Agora já podemos saber se somos ou não stressados e qual a nossa capacidade de ultrapassar a doença do século XXI –
o stress.
A solução chama-se OxiStat Plus e consiste numa análise clínica que avalia o strex oxidativo da pessoa, com o intuito de perceber as características intrínsecas de propensão a este tipo de desiquilibrio.
E o melhor de tudo é que o OxiStat Plus foi desenvolvido por quatro jovens portugueses.
É conhecido por muitos como o mal do século XXI e chega a todas as idades e estratos sociais: o stress é realmente uma praga que veio para ficar e que não pretende deixar-nos em paz…
Sempre atento às novidades e a pensar no bem esta geral, o portal MSN descobriu um projecto original e inovador e, claro está, “Made in Portugal”, que pretende ajudar, inicialmente, os portugueses e, posteriormente o mundo inteiro, na luta contra o stress.
Desenvolvido por quatro génios lusos: António Fernandes, Catarina Gonçalves, Catarina Maia e Renata Blatt, o OxiStat Plus pretende ser uma técnica de ajuda no combate ao stress. “O OxiStat Plus consiste numa análise clínica para avaliar o stress oxidativo da pessoa e perceber quais as suas características intrínsecas de propensão a este tipo de desequilíbrio ou capacidade de ultrapassar estas situações”, explicou Renata Blatt, salientando que “este teste ou avaliação pode ser uma peça muito importante na área da medicina personalizada e na medicina anti-idade. A disponibilização de um serviço como este responde a uma necessidade crescente, abrindo um novo mercado/serviço no segmento das análises clínicas, com forte potencial de crescimento”.
Em palavras miúdas, podemos dizer que o OxiStat Plus funciona como uma nova análise clínica, que combina a análise à propensão genética do individuo em relação ao stress oxidativo, contemplando uma avaliação metabólica que permite identificar os desequilíbrios ao nível das células, em termos de oxidação.
Mas, e de onde partiu a ideia para desenvolver este projecto? A resposta é simples: “este trabalho baseou-se numa profunda investigação do IPATIMUP. Não tendo sido imediatamente orientado para o segmento da análises clínicas e em particular para o stress oxidativo, com o know-how cientifico desenvolvido e um importante avaliação do potencial do mercado, fomos procurar onde poderíamos aplicá-lo de uma forma onde houvesse uma necessidade por explorar de forte potencial de crescimento. Este é um teste inovador. Ainda não existe nada semelhante no mercado mundial”, referiu Renata Blatt.
Com efeito, os quatro investigadores pretendem, numa primeira fase, montar uma empresa de base tecnológica, que assente nas biotecnologias, aproveitanto, igualmente, a crescente necessidade de novos métodos, mais eficazes e inovadores, na área da medicina. Depois, de acordo com Renata Blatt, vai ser “disponibilizado o teste, apenas com a componente genética, seguido do teste na sua versão completa”. O investimento total no OxiStat Plus ronda os dois milhões e 500 mil euros.
As metas para o futuro estão também já delineadas: “que a nossa empresa seja de âmbito mundial, cobrindo os mercados da anti-idade e medicina preventiva, e que atinja um volume de facturação superior a 46 milhões de euros no oitavo ano de existência”, concluiu Renata Blatt.
Sónia de Almeida/Sentido das Letras
MSN