Portugal em 20.º atrás da Grécia…

Posted by Salteadora on setembro 3rd, 2008

Portugal em 20.º atrás da Grécia... varrer_portugal2Numa lista de 38 países, elaborada com base num estudo que envolveu 25 mil pessoas

A marca nacional Portugal é a 20ª mais atractiva entre uma lista de 38 países, elaborada com base num estudo internacional, relativo ao segundo trimestre deste ano, que questionou mais de 25 mil pessoas através da Internet, noticia a Agência Lusa.

 

A marca mais bem conotada é a do Reino Unido, seguida da Alemanha e da Franca, enquanto o Canadá e a Suíça completam o «ranking» das 5 primeiras.

 

Portugal, que está abaixo da primeira metade da lista, atrás da Espanha e da Grécia, é visto como um país cuja economia e governo não estão ao nível da União Europeia (UE).

 

«Portugal aderiu à União Europeia cinco anos depois da Grécia e ainda não conseguiu convencer o mundo de que a sua economia e governo estejam ao nível da maioria dos membros da UE», refere o relatório Anholt Nation Brands Index.

 

Em Portugal, o sector do turismo tem, de acordo com o os resultados do inquérito, «fundações mais fracas que na Grécia», país que aparece no 17º lugar do «ranking».

 

Espanha melhor posicionada

 

No 12º posto surge a marca nacional Espanha, que «apesar» de ter aderido à UE ao mesmo tempo que Portugal, «construiu uma marca mais robusta».

 

«A Espanha é um país maior, o que normalmente ajuda a construção de uma marca», admite o consultor Simon Anholt, responsável pelo estudo feito em parceria com a fornecedora de pesquisas mundiais de mercado na Internet Global Market Insite.

 

Para a melhor performance da marca Espanha, em relação a Portugal, muito contribuiu também o facto de aquele país ter organizado os Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, avança ainda a mesma fonte.

 

Entre as 10 primeiras posições da listagem encontram-se ainda as marcas nacionais da Suécia, da Itália, da Austrália, do Japão e dos Estados Unidos.

 

Os últimos lugares são ocupados pela Indonésia (em 38º), Israel (27º) e Estónia (no 36º).

 

Atrás de Portugal ficaram também países como o Brasil (21º), a Rússia, a China ou a Argentina.

 

Base do estudo

 

O estudo, realizado trimestralmente, foi feito com base em entrevistas a 25,9 mil indivíduos com idades entre os 18 e os 64 anos, oriundos de 35 países e registados na Internet.

 

O objectivo é analisar a percepção que os indivíduos têm acerca dos activos culturais, políticos, comerciais e humanos e ainda do potencial de investimento e turismo de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento.

 

«Uma marca nacional positiva e forte é uma vantagem competitiva crucial, sendo, por isso, muito importante perceber como é que as nações são vistas pelo público», explica a análise, adiantando que «todos os países competem uns com os outros pela atenção, respeito e confiança de potenciais consumidores, investidores, turistas, imigrantes, media e governos de outras nações».

 

A percepção de uma marca nacional tem como base seis critérios: população, cultura e património, investimento e imigração, governo, exportações e turismo.

 

Segundo o Anholt Nation Brands Índex, a imagem de um país costuma andar a par e passo com a sua visibilidade, sendo que países que não são muito conhecidos, raramente são vistos como tendo uma imagem positiva.

 

É o caso da Noruega (14ª posição) e da Irlanda (16ª) que, «apesar de serem duas das nações mais ricas e bem sucedidas per capita - mais até do que o líder Reino Unido - são pouco conhecidas» em termos de qualidades do governo, economia ou população.

 Fonte iol

Chips nas matrículas: dúvidas e petição na Internet

Posted by Melita on agosto 29th, 2008

Chips nas matrículas: dúvidas e petição na Internet

Comissão de Protecção de Dados espera por esclarecimentos e cidadãos falam em violação de privacidade

 «Petição Contra a Colocação Obrigatória de Chips de Vigilância nas Matrículas dos Veículos Automóveis»

Não é um assunto pacífico e está a levantar muitas dúvidas, gerando mesmo uma onda de contestação na internet. Um dia depois da promulgação, pelo Presidente da República, do diploma que autoriza o Governo a colocar chips nas matrículas, já existe uma petição on-line com centenas de assinaturas. As dúvidas subsistem, inclusivamente da parte da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD)

 

«Num parecer elaborado em Abril, a Comissão suscitou algumas dúvidas, que agora foram confirmadas pelo Presidente da República», recordou ao PortugalDiário Isabel Cruz, secretária-geral da CNPD. Inicialmente, existia a dúvida sobre se o Governo poderia legislar sem passar pela Assembleia da República, mas tal situação foi alterada e o diploma foi mesmo discutido, com polémica, no Parlamento.

 

Chip vai respeitar vida privada dos cidadãos

 

Com a autorização legislativa surgiu uma outra dúvida sobre a natureza do chip, se seria de monitorização por satélite ou local. O Governo explicou que seria local, colocando de parte o GPS e abrindo portas ao RFID (Radio-Frequency IDentification). Ainda assim, é algo que terá de ser esclarecido pelo próprio executivo durante a elaboração da lei, tal como a entidade que irá gerir os dados e a sua aplicação.

 

Em todo o caso, a Comissão terá de ser ouvida novamente, para emitir um parecer sobre a nova lei. Trata-se de uma tecnologia sem precedentes na União Europeia, pelo que a própria Comissão apresenta reservas, nomeadamente em relação a alternativas.

 

Petição on-line

 

Subsistem reservas em relação a este tipo de tecnologias e foi isso mesmo que suscitou o surgimento de uma petição on-line contra o diploma. A «Petição Contra a Colocação Obrigatória de Chips de Vigilância nas Matrículas dos Veículos Automóveis» pretende denunciar «as premissas ambíguas e questionáveis do projecto».

 

«O Sistema de Identificação Electrónica de Veículos SIEV parece ser inútil, até prejudicial, do ponto de vista da facilitação da vida do utente; o governo, e os seus parceiros privados neste projecto, passam a deter um poder excessivo e injustificado para controlar, e eventualmente taxar, os veículos; o direito à privacidade dos automobilistas é posto em causa; e, uma vez mais, pretende-se que os contribuintes portugueses sejam chamados a pagar um projecto governamental megalómano, dispensável, e potencialmente prejudicial para as suas liberdades e direitos elementares», lê-se na petição.

 

Dez a quinze euros

 

O Governo assegura que a privacidade não estará em causa e vai explicando a utilização das «e-matrículas». O secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, informou, em entrevista à SIC Notícias, que os novos dispositivos a colocar nos veículos custarão «entre dez e quinze euros» e serão pagos pelos utilizadores, o que já motivou também o protesto por parte do Automóvel Clube de Portugal. Na perspectiva do presidente Carlos Barbosa, esse encargo devia pertencer às seguradoras.

 

Paulo Campos explica que o chip não vai colocar em a privacidade e será «um instrumento fundamental para a diminuição da sinistralidade automóvel», com «fiscalizações mais eficazes», para além de «ajudar a gerir melhor as infra-estruturas rodoviárias».

 

Os dados serão geridos por «uma entidade a criar», que estará sobre a alçada do Ministério das Obras Públicas, podendo ser utilizados em quatro ocasiões: «pela polícia; pela entidade que cobra portagens, como acontece com a Via Verde, de forma totalmente voluntária; por privados, como seguradores, no caso de um segundo veículo que seja pouco utilizado e que poderá pagar apenas quando estiver a circular, ou seja, novamente de forma voluntária; para além da própria entidade de gestão».

Maioria socialista - Depois do código Penal a Lei de segurança interna

Posted by Salteadora on agosto 26th, 2008

 

Depois de se ver o resultado das alterações do C.Penal…agora as Leis da segurança interna na mão de uma maioria autista…?

Maioria socialista - Depois do código Penal a Lei de segurança interna socrates

 

A Notícia:

O presidente da Associação Sindical dos Juízes, António Martins, considera que quando o PS deixar o Governo “vai ser o primeiro partido a pedir a revogação das leis de Segurança Interna e de Organização e Investigação Criminal”.

 

 

 

O magistrado refere que, com a aprovação destas leis, “o executivo político pode ter acesso a informações constantes em processos de investigação criminal”.

 

António Martins dá como exemplo escutas telefónicas, informação bancária, informações das forças e serviços de segurança, além de dados considerados classificados e a criação do cargo de secretário-geral do Sistema de Segurança Interna representa um “excesso de concentração de poderes, num Estado de direito”.

 

“Se estiver em investigação determinado membro do Governo que esteja sujeito a uma escuta telefónica, essa informação é susceptível de ser acessível a este Secretário-geral de Segurança Interna. O que cria um problema complicado de lealdade no relacionamento dos elementos desse Governo e, por sua vez, de ligação com a investigação criminal que pode ser colocada em causa”, refere o presidente do sindicato.

 

Reacções partidárias

 

O PS congratula-se com a promulgação dos diplomas pela voz do seu porta-voz, Vitalino Canas.

 

“Recebemos com satisfação a promulgação [do Presidente], que partilha connosco quer os objectivos, quer a ideia de que estas leis não têm nenhum problema de constitucionalidade, (…) permitem reforçar os mecanismos de coordenação ao nível de investigação criminal e da segurança interna”, adiantou o porta-voz socialista, que desvaloriza a posição assumida pelo Sindicato de Juízes.

 

O PSD já fez saber que respeita a promulgação das leis de Segurança Interna e de Organização e Investigação Criminal, pelo Presidente da República.

 

Em relação aos casos de criminalidade violenta que o país tem vivido nos últimos dias, Paulo Mota Pinto, vice-presidente do PSD, critica o silêncio do Primeiro-ministro e insiste que seria adequado substituir o ministro da Administração Interna.

 

“Nas últimas semanas, os portugueses viram-se confrontados com a criminalidade violenta e não se viu qualquer reacção eficaz do Governo. (…) Perante a falta de resposta verificada e as intrevenções que não foram nada tranquilizadoras, pensamos que a sua capacidade de intervenção está esgotada e deverá ser substituído”, adianta Paulo Mota Pinto.

 

A mesma posição é adoptada pelo CDS-PP que respeita a decisão de Cavaco Silva, mas reitera as suas discordâncias em relação às leis, considerando que vão trazer “ambiguidades, hierarquias dúbias (…), e mais descoordenações entre as forças e serviços de segurança”, afirma o deputado do CDS-PP Nuno Magalhães

Fonte: www.rr.pt

Jardim ataca o «conformismo podre» dos portugueses

Posted by O Farol on agosto 21st, 2008

Presidente do governo regional da Madeira enaltece, no entanto, a luta dos madeirenses

Alberto João Jardim continua muito activo durante as férias. Desta vez, o alvo foi o Estado central e a passividade do povo português em relação às políticas deste Governo.

 

No seu discurso, considerou que a sociedade portuguesa está «agredida por políticas que complicam o dia-a-dia de cada cidadão», acrescentando ser de recusar as denominadas «causas fracturantes» enunciadas pelo primeiro-ministro, por considerar que esta designação «traduz uma vontade conjuntural, exótica e agressiva de quebrar o articulado lógico de valores pátrios».

 

Apontou que um país que pactua com este tipo de comportamento, que retira à política a dimensão ética, «vive uma situação de decadência». O chefe do executivo regional argumentou que um povo que se mantém «um conformismo podre, assistindo passivo à violação dos seus direitos legitimamente adquiridos, que não reaja democraticamente, tem a alma nacional enferma»

 

«Nós e as próximas gerações temos a obrigação de continuar este percurso de coragem e de luta», disse, garantindo que «o povo madeirense é capaz de mais e de melhor», porque «recusou sempre a decadência, o autoritarismo, a mediocridade e a apatia conformada».

 

«Centralismo do Estado» e «distância arrogante do poder»

 

«É hipocrisia falar das legítimas e indiscutíveis necessidades de melhoria das condições de vida dos povos, mas por autoritarismo colonialista e por mediocridade político-partidária se negar os direitos do povo madeirense», declarou, numa alusão ao Estado central.

 

Quanto ao presidente do município, Miguel Albuquerque salientou que «o centralismo do estado e a distância arrogante do poder leva à degeneração da democracia»

 

Sobre os objectivos para o futuro, Miguel Albuquerque referiu que são fazer do Funchal uma cidade «cosmopolita, aberta ao mundo, aos outros e ás diversas culturas, que se afirme crescentemente a nível internacional pela qualidade da sua maior indústria que é o turismo e se afirme pela sua maior riqueza: a afectividade e a humanidade dos funchalenses».

 

O Funchal assinala oficialmente, esta quinta-feira, os 500 anos da sua elevação a cidade com um vasto programa de actividades. Alberto João Jardim interrompeu as férias no Porto Santo para participar nas comemorações.

 

 Jardim ataca o «conformismo podre» dos portugueses calheta---madeira---portugal-4756

Como baixar o desemprego nas estatísticas?

Posted by Salteadora on agosto 20th, 2008

http://educar.files.wordpress.com/2007/05/portugal1.jpg

http://educar.files.wordpress.com/2007/05/portugal1.jpg

 

 

 

 

«Entre Janeiro e Junho deste ano, 3699 desempregados ficaram sem subsídio porque foram apanhados em falta com alguma das obrigações impostas pela lei.»

 

 

Será que eram tão válidas ao ponto de se retirar o subsidio? ou será que na contenção que é preciso fazer se vai agora tirar aos desempregados?

Se a palavra tivesse algum valor para este governo, até acreditaria nas faltas que dizem ter existido…

mas sabendo do que este executivo é capaz…fica quase a certeza de que se está a “amendrontar” as pessoas porque o zé povinho tem que pagar a crise sempre…

A Noticia:

Desde Janeiro de 2007, a lei passou a listar uma série de obrigações que têm de ser cumpridas pelos desempregados subsidiados sob pena de perderem o direito a receber a prestação. Entre as condições está a apresentação de 15 em 15 dias nos centros de emprego, para minimizar a possibilidade de estarem a trabalhar sem o declarar; a obrigação de aceitar um emprego proposto, desde que este cumpra determinadas regras de salário e tempo de deslocação; de fazer a formação profissional proposta; ou de se apresentarem aos centros de emprego sempre que convocados.

 

Nos primeiros seis meses do ano, o Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) detectou 3699 pessoas em «incumprimento das suas obrigações» e cortou-lhes o subsídio, revelou o presidente do instituto na terça-feira ao «Jornal de Notícias» Francisco Madelino.

 

Entre estas pessoas estão 254 inscritos a quem o IEFP cortou a prestação porque as apanhou a apresentar falsas baixas médicas para justificar faltas a convocatórias ou às apresentações quinzenais obrigatórias nos centros de emprego, adiantou Madelino.

Fonte:iol

 

·                               » Número de desempregados continua a cair

» Portugal criou quase 134 mil empregos desde que Governo tomou posse

 

Visão distorcida da realidade que Sócrates possui, quando lhe interessa…

Posted by Melita on agosto 20th, 2008
  • «Sócrates mandou quase meio milhão de portugueses para o desemprego»

    Alberto João Jardim reagiu desta forma aos novos postos de trabalho anunciados por José Sócrates

    Um dia depois do primeiro-ministro ter anunciado novos postos de trabalho, Alberto João Jardim contestou os números apresentados, informa a Lusa.  

    «Se neste momento há 200 mil desempregados a mais do que havia quando ele tomou posse e se ele criou 130 mil postos, isto significa que mandou para o desemprego 330 mil portugueses», afirmou, durante o passeio matinal pela praia do Porto Santo, que faz diariamente durante o período de férias que goza na Ilha Dourada.  

    O líder do Governo regional da Madeira acrescentou ainda: «Somando mais os 100 mil que estão trabalhando em Espanha, significa que quase meio milhão de portugueses foram desempregados por este senhor».

     

     

    Para Sócrates as contas são sempre outras…e diz:

    “Portugal criou quase 134 mil empregos desde que Governo tomou posse…”

    País tem menos 30 mil desempregados que há um ano atrás e mais 73 mil trabalhadores… Visão distorcida da realidade que Sócrates possui, quando lhe interessa... desempregoze7

  •  

    Recorde-se que o primeiro-ministro anunciou na segunda-feira terem sido criados 133 mil empregos líquidos desde Março de 2005 e manifestou-se confiante no cumprimento da meta de criação de 150 mil novos postos de trabalho até final da legislatura.

     

    A Habilidade de um mentiroso?

     

     

     

    Segundo Sócrates, os 133 mil novos postos de trabalho criados desde o início da legislatura são «emprego líquido»: «Descontados os empregos que se perderam, o saldo é positivo em 133 mil novos empregos».

     

     

     

     

     

     

     

  • » Desemprego: PCP não percebe optimismo
  • » Contas Nacionais: «Irrealismo do Governo»
  • » «Começar o ano a inaugurar um call center é uma silly reentrée»
  • » Terminaram as férias de José Sócrates
  • » Sócrates é «perigoso», diz Jardim
  • Nem só Sócrates vê assim…

    Manuel Pinho em Setembro de 2007 também via tudo Rosa…e se tem visto melhor evitaria tanta miséria ou não é para isso que se tem governantes?

    Ministro diz que não há crise no País

    O ministro da Economia, Manuel Pinho, desvalorizou ontem as sucessivas revisões em baixa das previsões de crescimento económico da Zona Euro – ontem por Bruxelas, na semana passada pela OCDE e FMI – afirmando que a economia portuguesa “está no bom caminho para uma retoma sólida”, não havendo “qualquer indicação de crise”.
    http://www.correiodamanha.pt/noticia…Canal=11&p=200

    Março de 2006

    Fonte DN

     

    O crescimento do desemprego parece estar a parar em Portugal. Os 487 936 desempregados registados nos centros de emprego do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) em Fevereiro deste ano significam uma diminuição de 3248 desempregados face a Janeiro, uma redução de 0,7%. É a primeira vez desde o ano 2000 que se verifica em Fevereiro uma redução mensal em cadeia do desemprego registado.

     

    Não é ainda uma redução face ao mês homólogo, uma vez que, em relação a Fevereiro de 2005 se verificou uma ligeiríssima subida de 0,1% (mais 313 desempregados). Mas os números do IEFP parecem apontar para uma estagnação dos números do desemprego: esta é a taxa de crescimento homólogo mais baixa desde Fevereiro de 2002, o mesmo sucedendo em valor absoluto.

    Situação do Norte agrava-se

     

    Em termos nacionais, todas as regiões do país apresentam números do desemprego mais baixos do que em 2005, à excepção do Norte: nesta região o desemprego aumentou 2%. A região onde o número de desempregados mais desceu foi a dos Açores (4,6%), seguidos do Algarve (3,9%).

     

     

     

     

    Outubro de 2007

    A taxa de desemprego em Portugal voltou a subir e agora situa-se nos 8,5 por cento. É a terceira mais alta dos 27 países da União Europeia segundo revelam as estimativas do Departamento de Estatísticas das Comunidades Europeias (Eurostat) para o mês de Outubro.

    Dados de emigração???

    Empregos de Verão???

    Deveriam entrar nas contas do PM. Será que entraram?

    CAMPANHA POLÍTICA PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES…?

    SEGUNDO AS SONDAGENS OS PORTUGUESES, PARA PORTUGAL QUERIAM MESMO ERA BAIXAR O DESEMPREGO…

    FONTE:MARKTESTE

    Portugueses querem menos desemprego

    Se o Pai Natal pudesse realizar este desejo, a diminuição da taxa de desemprego seria certamente a melhor prenda para os portugueses. Assim o indicam os resultados de uma sondagem exclusiva realizada no Fonebus para a Marktest.com Notícias.
     

    Em sondagem realizada pelo Fonebus, os residentes no Continente com 18 e mais anos foram confrontados com sete objectivos para Portugal alcançar nos próximos anos. Pedia-se aos entrevistados que escolhessem apenas um objectivo a ser alcançado pelo país.

    A maioria dos inquiridos, 38.9%, referiu que Portugal deveria diminuir a taxa de desemprego, 22.0% indicou que o objectivo a alcançar deveria ser o de diminuir as desigualdades sociais, enquanto 12.0% apostou em conseguir um elevado nível de crescimento económico. Combater o aumento dos preços, proteger o meio ambiente e aumentar as condições de segurança dos cidadãos mereceram preferências próximas (6.5%, 6.4% e 6.0%, respectivamente). Finalmente, um dos grandes objectivos deste Governo, a manutenção do controlo do défice orçamental, foi a escolha de 4.8% dos inquiridos.
     

    ABERTA A CAMPANHA ELEITORAL PARA O ZÉ PACÓVIO ACREDITAR
    http://img207.imageshack.us/img207/5011/socrateschilelp6.jpg

    http://img207.imageshack.us/img207/5011/socrateschilelp6.jpg

    Obrigado SR.PR

    Posted by Salteadora on agosto 1st, 2008

    Novo Estatuto Político-Administrativo dos Açores põe em causa poderes do Presidente da República e ParlamentoO Presidente da República falou ao país, esta quinta-feira às 20h, sobre o Estatuto dos Açores, mostrando-se preocupado com a inconstitucionalidade do diploma.

     

    A 4 de Julho, Cavaco Silva pediu a fiscalização ao Tribunal Constitucional do Estatuto Político-Administrativo dos Açores, aprovado no mês anterior no Parlamento, por unanimidade.

     

    O TC considerou inconstitucionais oito das 13 normas apreciadas, mas esta quinta-feira, o PR veio «comunicar aos portugueses que outras normas [lhe] suscitam sérias reservas de natureza político-institucional».

     

    «Trata-se, acima de tudo, da norma relativa à dissolução da Assembleia Legislativa dos Açores que (…) restringe o exercício das competências políticas do Presidente da República, pondo em causa o equilíbrio e a configuração de poderes do nosso sistema político previsto na Constituição», frisou o Presidente da República.

     

    «É perigoso», diz Cavaco, que, por via legislativa, os políticos venham «impor obrigações e limites às competências dos órgãos de soberania que não sejam expressamente autorizados pela Constituição da República».

     

    Parlamento regional com mais poderes do que Assembleia da República

     

    Segundo o PR, com este estatuto político-administrativo proposto, o parlamento regional teria mais poderes do que a Assembleia da República, o que poderia implicar «restrições excessivas», disse no final do seu discurso.

     

    «Em devido tempo, alertei vários dirigentes políticos para esta questão», sublinhou ainda o chefe de Estado, explicando que, com este estatuto, o PR também perderia poderes que estão consagrados na Constituição da República.

     

    Cavaco: «Se não fosse importante não fazia comunicação»

     

    «O diploma em causa pretende agora consagrar o dever adicional de o Presidente da República ouvir também a Assembleia Legislativa, os seus grupos e representações parlamentares e o Presidente do Governo Regional».

     

    Se assim fosse, o PR teria de ouvir mais entidades «do que os previstos para a dissolução da Assembleia da República».

     

    «No caso da Assembleia da República, o Presidente da República, nos termos constitucionais, não precisa de ouvir a Assembleia da República nem o Primeiro-Ministro, mas no caso da Assembleia Legislativa dos Açores teria de ouvir a própria Assembleia Legislativa Regional e o Presidente do Governo Regional».

     

    Estatuto do Representante da República nas Regiões Autónomas

     

    Cavaco debruçou-se ainda sobre o Estatuto do Representante da República nas Regiões Autónomas, que acrescenta a obrigação do Presidente da República ouvir também a Assembleia Legislativa da Região. «Não se questiona a audição da Assembleia Regional na pessoa do seu Presidente», garante o PR, recordando que já o fez, quando nomeou os Representantes da República para os Açores e para a Madeira.

     

    «Mas se aquela audição tiver por objecto o próprio órgão colegial podem emergir consequências negativas (…): porque pode colocar o PR no centro de um debate parlamentar regional e, por outro, porque pode fragilizar politicamente o Representante da República e dificultar a escolha de uma personalidade com perfil adequado».

     

    Leia aqui o discurso do Presidente da República na íntegra

    Fonte:IOL

     

     

    Eu pergunto…

    Chavez em Portugal…?

    Estas amizades alguma mossa haverão de deixar…

    PS/PSD…Salvação de Portugal á vista…

    Posted by Salteadora on julho 29th, 2008

    Afinal, o bloco central existe

    O PSD é o partido que mais vezes vota ao lado do PS na aprovação das propostas do Governo

     

     

    O PSD é o partido que mais vezes vota ao lado do PS na aprovação das propostas do Governo.

     

     

    A notícia é avançada pelo Diário de Notícias que refere que na última sessão parlamentar, os sociais-democratas votaram a favor de 30, mais de metade, das 55 iniciativas do Executivo aprovadas no Parlamento.

     

    Segundo o jornal, os deputados do PSD são também os que menos vezes votaram contra os diplomas do Governo: 14 votos contra e 11 abstenções.

     

    Curiosamente, a seguir ao PSD é o CDS quem mais vota a favor das iniciativas do Governo. Os democratas-cristãos votaram 24 vezes ao lado do PS, abstiveram-se 16 vezes e votaram contra 15 propostas.

     

    Da esquerda não vêm só críticas, mas também votos contra. PCP e BE chumbaram 32 propostas do Governo. O Bloco aprovou 18 e o PCP 17.

     

    Ainda segundo a contabilidade do DN, das 55 propostas do Governo aprovas, 13 foram aprovadas apenas com os votos favoráveis do PS, que tem maioria absoluta.

    Fonte:IOL

     

     

    Os Portugueses certamente vão pôr-se mais á esquerda e mais á direita…estes dois partidos á muito que vivem para se governar…? e nós os pacóvios a votar em politicas que consideravamos diferentes.. socialistas e  social democracia..?

     

    Temos sido “anedotas” no “acreditar”

     

    PS/PSD...Salvação de Portugal á vista... S%C3%B3crates+e+MFL

     

     

    PS - Sócrates, Gestores e a crise em Portugal…

    Posted by Salteadora on julho 29th, 2008

    Gestores públicos receberam 27 milhões do Estado

    Cada gestão custou 349 mil euros em 2007

     

     

     

     

    Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%. As Finanças dizem que os dados de 2006 e 2007 não são comparáveis, mas admitem que o número de gestores subiu com os administradores não executivos, diz o «Diário de Notícias».

     

    As administrações das empresas públicas receberam um total de 26,8 milhões de euros no ano passado. Esta soma compreende um universo de 77 empresas que representam cerca de 90% da carteira de participações relevantes do Estado.

     

    O valor médio das remunerações desce para os 323 mil euros por ano, quando excluímos a Caixa Geral de Depósitos, entidade onde o accionista Estado mais paga.

     PS - Sócrates, Gestores e a crise em Portugal... socratespobrezabu1

     

    27-07-2008 - 13:08h

    «A grande corrupção considera-se impune», diz Cravinho

    E está a crescer, alerta ex-ministro socialista.

     

     

    » Fisco recupera 160 milhões com publicitação de devedores

     

     

     

    Médicos obrigados á exclusividade…? E os outros sectores? Porque existem políticos que criam sociedades para depois concorrer para prestação de serviços aos estado, autarquias etc?

    Os médicos são sempre os primeiros a ser chamados…são os que mais anos estudam …deviam comprar espelhos e cuidado não vão partir-se ao reflectir a imagem…

    Golf, Relva, Praia, Mar, e Portugal a Servir à Mesa

    Posted by O Farol on julho 27th, 2008

    Golf, Relva, Praia, Mar, e Portugal a Servir à Mesa

    O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, criticou hoje o Governo de José Sócrates por incentivar a “monocultura do turismo”, que aumenta as assimetrias no Algarve, em detrimento das pescas e agricultura tradicionais da região algarvia.

    Afirmou que o novo código do trabalho é “escandaloso” e “inaceitável” e que o Governo PS devia “ter vergonha de propor a liquidação dos direitos dos trabalhadores, desarrumando a vida das pessoas”, ao pô-las a trabalhar ora 12 horas por dia numa semana, ora seis horas por dia na semana a seguir. 

    Pedinte ou Trabalhador ?

    “Os 10 PIN [Projectos de Interesse Público] virados para o golfe e resorts, independentemente do valor que o turismo tem em Portugal, não podem ser razão para o abandono das terras, abate de barcos e esquecimento da industria conserveira”

    O Futuro em Portugal

    Na altura das greves dos pescadores, o “Governo não tinha verba disponível para ajudar, mas passadas poucas semanas já tem milhões para destruir a nossa frota pesqueira, enquanto que os pescadores e armadores não são ajudados para desenvolver a actividade”, acusou o líder comunista, especificando que vão ser destruídos 27 barcos. 

    pescas

    http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1336683

    Comentário dos salteadoresdaarca:

    Estas frases são de Jerónimo de Sousa, líder do PCP.

    Mas se este governo fosse PSD estas palavras seriam certamente de Jorge Sampaio, assim em nossa opinião são ” As palavras que nunca te direi ” do Ex. Presidente da República ao actual Governo PS.

    Golf, Relva, Praia, Mar, e Portugal a Servir à Mesa Retrato+de+Jorge+Sampaio+pintado+por+Paula+Rego