
Um dia de Sol que acaba
Mas que renasce no dia seguinte
Como num dia de tempestade
Em que temos a certeza que por cima daquelas nuvens
está o azul celeste que todos queremos ver
Mais um dia de Sol
com muito amor

Um dia de Sol que acaba
Mas que renasce no dia seguinte
Como num dia de tempestade
Em que temos a certeza que por cima daquelas nuvens
está o azul celeste que todos queremos ver
Mais um dia de Sol
com muito amor

À distância aqui me encontro com o meu amor
É um amor cheio de flores e côres
Por vezes difíceis de conciliar
Entre a idas e vindas da própria vida
Mas eu sei que são flores, de muitas côres
Se faz o meu amor por ti
Aqui deixo a prova de que mesmo distante
Estás sempre presente

Descendentes de escandinavos, Peggy Lee nasceu com o nome Norma Deloris Egstrom no interior dos EUA de onde saiu para conquistar a fama ao lado de BigBands e no cinema. Sétima filha de uma prole de oito, sua infância foi dura. Perdeu a mãe aos quatro anos, sua madrasta costumava ser violenta e seu pai começou a beber a tal ponto que aos quatorze ela se desdobrava para cumprir algumas de suas tarefas na companhia de trem onde trabalhava.
Em 1941 foi contratada pelo bandleader Benny Goodman com quem gravou um ano mais tarde seu primeiro grande sucesso “Why don’t you do right”, vendendo mais de um milhão de cópias. Por dois anos consecutivos excursionou com o bandleader pelos EUA apresentando-se nos mais disputados salões.
Na noite da última segunda-feira, 21 de janeiro de 2002, a cantora e compositora Peggy Lee que já vinha tendo problemas cardíacos há três anos, morreu de enfarte em sua casa em BelAir, Los Angeles aos 81 anos.
http://www.ejazz.com.br/detalhes-artistas.asp?cd=184
Never know how much I love you
Never know how much I care
When you put your arms around me
I get a fever that’s so hard to bear
You give me fever (you give me fever) when you kiss me
Fever when you hold me tight (you give me fever)
Fever … in the mornin’
Fever all through the night
Sun lights up the day time
Moon lights up the night
I light up when you call my name
’cause I know you’re gonna treat me right
You give me fever (you give me fever) when you kiss me
Fever when you hold me tight (you give me fever)
Fever … in the mornin’
Fever all through the night (WOW!!)
Everybody’s got the fever
That is somethin’ you all know
Fever isn’t such a new thing
Fever started long time ago
(You give me fever)
Baby, turn on your love light (yeah, yeah)
Let it shine on me (yeah, yeah)
Well, baby, turn on your love light (yeah, yeah)
And let it shine on me (yeah, yeah)
Well, just a little bit higher (yeah, yeah)
And just a little bit brighter, baby (yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever.

Chegou uma época do ano em que a maioria de nós anseia libertar-se das obrigações
Deitar para trás meses a fio de stress
Daquela vida desinteressante do acordar para trabalhar
Daquele serviço que ocupa o nosso corpo, preenche o nosso espaço de vida
Muitas vezes não nos deixa ser
o que realmente somos.
Não nos deixa ser justos com o nosso “Eu”
O meu “Eu” vem ao de cima quando me distancio do meu lugar na sociedade
Quando vou a pé pelo monte deserto e sinto a brisa fresca pela manhã.
Não existem humanos à vista
Só a natureza seja ela qual fôr, onde fôr, não importa
É naquele momento de solidão que me encontro
Oiço os meus pensamentos
Que naquele preciso momento não se traduzem em angustias ou ansiedade
Trazem-me notícias de quem eu sou, e fico feliz
Por ouvir o que “Sou”


Nos nossos dias a vida serena não é
O futuro das nossa vidas não sabemos
O presente também não é coisa certa
Temos um caminho
Muitas pedras a passar
Curvas a contornar
A corrida na vida é hora a hora
Pois ao minuto nem a sentimos
Tal é a pressa que o nosso passo avança
Que ao segundo que passa
Passa um pensamento a correr
Pela vida a querer ” Ser”


I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy’s eyes
Listen as the crowd would sing:
“Now the old king is dead! Long live the king!”
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt, pillars of sand
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I cant explain
Once you know there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
(Ohhh)
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in.
Shattered windows and the sound of drums
People could not believe what I’d become
Revolutionaries Wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can not explain
I know Saint Peter wont call my name
Never an honest word
And that was when I ruled the world
(Ohhhhh Ohhh Ohhh)
Hear Jerusalem bells are ringings
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can not explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Oooooh Oooooh Oooooh”

Don’t Give Up, You Are Loved
Don’t give up
It’s just the weight of the world
When your heart’s heavy, I
I will lift it for you
Don’t give up
Because you want to be heard
If silence keeps you, I
I will break it for you
Everybody wants to be understood
Well I can hear you
Everybody wants to be loved
Don’t give up
Because you are loved
Don’t give up
It’s just the hurt
That you hide
When you’re lost inside, I
I’ll be there to find you
Don’t give up
Because you want to burn bright
If darkness blinds you I
I will shine to guide you
Everybody wants to be understood
Well I can hear you
Everybody wants to be loved
Don’t give up
Because you are loved
You are loved
Don’t give up
It’s just the weight of the world
Don’t give up
Everyone needs to be heard
You are loved

A SOMBRA SOU EU

A minha sombra sou eu,
ela não me segue,
eu estou na minha sombra
e não vou em mim.
Sombra de mim que recebo luz,
sombra atrelada ao que eu nasci,
distância imutável de minha sombra a mim,
toco-me e não me atinjo,
só sei dó que seria
se de minha sombra chegasse a mim.
Passa-se tudo em seguir-me
e finjo que sou eu que sigo,
finjo que sou eu que vou
e que não me persigo.
Faço por confundir a minha sombra comigo:
estou sempre às portas da vida,
sempre lá, sempre às portas de mim!
( Almada Negreiros )

Vim para te ler….
E não encontrei a promessa de ter
Umas palavras tuas ver
Cada letra tem que ser pensada
E com o coração formar palavras de sentimento
A rotina dos diálogos quebrar, para num livro ler
Expressar o afecto e o sentimento nas letras
Não é dos poetas, é dos Homens que sentem
Aqui deixo sentimentos nas minhas letras

Mais vale ser um cão raivoso do que um carneiro a dizer que sim ao pastor o dia inteiro e a dar-lhe de lã e da carne e da vida e do traseiro mais vale ser diferente do carneiro um cão raivoso que sabe onde ferra olhos atentos e patas na terra. Viva o cão raivoso tem o pelo eriçado seu dente é guloso e o seu faro ajustado Cão raivoso, cão raivoso, cuidado. Mais vale ser um cão raivoso que um caranguejo que avança e recua e depois solta um bocejo e que quando fala só se houve a garganta no gargarejo mais vale não ser como o caranguejo um cão raivoso que sabe onde ferra olhos atentos e patas na terra. Viva o cão raivoso tem o pelo eriçado seu dente é guloso e o seu faro ajustado Cão raivoso, cão raivoso, cuidado. Mais vale ser um cão raivoso que uma sardinha metida, entalada na lata educadinha pronta a ser comida, engolida, digerida e cagadinha Mais vale ser diferente da sardinha um cão raivoso que sabe onde ferra ferra fascistas e chama-lhe um figo olhos atentos e patas na terra. Viva o cão raivoso tem o pelo eriçado seu dente é guloso e o seu faro ajustado Cão raivoso, cão raivoso, cuidado. Mais vale ser um cão raivoso dentes à mostra estar sempre pronto a morder e a dar resposta a toda e qualquer podridão escondida dentro da crosta dentro da crosta das belas ideias gato escondido de rabo de fora dentro da crosta das belas ideias gato escondido de rabo de fora.
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