sexta-feira, setembro 03, 2010

Ministérios obrigados a explicar despesa irregular

 

Os ministérios visados pelo relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF) vão ter que justificar as despesas a mais que foram detectadas.

 

 

A indicação foi avançada hoje pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, numa reacção a esta auditoria da despesa pública, que detectou uma derrapagem de 43,5 milhões de euros.

 

Na Defesa, um dos sectores mencionados no relatório da Inspecção-Geral de Finanças, o ministro Nuno Severiano Teixeira já veio a público dizer que a situação das despesas irregulares com pessoal “já está regularizada”.

 

No final de uma reunião com os deputados da comissão parlamentar de Defesa, Severiano Teixeira afirmou que o relatório da IGF é conhecido desde “final de 2007″ e que já tomou medidas “administrativas e legislativas” para responder ao problema.

 

O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, também garante que já foram implementadas medidas para travar a despesa irregular e adiantou que os problemas estavam relacionados “com alguns pormenores das Forças de Segurança, nomeadamente com casas de função, com o suplemento da função policial e com contratações.”

 

RV

Relatório apresenta irregularidades

MAI justifica despesa irregular

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