
O Império Americano em colapso
O investimento do Estado na economia provou novamente nesta quinta-feira, um dia após a aprovação da injeção de dinheiro público norte-americano para os banqueiros, que os capitalistas estão à procura de métodos para conter a crise e só encontram os retrógrados. Nem mesmo um investimento recorde deu 24 horas de fôlego, como alguns economistas do mais alto escalão da burguesia norte-americana haviam adiantado. US$ 700 bilhões não irão nivelar o chão do rombo que os maiores bancos do planeta causaram.
Esta é a maior crise da história capitalista pela sua extensão, não apenas pela dependência que o mercado imperialista impôs a inúmeros mercados no mundo mas sobretudo pelo montante da crise. Analistas econômicos da burguesia imperialista chegaram a colocar como o limite que se pode atingir da verba necessária para alimentar um aquecimento da economia, quase um PIB norte-americano.
A colocação que foi repudiada pelos banqueiros em um primeiro momento mostra estar muito mais perto da realidade que a bravata do governo Bush, dos democratas e dos republicanos, de qualquer acordo que seja possível de salvar a economia capitalista mundial da crise. ( http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=9347 )
Comentário dos salteadoresdaarca:

Urbanizações sem Fé
Quando a verdade abrir o pano de palco das economias de escala, não haverá plano algum que evite o descalabro das maiores multinacionais com bandeira dos EUA, da Europa à Àsia.
Durante anos foi-se especulando, procurando ganhar aquilo que não existia. A riqueza foi aumentando sem ter por base um valor sustentável. Os EUA levaram o Mundo para um colapso previsível, desconhecia-se era o momento.
E o momento foi criado pelos mesmos especuladores de sempre. Que viram nas matérias primas mercado para ganharem aquilo que muitos no mundo tiveram que pagar um preço alto de mais que não conseguiram suportar. E a bolha rebentou.

Milhões de pessoas vão ser privadas de casa
Agora procura-se esconder o verdadeiro problema. Que as economias são de escala, e as falências vão suceder-se e vão cair as maiores empresas em diversos sectores, pelo mundo fora, criando o maior nível de desemprego alguma vez visto e vai demorar uma década a repôr a normalidade económica mundial.
A começar pelo preço do petróleo. Pelas matérias primas básicas, o trigo, o milho, o arroz, etc.

Falta comida a milhões de pessoas e esta crise veio aumentar os números