arvore

Chegou uma época do ano em que a maioria de nós anseia libertar-se das obrigações

Deitar para trás meses a fio de stress 

Daquela vida desinteressante do acordar para trabalhar

Daquele serviço que ocupa o nosso corpo, preenche o nosso espaço de vida

Muitas vezes não nos deixa ser

o que realmente somos.

Não nos deixa ser justos com o nosso “Eu”

O meu “Eu” vem ao de cima quando me distancio do meu lugar na sociedade

Quando vou a pé pelo monte deserto e sinto a brisa fresca pela manhã.

Não existem humanos à vista 

Só a natureza seja ela qual fôr, onde fôr, não importa

É naquele momento de solidão que me encontro

Oiço os meus pensamentos

Que naquele preciso momento não se traduzem em angustias ou ansiedade

Trazem-me notícias de quem eu sou, e fico feliz

Por ouvir o que “Sou”

Monte