Cinegrafista registra monstro de lago na Suécia -video

Posted by Melita on setembro 5th, 2008

Claudia Varejão Wallin

 Uma equipe de filmagem sueca afirma ter capturado a imagem do lendário Monstro do Lago, uma criatura que, segundo diversos testemunhos, viveria nas profundezas do lago Storsjön, no centro da Suécia, desde o século XVII.

 Cinegrafista registra monstro de lago na Suécia -video LakeStorsjon

 Exibidas na TV sueca, as imagens borradas mostram uma silhueta longa e estreita movendo-se no lago. O vídeo foi filmado por uma das câmeras instaladas há cinco meses por uma equipe independente de filmagem em uma pequena ilha do lago, o quinto maior da Suécia.

 

Segundo relatos, a mítica criatura, apelidada de Storsjöodjuret, teria entre 3,5 e 14 metros de comprimento, uma cabeça enorme, um longo pescoço e pelo menos três corcovas.

 As tentativas de encontrar o suposto monstro tem gerado um interesse cada vez maior por buscas no lago Storsjön, na região de Jämtland.

 O número de câmeras instaladas no lago está aumentando para 30, e a rede americana de TV NBC anunciou planos de documentar a caça à criatura.

 Idade do Gelo

A história do Storsjöodjuret tem fascinado curiosos e caçadores de monstros nos últimos 400 anos.

 Os primeiros relatos sobre o suposto monstro datam de 1635, e desde então foram documentados 200 testemunhos de 500 pessoas que juram ter visto a “besta do lago”.

 Uma das diferentes teorias dá conta de que o monstro teria ficado aprisionado nas águas do Storsjön durante a Idade do Gelo, há 11 mil anos.

 Em uma antiga ruína localizada na ilha de Frösön, situada no lago, foi encontrado o desenho de uma serpente, ao lado de uma cruz. Inscricões na local dizem que embaixo daquela pedra vive uma imensa serpente.

 Caçadores de monstro

Diversas expedições já tentaram encontrar a criatura. Em 1894, um capitão sueco chamado Dedering criou uma companhia com o objetivo de capturar o misterioso animal, em uma caça patrocinada em parte pelo rei sueco Oskar II.

Em 1986, as autoridades de Jämtland chegaram a anunciar a proibição de “matar, ferir ou capturar” o monstro.

 

Em julho de 1996, imagens do que seriam a criatura foram registradas em vídeo pelo sueco Gun Britt Widmark, de 67 anos, durante uma expedição de barco pelo lago.

 

Dois anos mais tarde, uma missão famosa reuniu um grupo de pesquisadores suecos e o explorador Adrian Shine, líder do projeto de buscas a Nessie, o monstro do Lago Ness, na Escócia.

 

Nenhum resultado significativo foi obtido, mas o mistério continua atraindo caçadores de monstros.

 

“Todos os anos ouvimos relatos de pessoas que afirmam ter visto o monstro”, disse Sten Rentzhog, da Sociedade de Investigação Científica do Lago Storsjö, que coleciona os testemunhos sobre o Storsjöodjuret realizados desde 1635.

 

“Há inclusive relatos de mergulhadores que dizem ter encontrado a criatura”, acrescenta ele.

 

Apesar dos vários testemunhos e expedições já realizados, nenhuma imagem nítida da criatura do lago Storsjön foi registrada até o momento.

» Lago Ness: homem diz que filmou monstro
» Réplica do monstro do engana fãs

 BBC Brasil 

Storsjöodjuret captured on tape

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Ex-sócio de ministro compra antiga prisão…

Posted by Salteadora on setembro 4th, 2008

Cadeia vendida por menos dinheiro do que custou. Ministério é «alheio»

 Ex-sócio de ministro compra antiga prisão…

O Estabelecimento Prisional de Brancanes foi extinto pelo ministério da Justiça em Maio do ano passado e vendido em Novembro ao ex-sócio de Alberto Costa, António Lamego, noticia o jornal Público. Em nota de imprensa, o ministério diz que é «alheio» ao negócio.

 

Este foi o primeiro estabelecimento prisional vendido pelo Estado a privados, no âmbito do programa de alienações lançado em 2006 por Alberto Costa.

 Ex-sócio de ministro compra antiga prisão…

A propriedade, que em 1998 tinha custado quatro milhões de euros ao Ministério da Justiça, foi agora vendida à imobiliária Diraniproject III por 3,4 milhões, empresa detida em 99, 2 por cento pelo advogado António Lamego. A sociedade do ministro e do advogado foi desfeita em 2005.

 

Criado em 1998 e instalado no antigo Convento de Brancanes, mesmo à entrada de Setúbal para quem vem de Azeitão, o Estabelecimento Prisional de Brancanes foi extinto pelo Ministério da Justiça, por já não reunir as «condições de habitabilidade que as actuais normas» exigem e devolvido à Direcção-Geral do Património, entidade gestora do património do Estado.

 

«O Ministério da Justiça é alheio ao processo de alienação do imóvel em apreço, que decorreu entre a Direcção-Geral do Património e a Estamo, entidades tuteladas pelo Ministério das Finanças», esclarece o ministro em comunicado,

 

Segundo escreve o Público, no final de Maio do ano passado, semanas depois da extinção do estabelecimento prisional, o Convento de Brancanes e os terrenos envolventes foram vendidos pelo Estado à imobiliária Estamo, uma empresa de capitais exclusivamente públicos, para que esta procedesse à sua alienação. Nesse mesmo mês, ainda antes de se tornar proprietária, a Estamo requereu à Câmara de Setúbal que alterasse o Plano Director Municipal, por forma a que na antiga cadeia pudessem ser construídos 18.300 m2 de habitação e equipamentos hoteleiros ou de saúde.

 

 

Em Janeiro…

Alberto Costa …

Comentando a recente polémica em torno do negócio imobiliário da venda das antigas prisões de Bracanes, em Setúbal, e das Mónicas, em Lisboa, em que esteve envolvido um antigo sócio seu, Alberto Costa admitiu que «desejaria que não tivesse acontecido».

Fonte iol

 

Títulos interessantes:

16-04-2008 - 13:28h

Menos presos preventivos…

Ministério da Justiça apresentou balanço de seis meses da reforma penal…

 

Ministro congratula-se …

 

«Estes números significam que as novas normas influenciaram a realidade no sentido de uma redução limitada da taxa de reclusão e na percentagem de presos preventivos, mas em termos de encarceramento ainda estamos acima do registado nos primeiros oito anos da década de 90», resumiu Alberto Costa.

 

Seis meses depois da entrada em vigor dos dois Códigos «verifica-se que a taxa de encarceramento diminuiu, embora tenha continuado acima da taxa registada nos primeiros oito anos da década passada, o que demonstra uma influência efectiva, mas moderada sobre a taxa de reclusão».

 

Apesar da redução registada no número de presos preventivos, o ministro lembrou que este «ainda é superior à registada na Inglaterra e na Alemanha, por exemplo».

 

Alberto Costa salientou ainda que actualmente «entram no sistema prisional mais pessoas condenadas do que preventivos».

 

Depois da alteração do código penal …etc

 

·                              » Assaltavam com caçadeira, arma de guerra e navalhas

·                              » Comerciante mata assaltante e apanha cinco anos

·                              » Três bombas assaltadas em três horas

·                              » Setúbal: posto de gasolina assaltado

·                              » Câmara, Finanças e Segurança Social assaltadas

·                               

Depois da alteração do código penal…pelo Ps nesta maioria

Que prevê agora a “responsabilidade do estado com retroactivo de 3 anos…que permite esta indeminização sem o processo casa pia ter terminado e saber-se quem é realmente inocente neste porocesso sem fim á vista…?

Talvez venham todos a ser indemnizados por o fim do processo casa pia  ser “nunca”…?

As verdades e os culpados em Portugal nunca existem, nem que para isso se altere leis…

Também a prisão preventiva foi alterada para diminuir custos…e tornar possível a compra de algumas prisões de edificios palaciais e em locais de excelência?

Uma mulher assassinada todas as semanas

Posted by Salteadora on setembro 4th, 2008

 

Esta quarta-feira morreu mais uma mulher vítima do companheiro. Todos os dias há 42 crimes

 

 Uma mulher assassinada todas as semanas viol_ncia_dom_stica

Um homem de 33 anos estrangulou a companheira até à morte, esta quarta-feira, em Sintra. A jovem de 29 anos é a 36ª vítima mortal de violência doméstica, este ano, em Portugal. Os números revelam que todas as semanas morre uma mulher vítima da violência do companheiro.

 

As mulheres assassinadas pelos maridos são já mais este ano do que no ano passado. Mais 11 casos fatais. O caso desta semana ocorreu em Sintra, na casa onde vivia a vítima e o companheiro. Após uma discussão, o homem terá perdido a cabeça e estrangulou a mulher com as próprias mãos até à morte.

 

Violência doméstica aumenta 230% no Funchal

 

Ciente do crime, segundo a PJ, simulou o suicídio da vítima. A Judiciária não se deixou enganar e esta quinta-feira anunciou a detenção do homem de 33 anos. Fonte da PJ confirmou ao PortugalDiário que o homicídio ocorreu num contexto de violência doméstica.

 

Às 36 mortes, quase sempre violentas, juntam-se, este ano, 52 tentativas de homicídio.

 

Ou seja, todas as semanas, pelo menos, dois homens tentam acabar com a vida das companheiras. Um deles consegue.

 

Os números deste ano significam um aumento em relação ao ano anterior.

No entanto, 2007 foi o ano em que houve menos mortes. Segundo os dados da UMAR, União de Mulheres Alternativa e Resposta, 2004 foi o ano com mais homicídios, 42. Segue-se, 2006 com 37 casos e 2005 com 36.

 

As estatísticas revelam ainda que os meses de Verão, Julho, Agosto e Setembro, são sangrentos, uma vez que é nesta altura do ano que morrem mais mulheres.

 

Já os dados da APAV, do primeiro semestre de 2008, revelam que a associação registou 7803 crimes de violência doméstica, ou seja, 42 casos, por dia, de violência entre casais.

 

fonte:iol

 

 

«PS rejeita alterar moldura penal da violência doméstica«

CDS-PP apresentou proposta de Lei para que a prisão preventiva fosse aplicada aos agressores

 

» PSD recorda: «O PS está no Governo há dez nos últimos 13 anos»

 

Uma mulher assassinada todas as semanas

 

 

 

Public Profiler

Posted by Melita on agosto 30th, 2008

 

Uma equipa de geógrafos, de uma universidade britânica, lançou um site que identifica em que países um determinado sobrenome pode se encontrado, noticia a BBC.

 

O site chama-se «Public Profiler» e reuniu 10.8 milhões de sobrenomes através de dados recolhidos em registos eleitorais e em listas telefónicas. O site tem dados de um bilião de pessoas, de 26 países, e mostra a origem dos nomes e para onde se espalharam.

 

David Beckham, por exemplo, tem um nome britânico, no entanto, há mais Beckhams nos Estados Unidos do que na Grã-Bretanha. O site mostra também quais os nomes próprios associados a cada sobrenome.

 

«Public Profiler» foi desenvolvido por uma equipa da universidade Collefe London. O professor Paul Longley, um dos investigadores, afirmou que «a informação não é apenas histórica, mas também geográfica». «Nós podemos ligar nomes a lugares», explicou.

 

Segundo dados da investigação, a maioria dos sobrenomes mantém-se nos locais de nascimento, porém, muito são espalhados para diversos lugares devido à migração.

 

Segundo Paul Longley, existe tanto interesse em conhecer a história familiar que o site está com dificuldades para satisfazer a procura. «Nós estamos a ser inundados com pedidos mas temos que pedir às pessoas para que sejam pacientes. Há, obviamente, muito interesse nos nomes e nas história das famílias, em todo o mundo», afirmou.

 

http://www.publicprofiler.com/

Public Profiler 13Familias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

O luxo de Saddam

Posted by Salteadora on agosto 27th, 2008

Um trem de luxo que pertencia ao ex-presidente iraquiano Saddam Hussein, morto em 2006, voltará a funcionar no Iraque.

Construído na França, o trem havia sido mantido em um local secreto em Bagdá desde os anos 70 e foi usado apenas uma vez por Saddam.

 

Com 23 vagões, ele começará a transportar passageiros entre Bagdá e Basra a partir de setembro.

  Veja o vídeo

fonte:folha online

O Sol, companheiro de sírio – alinhamento de planetas e as profecias

Posted by Salteadora on agosto 26th, 2008

 

Nosso progresso pode destruir-nos, e isso é nossa culpa; mas o Cosmos também nos ameaça.

 O Sol, companheiro de sírio – alinhamento de planetas e as profecias maio2000

O universo  funciona como o relógio da mais alta precisão, o qual não garante que seja infalível e que em algum momento não possa sofrer uma falha que afecte directamente a nosso planeta com devastadoras conseqüências.

 

 

 

 

No ano de 1982 foi produzido um alinhamento dos planetas do sistema solar, causando um efeito de gravidade sobre as chamas do sol que talvez tenha alterado as fendas sísmicas e as correntes incandescentes internas da Terra, com o conseqüente efeito de tremores e terremotos que começaram a ser sentidos.

 

As desgraças começaram a ser mais sentidas e faladas ao mesmo tempo que ia gravitando sobre nossas cabeças  ov terentrado no ano 2.000— a fatídica data que vaticinam as profecias — e que se produziu  novamente um outro alinhamento,  muito mais directo e suas conseqüências muito mais destrutivas. Supôz-se na época que poderia afetar o equilíbrio do eixo terrestre, chegando a dar um tombo à Terra como se de uma bola se tratasse, ajudada pelo enorme peso que suporta o polo sul em conseqüência do gelo acumulado sobre ele.

 

Estamos já na era dos terremotos, semelhante ao que foi produzido há cento e setenta e nove anos, quando no firmamento ocorreu pela última vez um alinhamento planetário deste nível.

 

O  alinhamento de 2000 ocorreu em Touro, signo que, ao contrário de Aquário, traz de volta para o primeiro plano as duas preocupações básicas da humanidade, desde seus primórdios: alimentação e segurança.

 

Em torno destes dois conceitos centrais, articulam-se outros, como o de valor (atributo de Vênus, regente de Touro), território, relação com o mundo físico e vida econômica. Para expressar com mais intensidade o contraponto entre os dois alinhamentos, foi Urano, o regente moderno de Aquário, que está de fora a confrontar por quadratura os planetas em Touro. E mais: a conjunção Sol-Lua que teve lugar no dia 4 de Maio 2000, esteve em oposição praticamente exata ao Neptuno de 1962. Portanto, os desafios não resolvidos do alinhamento anterior voltarão à tona sob outra ótica, o que revela uma padrão de continuidade, reforçado por envolver a cruz dos signos fixos e aspectar também as posições planetárias do eclipse de agosto de 99.

 

Astrólogos do mundo inteiro tentam compreender esta configuração e analisar suas possíveis manifestações. As visões distribuem-se num leque que começa nas interpretações de cunho político-econômico e se estende até o mais radical dos discursos catastrofistas. Numa tentativa de listar - apenas listar, sem acrescentar maiores comentários - as possibilidades do alinhamento, teríamos o quadro que traçamos a seguir.

 

A ênfase em Touro pode trazer abalos econômicos, como o do crash de 1929, que levou multidões em desespero para a porta da Bolsa de Nova Iorque.

 

Efeitos na economia

 

Sendo Touro signo de Terra e significador de assuntos financeiros (moeda, bancos, acumulação de riqueza, sistemas de valor), haveria um foco definido sobre a economia mundial, que tenderia a sofrer abalos (um “terremoto” uraniano) a partir de um choque de realidade. Com Touro enfatizado, o valor atribuído a cada bem deveria estar em relação direta com sua utilidade intrínseca. Aquilo que é realmente essencial (alimentos, matérias-primas insubstituíveis etc.) tenderia a subir de preço - talvez em função de uma súbita escassez - enquanto os bens impalpáveis, supérfluos ou cuja importância deve-se mais a fatores culturais do que aos impositivos de subsistência poderiam ter seu valor reduzido a fumaça. A queda brusca do preço das ações das empresas de tecnologia de ponta ou voltadas para negócios virtuais seria uma possibilidade, provocando um efeito-cascata em todas as bolsas de valores.

 

Efeitos no meio ambiente

 

Considerando que Touro é signo vinculado à Terra e à natureza, a presença ali dos sete planetas clássicos coloca em evidência a questão ambiental em escala planetária. No marco da conjunção Júpiter-Saturno, os próximos meses ou anos devem mostrar um foco permanente na qualidade de vida. Há duas possibilidades: o início real de ações de grande porte com vistas a deter a degradação ambiental e preservar a biodiversidade (preservação é um atributo taurino) ou o aprofundamento do atual quadro de crise, com o risco de comprometimento permanente de solos e florestas, avanço da desertificação, queda na produtividade da agropecuária e aumento das áreas de fome endêmica.

Poderá o SOL transformar-se numa  estrela nova?

 

Outro fenômeno fatal que pode ocorrer em qualquer momento é que o sol se converta em uma estrela nova, acontecimento que é imprevisível: pode ter lugar em qualquer momento, não avisa. E no firmamento não é raro esta transformação das estrelas.

 

Esclarecemos, porque nestes temas quase todos somos profanos, que uma estrela nova é parte do processo de transformação de um astro em outro de uma densidade maior. O fenômeno é produzido quando o corpo celeste sofre uma implosão, uma concentração de sua matéria para seu mesmo núcleo, o que diríamos uma explosão para o interior de si mesmo. A energia que é colocada em liberdade neste processo é enorme, e seu poder destrutivo, total, em muitos milhões de quilômetros.

 

Se o Sol rebentar, toda a vida da Terra desaparecerá calcinada em conseqüência das elevadas temperaturas que sobreviriam; e depois, a grande atração da estrela nova faria nosso planeta perder sua órbita para ir estilhaçar-se contra sua superficie.

 

 

 

 

O mesmo aconteceria se houvesse uma atração por parte de qualquer outra nova. E temos próxima uma, a chamada Companheiro de Si-rio, que está a somente oito anos-luz de distância, um passeio no Cósmos. Se trata de uma minúscula estrela formada por núcleos atômicos em contato, e que pese a seu pequeno tamanho possui um campo gravitacional 20.000 vezes maior que o de nosso planeta. Apresenta a maior condensação de matéria conhecida, de forma que um homem que aqui pese 75 quilogramos pesaria em Companheiro de Sírio um milhão e meio, conservando o mesmo volume. Pois bem, os astrônomos afirmam que esta estrela anã branca está provocando uma deformação no espaço, criando um ponto preto por onde se pode alcançar o hiper-espaço, arrastando a outros muitos corpos entre outros à Terra, a uma velocidade de 300.000 quilômetros por segundo. Talvez o desastre já tenha sido produzido e tardemos oito anos em inteirar-nos, os mesmos que tardaria em chegar à velocidade da luz a notícia de que na realidade desaparecemos e já estamos perdidos em uma nova imensidão desconhecida….

 

 

 

O próximo alinhamento só acontecerá em 2040. No site da revista americana “Sky and Telescope” (www.skyandtelescope.com) é possível obter mapas do céu de qualquer cidade do mundo para uma observação mais precisa.

 

 

Siza Vieira fala do descontrolo urbanístico em Portugal

Posted by Melita on agosto 24th, 2008

 

«Políticos escolhem quem ganha concursos para obras públicas»

 Siza Vieira fala do descontrolo urbanístico em Portugal 314_cvsiza

É a revolta de quem já muito deu ao país. O conceituado arquitecto Siza Vieira sabe como se rege a matéria das obras públicas talvez melhor do que ninguém, por isso rende-se às evidências. Em entrevista ao Diário de Notícias, manifestou a sua visão da arquitectura actual.

 

Na sua opinião, não há dúvidas: «Os políticos escolhem quem ganha concursos para obras públicas»

 

Diz que toda a gente acaba por reclamar das suas obras, mas continua com uma postura diferente, preparando-se para lançar projectos em Milão, depois de ter deixado marcas no Brasil. Talvez os únicos que não reclamam sejam os que ficam nos três túmulos que desenhou, como o de Eugénio de Andrade.

 

Questionado sobre o mau gosto dos portugueses, foi peremptório: «O que é particular em Portugal é o descontrolo no uso do território e isso confirma-se quando uma pessoa passa sobre Espanha, em Castela e não no Sul, e entra no país pelo norte onde se constata logo a falta de planeamento. É uma trapalhada, com casinhas espalhadas por toda a parte, enquanto em Castela se via terreno cultivado e uns núcleos - uma vila, uma cidade - de onde saem estradas para norte e sul. Em Portugal, não existe esse controlo e isso é penalizador».

 

Um tipo de descontrolo que também se está a alastrar à orla marítima, «região que recebe mais fundos, mais educação e mais meios. É aí que está o consumo descontrolado do território».

Nova fundação “RES PUBLICA”-PS dá trabalho a António Vitorino

Posted by Melita on agosto 24th, 2008

 Nova fundação RES PUBLICA-PS dá trabalho a António Vitorino

 

 

Já não lhe bastava liderar as Novas Fronteiras, um forum destinado a ‘pescar’ independentes para as águas socialistas. O ex-comissário europeu vai agora presidir à Res Publica, uma fundação que pretende funcionar como grupo de reflexão estratégica dentro do PS.

Cristina Figueiredo

 

A seis meses do próximo Congresso do PS, José Sócrates cumpre uma das directrizes da moção de estratégia que o reelegeu secretário-geral do PS, há dois anos, em Santarém: a criação de um grupo de reflexão estratégica. Chama-se Res Publica e assumirá a forma de uma fundação resultante da fusão de outras duas (a José Fontana e a Antero de Quental).

 

A presidência da fundação foi entregue a António Vitorino, mas o conselho de administração conta ainda com mais quatro elementos: Augusto Santos Silva (que preside ao Centro de Estudos Políticos); José Augusto Carvalho (que preside ao Centro de Estudos Autárquicos); Helena André (que preside ao Centro de Estudos Laborais e Sindicais); e Pedro Marques (responsável pelo pelouro financeiro e administrativo).

 

A A Res Publica irá funcionar como grupo de reflexão estratégica (”think tank”) dentro do partido - assim se distinguindo das Novas Fronteiras, vocacionadas essencialmente para a captação do pensamento de independentes; espaço de formação de quadros; e instrumento de ligação do partido às universidades e institutos superiores, no âmbito do estudo e aprofundamento das políticas públicas.

 

 

fonte:http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/393381

VISITA o Greenpeace:O Navio Artict Sunrise mostra em Lisboa três meses de histórias

Posted by Melita on agosto 24th, 2008

 

Lisboa, 00 Ago (Lusa) - O capitão do Artic Sunrise acaba de pôr os olhos em terra. Parece uma maré viva de histórias a atracar em Lisboa. O navio da Greenpeace vem marcado por três meses de alto mar em busca dos barcos de pesca ilegal.

 

A serenidade do homem dos olhos azuis que manda na embarcação tem o peso do cansaço de uma vida a bordo, onde se trabalha 24 horas por dia. No Arctic Sunrise, voluntários e activistas, dos 20 aos 60 anos, fazem turnos para manter as máquinas a trabalhar e vigiar os mares que querem salvar.

 

Nos últimos três meses o quebra-gelo Arctic Sunrise navegou pelos mares do Mediterrâneo a procurar barcos de pesca ilegal, a convencer governos a criar reservas marinhas e a alertar os vendedores e consumidores para o aumento das espécies piscícolas em vias de extinção.

 

A Lusa acompanhou os últimos três dias desta missão, que terminou quinta-feira com o atracar do navio no cais de Alcântara, em Lisboa, provocando em alguns membros da tripulação um misto de alegria e tristeza pelo adeus ao mar e pelo regresso a casa por mais uma temporada.

 

Os olhos do capitão misturam-se com o mar. Levou a cabo mais uma missão, marcada na pele queimada pelo sol. Precisa de se esforçar para contar os anos de vida que já navegou. “Na Greenpeace estou, talvez, há 10 anos, mas ando no mar pelo menos desde os meus 16″, diz Peter Bouket, de 58 anos.

 

É um dos seis capitães da Greenpeace e já comandou todos os três navios da organização, mas mostra a sua preferência pelo quebra-gelo Arctic Sunrise. O Esperanza, diz, é “grande demais” e o Rainbow Warrior não é o seu “género”.

 

Ao contrário do resto da tripulação, que acumula diferentes tarefas, o trabalho do comandante cinge-se à navegação, cabendo-lhe também a decisão de interromper o curso do navio quando encontra pelo caminho alguma pesca ilegal ou uma espécie em apuros que possa ajudar a salvar.

 

Às vezes são eles que precisam de ser salvos. O corpo franzino e a estatura média de Texas Joe, o operador de rádio do navio, não denunciam as aventuras que já viveu a bordo dos navios da Greenpeace, nem a dezena de vezes que foi preso em acções da organização.

 

Em Outono passado, no Antárctico, quando o Arctic Sunrise foi deliberadamente atacado por um navio da frota baleeira japonesa duas vezes maior e seis vezes mais pesado, danificando o navio da Greenpeace, Texas Joe teve de ser transportado para o hospital, embora sem ferimentos graves.

 

“Eu estava no insuflável [um dos quatro botes do navio da Greenpeace] que colocámos junto à baleia para evitar que fosse atingida quando os japoneses, inesperadamente, porque nunca o tinham feito antes, decidiram lançar o arpão e eu fui atingido. Ainda caí, mas agarrei-me à corda do arpão e tive sorte, porque só se rasgou o meu colete salva-vidas”, conta, baixando os olhos ao lembrar que a baleia acabou por morrer.

 

Este operador de rádio do Canadá não esconde o medo das detenções ou de ser ferido numa missão, mas diz que todas essas emoções são ultrapassadas pela convicção que tem na missão da Greenpeace em travar a destruição do ambiente.

 

“Temos de desobedecer às regras em algumas situações. Se ninguém o fizer tudo vai continuar na mesma. É claro que tenho receio do que me pode acontecer, especialmente desde que fui pai pela primeira vez há ano e meio. Mas alguém tem de zelar pelo futuro das próximas gerações”, conta este tripulante de 33 anos.

 

Na missão para salvar os oceanos, o navio da Greenpeace recebeu a bordo mais de 20 activistas e voluntários de 15 nacionalidades diferentes, entre as quais do Líbano, Chile, Argentina, Turquia, Brasil, Canadá e de vários países da Europa.

 

No navio, as rotinas diárias têm horas fixas: pequeno-almoço entre as sete e as oito, almoço entre o meio-dia e a uma e jantar entre as seis e as sete, sendo sempre as refeições seguidas de uma hora para as limpezas.

 

Os alimentos que entram no navio têm origem biológica ou, não havendo esta alternativa nos portos onde atraca, são comprados em pequenos mercados locais, mas nunca nos supermercados.

 

O peixe é proibido a bordo, embora alguns activistas o comam nas suas casas, e a separação do lixo para reciclagem é rigorosa, desde a orgânica (restos de alimentos), ao metal, vidro e papel, chegando ao pormenor de se separar o pequeno papel que segura um pacote de chá.

 

Todos os tripulantes ficam no mar apenas três meses, findos os quais têm de aguardar igual período para poder voltar a embarcar neste ou noutro dos três navios da organização.

 

Os voluntários da Greenpeace, que ao contrário dos activistas não têm qualquer vínculo contratual, receiam sempre não voltar a embarcar por causa da quantidade de pedidos que chegam de todas as partes do mundo.

 

O Arctic Sunshine fica agora até meados de Setembro em Lisboa. Até domingo pode ser visitado pelo público em Alcântara, seguindo depois para reparação de rotina para preparar nova viagem, desta vez rumo ao Brasil e ao Congo (África), onde vai continuar a luta da organização contra o corte ilegal de madeira.

 

Lusa/fim

 

<a href="http://youtube.com/watch?v=N-_w-x9AWO4">http://youtube.com/watch?v=N-_w-x9AWO4</a>

Jardim ataca o «conformismo podre» dos portugueses

Posted by O Farol on agosto 21st, 2008

Presidente do governo regional da Madeira enaltece, no entanto, a luta dos madeirenses

Alberto João Jardim continua muito activo durante as férias. Desta vez, o alvo foi o Estado central e a passividade do povo português em relação às políticas deste Governo.

 

No seu discurso, considerou que a sociedade portuguesa está «agredida por políticas que complicam o dia-a-dia de cada cidadão», acrescentando ser de recusar as denominadas «causas fracturantes» enunciadas pelo primeiro-ministro, por considerar que esta designação «traduz uma vontade conjuntural, exótica e agressiva de quebrar o articulado lógico de valores pátrios».

 

Apontou que um país que pactua com este tipo de comportamento, que retira à política a dimensão ética, «vive uma situação de decadência». O chefe do executivo regional argumentou que um povo que se mantém «um conformismo podre, assistindo passivo à violação dos seus direitos legitimamente adquiridos, que não reaja democraticamente, tem a alma nacional enferma»

 

«Nós e as próximas gerações temos a obrigação de continuar este percurso de coragem e de luta», disse, garantindo que «o povo madeirense é capaz de mais e de melhor», porque «recusou sempre a decadência, o autoritarismo, a mediocridade e a apatia conformada».

 

«Centralismo do Estado» e «distância arrogante do poder»

 

«É hipocrisia falar das legítimas e indiscutíveis necessidades de melhoria das condições de vida dos povos, mas por autoritarismo colonialista e por mediocridade político-partidária se negar os direitos do povo madeirense», declarou, numa alusão ao Estado central.

 

Quanto ao presidente do município, Miguel Albuquerque salientou que «o centralismo do estado e a distância arrogante do poder leva à degeneração da democracia»

 

Sobre os objectivos para o futuro, Miguel Albuquerque referiu que são fazer do Funchal uma cidade «cosmopolita, aberta ao mundo, aos outros e ás diversas culturas, que se afirme crescentemente a nível internacional pela qualidade da sua maior indústria que é o turismo e se afirme pela sua maior riqueza: a afectividade e a humanidade dos funchalenses».

 

O Funchal assinala oficialmente, esta quinta-feira, os 500 anos da sua elevação a cidade com um vasto programa de actividades. Alberto João Jardim interrompeu as férias no Porto Santo para participar nas comemorações.

 

 Jardim ataca o «conformismo podre» dos portugueses calheta---madeira---portugal-4756