A Forbes.com diz-lhe quais são…
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Fotografia: Viúvas dos Multimilionários
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Fotografia: As Multimilionárias da Europa
Há sinais de esperança para as mulheres: a nossa quinta lista anual conta com mulheres que ultrapassaram homens na corrida para importantes cargos este ano, entre as quais Lynn Laverty Elsenhans (39º), a nova presidente da Sunoco; Gail Kelly (11º), que preside ao banco australiano Westpac; e Jane Mendillo (42º), que acabou de ser nomeada para gerir o fundo de 35 mil milhões de dólares da Universidade de Harvard.
No total, as mulheres classificadas nesta lista controlam 26 biliões de dólares em todo o mundo.
Todavia, o débil estado da economia mundial coloca muitas das mulheres mais poderosas do mundo numa posição precária em tudo idêntica à dos seus pares masculinos. Este ano, as aflições económicas já custaram os empregos de Patricia Russo, que presidia à Alcatel Lucent que vive tempos atribulados, e Zoe Cruz, ex-presidente do Morgan Stanley. Outras mulheres com importantes cargos também podem estar em perigo.
Muito embora as líderes femininas individuais continuem a subir cada vez mais alto, as mulheres como um todo estão apenas a obter ganhos modestos. Durante uma década, as mulheres têm representado cerca de 46% do total da mão-de-obra nos EUA, mas só ocupam 15% dos principais cargos nas empresas. Além disso, menos de 3% das maiores empresas do país possuem mulheres como directoras-executivas, segundo a Catalyst, uma organização de investigação sem fins lucrativos.
A mulher mais poderosa do mundo, a chanceler alemã Angela Merkel, encabeça a lista pelo terceiro ano consecutivo, sendo a líder feminina eleita democraticamente desta tabela. Sheila Bair, presidente da Federal Deposit Insurance Corp., a agência que garante os depósitos bancários nos EUA e que atravessa muitas dificuldades, estreia-se no segundo lugar, numa altura em que tenta afastar o pânico financeiro no meio de uma crise do crédito a nível mundial.
No 3º lugar surge Indra Nooyi da PepsiCo, sendo a mulher de negócios melhor classificada, num momento em que expande o gigante das bebidas e alimentos a nível internacional para fazer face a um declínio na preferência dos americanos pela gasosa e batatas fritas.
Angela Braly (4º), a presidente da grande empresa de seguros de saúde WellPoint, sofreu um revés esta Primavera quando a sua revisão em baixa das previsões financeiras provocou uma queda nas acções, despoletando a ira dos investidores e empregados.
fonte:iol
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