Buenos Aires, 01 Jul (Lusa) – A gripe A (H1N1) vai levar a Argentina a reforçar o quadro médico nos hospitais, com mais dois mil clínicos na província de Buenos Aires, porque muitos profissionais adoeceram, foi hoje anunciado.
O anúncio foi feito por Claudio Zin, ministro da Saúde da Província de Buenos Aires, onde a gripe A já matou 29 pessoas e causou um absentismo do pessoal sanitário de 40 por cento.
“Temos um absentismo de 40 por cento porque os médicos e as enfermeiras também adoecem”, frisou o governante, acrescentando que o pedido, na segunda-feira, de mais pessoal sanitário foi concedido.
De acordo com o último boletim, uma das áreas mais atingidas pela doença é a Província de Buenos Aires, onde 376 casos foram confirmados e 13 pessoas morreram. A maioria dos infectados (26%) tem idade entre 5 e 9 anos.
No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que as viagens para países com transmissão sustentada – que incluem os Estados Unidos, o México, Canadá, Chile, a Argentina e Austrália – sejam adiadas.
Edição: Graça Adjuto
Mortes por gripe suína na Argentina chegam a 17
Gripe suína já atinge mais de 100 países
Brasília - O Ministério da Saúde argentino informou que 17 pessoas já morreram vítimas da influenza A (H1N1) – gripe suína – no país. A Argentina é o país da América do Sul com o maior número de óbitos provocados pela doença e o segundo em total de casos confirmados (1.294) – fica atrás apenas do Chile (5.186).