Entre os dias 3 e 21 de Julho, ocorreram mais de 1.500 incêndios florestais em Portugal, segundo as estatísticas divulgadas no portal da Autoridade Nacional de Protecção Civil.
Foram 1.519 os fogos que consumiram floresta, dos quais a maior percentagem, 640, eclodiu na semana de 10 a 17 de Julho. Os dias com maior incidência foram o último sábado e domingo, que tiveram 140 e 123 fogos, respectivamente.
Só esta segunda-feira deflagraram 105 incêndios, o que corresponde a quase uma quarta parte dos fogos registados a partir do dia 3.

Fogos: «Não há falhas nos postos de vigia»
Garantia foi dada pelo próprio ministro da Administração Interna
![]()
Os postos de vigia para incêndios «estão a funcionar de acordo com as necessidades identificadas» e não há «quebras de segurança» a registar, garantiu o ministro da Administração Interna (MAI), noticia a Lusa.
«Os postos de vigia estão a funcionar de acordo com as necessidades que foram identificadas pela GNR e há postos de vigia que funcionam 24 horas por dia. Não temos nenhuma quebra de segurança a esse nível», afirmou o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, na apresentação das novas unidades móveis do SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal), em Lisboa.
O ministro respondia assim às preocupações levantadas há dias pela Associação Nacional dos Bombeiros Portugueses, que se queixava do horário de funcionamento dos postos de vigia, que, não trabalhando em permanência, dificultavam o trabalho de detecção e comunicação de incêndios.
«Os postos de vigia são apenas responsáveis por 10 por cento das detecções ao nível das detecções de incêndios e durante a noite de apenas 2 por cento. De qualquer das formas, e como durante a noite há menos alertas por outras vias, é evidente que não iríamos deixar a descoberto a rede dos postos de vigia», acrescentou o secretário de Estado da Protecção Civil, José Medeiros.
«A gestão da rede de postos de vigia tem que ser feita com racionalidade, tal como todos os outros meios postos ao serviço dos incêndio», afirmou o secretário de Estado, que acrescentou que «aquilo que foi pedido à GNR é que dentro da sua responsabilidade faça uma gestão de acordo com os graus de risco avaliados».
A piada de tudo isto é como tudo “quase se encobre”
Se fosse noutra governação, certamente já este PS estava a pedir a demissão até do “papa”…
Coisas estranhas se passam por aqui…
Um alentejano dizia á pouco …”é que são os boys…nao sei o que é isso, aqui no aletenjo só temos bois, mas dizem que são mais que muitos e em todos os lados, protegem-se
Só falam do que pode dar votos….e o jornal deve ter muitos dos tais boys ou bois…porque andam todos a piar fininho menina”
Será isso???