil, 7.428 (10,2%) não passaram no controlo por falta de assinatura ou de fotografia e foram devolvidos às delegações do IMTT que os haviam expedido, assegurou.
Cerca de trinta ursos carnívoros mantêm reféns um grupo de cientistas russos no seu posto de vigilância, refere o siteAOL.
Os ursos, que reagem à falta de peixe, começaram a atacar humanos na semana passada, quando um urso castanho matou dois dos geólogos. As autoridades afirmaram que os helicópteros não podem voar com más condições meteorológicas o que obriga os cientistas a permanecerem na montanha.
Os geólogos estão armados e preparados para disparar contra qualquer urso que se aproxime do local. O urso Kamchatka, conhecido como o urso castanho é um dos maiores ursos da sua espécie pesando quase 800 quilos.
O porta-voz do Ministério para situações de emergência afirmou: «As pessoas que estão dentro do observatório estão assustadas com a invasão dos ursos. Os ursos têm fome, por alguma razão não têm comida suficiente este Verão».
Um veículo todo o terreno está a caminho do campo, onde a equipa vai esperar pela autorização do Governo para matar os ursos
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