sexta-feira, julho 30, 2010

BE tenta salvar a Saúde de Portugal! Terá cura?

Como se tem sido lido por aí, os novos médicos que estão na especialidade e os que a terminaram, auferem na ordem dos 1.300 euros e algumas especialidades com cargas horárias de 12 a 14 horas que não são pagas e são “obrigados” a estar calados…

COMO QUER O BE TRAZER OS MÉDICOS que estão a acabar o curso no estrangeiro, onde estes ganhariam hoje 8.000 euros e sem especialidade ??? (ver anúncios de Inglaterra…)

A destruição do SNS já é uma certeza para a maioria dos Portugueses que a usam. A notícia abaixo mostra-nos que (Hospital de S.Marcos)…vai para além da falta de médicos e da exaustão dos que restam no SNS. Pode juntar-se a QUALIDADE dos Medicamentos com que os médicos são OBRIGADOS a trabalhar. Decidido pelos GESTORES HOSPITALARES onde o lucro é o NEGÓCIO da MÁ SAÚDE.
Os Médicos e profissionais de saúde certamente que sentem vontade de emigrar… Ganham mal, sem horários, exaustão após as horas que humanamente é impossivel não errar, sem vida privada e fazem o doente correr riscos…? Talvez por tudo isto muitos estarem a faze-lo. Quem está Mal muda-se! O Povo é quem decide em maiorias…Mas quando se decide a pensar em papão de direitas e socialistas que não existem… paga-se caro!!!

A Noticia:

Grupo Mello impõe medicamento mais barato com efeitos «insuportáveis»
Doentes do Hospital de S. Marcos obrigados a assinar «consentimento informado»
O Grupo Mello Saúde substituiu o medicamento Octagam por Flebogamma no Serviço de Neurologia do Hospital de S. Marcos, em Braga, por ser mais barato. Os doentes, no entanto, dizem que o novo tem efeitos secundários «insuportáveis», noticia o JN.

Os doentes neurológicos foram obrigados a assinar um «consentimento informado», onde autorizaram a nova terapêutica e as suas consequências, e estão a ser tratados com o novo medicamento há duas semanas.

«Tomei uma vez o novo medicamento e senti-me tão mal que acabei na urgência do hospital», contou a paciente Sílvia Rodrigues.

Nos «consentimentos informados» também consta a assinatura do médico que acompanha o tratamento e alguns escreveram mesmo que a substituição do mediamento foi «imposta pelo Conselho de Administração».

Em comunicado enviado ao JN, a administração do J. Mello Saúde confirma a alteração de medicamento: «O hospital, agora inserido num grupo de saúde que faz periodicamente os seus concursos para a aquisição destes produtos, tem disponível o medicamento em causa (Flebogamma), a imunoglobulina humana, aprovada pelo INFARMED e considerada como bioequivalente à outra marca comercial em uso no país.»

«Assumida a qualidade do produto, o preço é um factor tido em conta para a escolha em concurso», conclui a nota do Grupo Mello Saúde.

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