Shirley Bassey - BIG SPENDER

Posted by O Farol on julho 17th, 2008

 

Pop song

<a href="http://youtube.com/watch?v=VQ7fQD3FiTk">http://youtube.com/watch?v=VQ7fQD3FiTk</a>

Nascida em 1937 no País de Gales, Shirley Bassey começou cantando em clubes noturnos para homens. Já conhecida no Reino Unido, no final da década de 50 emplacou com o sucesso “As I Love You”, ao qual seguiram-se muitos outros. Uma das maiores porta-vozes dos hinos gays, Bassey emplacou sucessos como “Goldfinger”, “Diamonds Are Forever”, “Moonraker” e “I Am What I Am”.

Alô ! Estou ?? Daqui Fala Das Finanças……piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Posted by O Farol on junho 3rd, 2008

call center

 

Ministério das Finanças garante que está em causa filosofia de interacçãoOs funcionários dos impostos vão mesmo passar a telefonar aos devedores para os pressionar a pagar dívidas em atraso, avança o jornal «Público».

 

Os contactos serão feitos por telefone ou por e-mail. O objectivo é regularizar os impostos.

A medida já foi comunicada a vários serviços de finanças. A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) vai disponibilizar aos chefes de cada serviço de finanças, os contactos de todos os contribuintes que tenham senha de acesso à página de declarações electrónicas da DGCI.

Actualmente, a administração fiscal tem emitidas mais de 6,6 milhões de senhas.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=958656&div_id=1730

Finanças

Comentário dos salteadoresdaarca:

Este Governo está mesmo no TOP DA TECNOLOGIA DE PONTA. Em termos de Finanças somos os melhores, desde a cartinha a informar que lhe vai ser penhorado o salário, contas bancárias, o seu carrinho, a sua casa de habitação,etc. E depois de verificados alguns abusos que nem no tempo da outra senhora se viram. Agora o Governo vai fazer CALL CENTER:  alô daqui é a Rita das Finanças, tenho prazer de o informar que tem até ao dia 15 do mês que vem para pagar o que deve. E é com todo o prazer que o informo com os cumprimentos do Sr. Ministro das Finanças que caso não pague, já temos a correspondência pronta a seguir para  a Conservatória do Registo Predial para lhe penhorar a sua casa de habitação. Foi um prazer . ATÉ JÁ……

Portugal

 

 

“Terra dos Papagaios” á procura de uma Identidade…

Posted by Melita on maio 24th, 2008

O gentílico “brasileiro” surgiu no século XVI e referia-se inicialmente apenas aos que comercializavam pau-brasil.

 

Passou depois a ser usado informal e costumeiramente para identificar os nascidos na colónia e diferenciá-los dos vindos de Portugal; entretanto foi só em 1824, na primeira constituição brasileira, que o gentílico “brasileiro” passou legalmente a designar as pessoas naturais do Brasil.

Antes de ficar com a designação actual “Brasil” as novas terras descobertas foram designadas de: Monte Pascoal (quando os portugueses avistaram terras pela primeira vez), Terra dos Papagaios (primeiros contactos, designação mais popular), Ilha de Vera Cruz, Terras de Santa Cruz, Nova Lusitânia, Cabrália, etc.

A História do Brasil foca-se na evolução do território e da sociedade brasileiros que, canonicamente, se estende desde a chegada dos portugueses, em 1500, até aos nossos dias.

A periodização tradicional divide a História brasileira, normalmente, em quatro períodos gerais: Pré-Descobrimento (até 1500), Colónia (1500 a 1822), Império (1822 a 1889) e República (de 1889 aos dias actuais) 

Período Pré-Descobrimento (…-1500)

Quando descoberto pelos portugueses em 1500, estima-se que o território que conhecemos hoje (a costa oriental da America do Sul), era habitado por 2 milhões de indígenas, do norte ao sul.

 

A população ameríndia era repartida em grandes nações indígenas compostas por vários grupos étnicos entre os quais se destacam os grandes grupos tupi-guarani, jê e aruaque. Os primeiros eram subdivididos em guaranis, tupiniquins e tupinambás, entre inúmeros outros. Os tupis encontravam-se entre o Rio Grande do Sul e o Rio Grande do Norte. Segundo alguns autores os tupis foram “a primeira raça indígena que teve contacto com o colonizador e também a de maior presença, com influência no mameluco, no mestiço, no luso-brasileiro que nascia e no europeu que se fixava”. A influência tupi verificou-se na alimentação, no idioma, nos processos agrícolas, de caça e pesca, nas superstições, nos costumes e no folclore, como explica o historiador Luís da Câmara Cascudo: “O tupi era a raça histórica, estudada pelos missionários, dando a tropa auxiliar, recebendo o baptismo e ajudando o conquistador a expulsar inimigos de sua terra. 

Período Colonial (1500-1808)

A chegada dos portugueses

 

Corte no Brasil (1808-1822)

Mudança da Corte e Abertura dos Portos

 

Império (1822-1889)

Primeiro Reinado - Dom Pedro I.

Libertação dos Escravos

Os primeiros movimentos contra a escravidão foram feitos pelos missionários jesuítas, que combateram a escravização dos indígenas mas toleraram a dos africanos.

O fim gradual do tráfico negreiro foi decidido no Congresso de Viena, ainda em 1815. Desde 1810 a Inglaterra fazia uma série de exigências a Portugal e passou a reprimir violentamente o tráfico a partir de 1845, com a Lei Aberdeen. Em 1871, o Parlamento Brasileiro aprovou e a Princesa Isabel assinou a Lei 2.040, conhecida como Lei Rio Branco ou Lei do Ventre Livre, determinando que todos os filhos de escravos nascidos desde então seriam livres a partir dos 21 anos. Em 29 de Setembro de 1885, promulgou-se uma outra lei, a Lei dos Sexagenários (Lei Saraiva-Cotegipe). Desde 1880, havia sido criada a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão que, juntamente com a Associação Central Abolicionista e outras organizações, passou a ser conhecida pela Confederação abolicionista liderada por José do Patrocínio, filho de uma escrava negra com um padre. Em 1884, os governos do Ceará e do Amazonas resolveram abolir a escravidão, no que foram pioneiros.

O primeiro-ministro conservador João Alfredo promoveu a votação de uma lei que determinava a extinção definitiva da escravidão. A 13 de Maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que já havia sido aprovada pelo Parlamento, abolindo toda e qualquer forma de escravidão no Brasil.

A aristocracia escravista, oligarquia rural arruinada com a abolição sem indemnização, culpou o governo e aderiu ao Partido Republicano na oposição ao regime: uma das consequências da abolição seria a queda da Monarquia. A economia cafeeira paulista, porém, quando comparada à de outras regiões, não sofreu abalos, pois já se baseava na mão-de-obra livre, assalariada.

Muitos escravos negros permaneceram no campo, praticando uma economia de subsistência em pequenos lotes, outros buscaram as cidades, onde entraram num processo de marginalização. Desempregados, passaram a viver em choças e barracos nos morros e nos subúrbios.

O Brasil foi o último país das Américas a abolir a escravidão.

Cultura:

A cultura brasileira reflecte os vários povos que constituem a demografia deste país sul-americano: indígenas, europeus, africanos, asiáticos,árabes etc. Como resultado da intensa miscigenação de povos, surgiu uma realidade cultural peculiar, que sintetiza as várias culturas.

A tensão entre o que seria considerado uma cultura popular e uma erudita sempre foi bastante problemática no país.

Durante um longo período da história, desde os Descobrimentos até meados dos séculos XIX e XX, a distância entre a cultura erudita e a popular era bastante grande: enquanto a primeira buscava ser uma cópia fiel dos cânones e estilos europeus, a segunda era formada pela adaptação das culturas dos diferentes povos que formaram o povo brasileiro num conjunto de valores, estéticas e hábitos rejeitado e desprezado pelas elites.

Hoje que terão decidido????

<a href="http://youtube.com/watch?v=KwITR-c56vo">http://youtube.com/watch?v=KwITR-c56vo</a> 

<a href="http://youtube.com/watch?v=e-oX2XfVJQE">http://youtube.com/watch?v=e-oX2XfVJQE</a>

 

Alerta para as Mulheres - a saúde em 1ºlugar

Posted by O Farol on maio 22nd, 2008

Alerta do INFARMEAlerta para as Mulheres - a saúde em 1ºlugar D

O Ministério da Saúde, preocupado com o que vem a acontecer no mercado, no que diz respeito ao uso inadequado de alguns medicamentos, vem a público prestar os seguintes esclarecimentos às mulheres:

Nome do Medicamento: Homem

Indicações: Homem é recomendado para mulheres em geral. Homem é eficaz no controle do desânimo, da ansiedade, irritabilidade, mau-humor, insónia, etc.

Posologia e modo de usar: Homem deve ser usado pelo menos três vezes por semana. Se não desaparecem os sintomas, aumente a dosagem. Homem é apropriado para uso externo ou interno, conforme as necessidades da mulher.

Precauções: Mantenha longe do alcance das amigas. Manuseie com cuidado, pois Homem explode sob pressão, principalmente quando associado a álcool etílico. É desaconselhável o uso imediato após as refeições.

Efeitos Secundários: O uso excessivo de Homem pode produzir dores nas ancas, dores abdominais, entorses, fracturas lombares, assim como ardor na região pélvica. Recomenda-se banhos de assento, repouso, e contar vantagem para a melhor amiga.

Efeitos Colaterais: O uso inadequado de Homem pode acarretar gravidez e acessos de ciúmes. O uso frequente de produtos da mesma espécie pode causar enjoo, fadiga crónica e em casos extremos, lesbianismo.

Prazo de Validade: O número do lote e a data de fabricação encontram-se no Bilhete de Identidade e no cartão de crédito.

Composição: Água, tecidos orgânicos, ferro e vitaminas do complexo P.

Cuidados: Existem no mercado algumas marcas falsificadas, a embalagem é de excelente qualidade, mas quando desembrulhado, verifica-se que o produto não fará efeito nenhum, muito pelo contrário, o efeito é totalmente oposto, ou seja, além de não ser eficaz no tratamento das mulheres, pode agravar os sintomas e até inibir o efeito do medicamento correcto.

Instruções para o perfeito funcionamento de um Homem:

1 - Ao abrir a embalagem, faça uma cara neutra: não se mostre muito empolgada com o produto. Se fica muito seguro de si, o homem não funciona bem, vive dando defeito.

2 - Guarde em local fresco (homem fedorento não dá) e seguro (não se esqueça que ele é o sexo frágil).

3 - Deixe fora do alcance daquela vizinha loira e sorridente. Ela pode fazer um estrago no seu produto.

4 - Para ligar, bastam uns beijinhos no pescoço pela manhã. Para desligar, providencie uma noite de sexo. Ele dorme feito um pedra e não diz nem boa noite (falta de educação é um defeito de fabrico).

5 - Carregue as baterias três vezes por dia: café da manhã, almoço e jantar. Mais do que isso provoca pneuzinhos indesejáveis.

Atenção: Homem não tem garantia e todas as espécies são sujeitas a defeitos de fabrico, como: deixar toalha molhada na cama, urinar na tampa da sanita, deixá-la levantada, fazer bagunça, espalhar as coisas, criticar, reclamar, auto-exaltar-se, beber demais, comer cebola, esquecer datas de aniversário, roncar, etc. Não existe conserto.

Os reis da comédia …Chavez, etc

Posted by Melita on maio 12th, 2008

Leio na “Folha de S. Paulo” que o meu querido Hugo Chávez tenciona convocar referendo em 2010 para estabelecer uma reeleição sem limite. Se os venezuelanos quiserem, Chávez ficará no poder, construindo a sua Venezuela Socialista e Bolivariana até morrer. Isso, claro, se Chávez morrer. Eu, pessoalmente, tenho as minhas dúvidas: um homem como Chávez está talhado para a eternidade e não excluo que, aos 150 ou 200 anos (contar com a medicina), o grande comandante estará animadamente a injurir George Bush 4 (bisneto do atual).

Mas se a morte vier, nenhum drama: bastará empalhar Chávez e ele continuará a governar em espírito. E com vantagens: um boneco, por definição, não contribui para os gastos de Estado em viagens e outros cortejos. É até provável que um Chávez empalhado seja mais sensato, e invulgarmente menos ridículo, do que o Chávez atual. Porque essa é a questão: não há nada mais ridículo do que um caudilho com tendências autoritárias. Nem vale a pena descer às “idéias” políticas do homem, que no essencial se resumem numa palavra: petróleo. Está tudo na estética da coisa. A estética é anterior a qualquer ética.

O caso, notem, não é exclusivo de Chávez. Muito menos da esquerda ou da direita. E qualquer leitor pode fazer uma experiência caseira: basta olhar para imagens de arquivo –de Hitler a Mugabe, de Mussolini a Idi Amin, sem esquecer os fabulosos irmãos Castro– e deixar que os olhos regressem à candura da infância. A infância é sábia. A infância não mente. E é impossível conter o riso perante os próceres: os gestos, as palavras. O vestuário. A boçalidade grandiloquente. E a inexplicável aceitação das massas, que, ao mínimo sinal do líder, deveriam simplesmente rir com a piada. Porque todos os ditadores têm piada.

Essa, aliás, é a marca distintiva da espécie. E talvez por isso ela esteja sempre tão interessada em reprimir qualquer manifestação de humor. Platão, na sua “República” ideal, procurava banir o teatro, considerado nocivo para a educação virtuosa dos homens? Platão sabia do que falava: a crítica social, sobretudo quando embrulhada no humor de Aristófanes, podia ser a desagregação da sua “utopia”. Os herdeiros de Platão seguiram-lhe os passos, fuzilando ou aprisionando os autores de todas as piadas (lembrar Mandelstam e sua paródia de Stálin). O que não significa necessariamente que as piadas não se tenham espalhado.

Nos antigos regimes comunistas do Leste da Europa, as anedotas eram uma forma de vida, no sentido mais literal: uma forma de suportar a realidade pela desconstrução do absurdo em que homens viviam. Conta Ben Lewis, em número recente da britânica “Prospect”, que nos últimos três anos do regime Ceausescu, na Romênia, as piadas duplicaram. Parece que é uma lei: à medida que o regime se torna mais falso e desumano, aumenta o desespero. E o grande humor alimenta-se diretamente do desespero.

Mas não apenas no Leste da Europa: o cineasta e escritor Rudolph Herzog resolveu publicar recentemente um livro onde recolhe as piadas que também circulavam na Alemanha nazista. Piadas de procedência judaica, na grande maioria. Como esta:

Adolf Hitler visita um asilo de loucos. Os pacientes fazem a saudação: braço estendido, “Heil Hitler!” na boca. Um dos presentes, porém, parece relutante em levantar o braço (e a voz). O velho Adolfo aproxima-se do homem e grita:

- Por que motivo o senhor se recusa a fazer a saudação?

O homem responde:

- Mein Führer, eu sou o enfermeiro, não sou demente como os outros.

Os reis da comédia ...Chavez, etc foto-coutinho João Pereira Coutinho, 31, é colunista da Folha. Reuniu seus artigos para o Brasil no livro “Avenida Paulista” (Ed. Quasi), publicado em Portugal, onde vive. Escreve quinzenalmente, às segundas-feiras, para a Folha Online.

E-mail: jpcoutinho.br@jpcoutinho.com

Michael Jackson Surprise - Britains Got Talent Suleman Mirza

Posted by Melita on abril 28th, 2008

<a href="http://youtube.com/watch?v=PdEw8xnsZDI">http://youtube.com/watch?v=PdEw8xnsZDI</a>

Touro Voador

Posted by O Farol on março 30th, 2008

Uma Tourada com um animal com qualidades atléticas :)

 

touro.jpg

 

<a href="http://youtube.com/watch?v=lwyARzLHZ5M">http://youtube.com/watch?v=lwyARzLHZ5M</a>

Sombras com mãos

Posted by Melita on março 30th, 2008

<a href="http://youtube.com/watch?v=ossNfQFl9fw">http://youtube.com/watch?v=ossNfQFl9fw</a>

Fernet Czech Beer Advert - Ideal Woman - A mulher ideal?

Posted by Melita on março 30th, 2008

<a href="http://youtube.com/watch?v=8qO3tTu8H9M">http://youtube.com/watch?v=8qO3tTu8H9M</a>

Fio-Dental

Posted by Melita on março 29th, 2008

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