Os Primatas à beira da extinção

Posted by O Farol on agosto 6th, 2008

 

O Futuro não lhes garante a sobrevivência

O Futuro não lhes garante a sobrevivência

 

 

Cerca de 48 por cento das 634 espécies e subespécies de primatas são considerados vulneráveis, em perigo ou ameaçados de extinção no último relatório da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), agora divulgado.

A desflorestação do Sudeste Asiático, da África e da Amazónia reduz progressivamente as comunidades de primatas e põe em risco todas as espécies dessas regiões. Já a caça, tanto para alimentação de comunidades locais, como para a produção de medicamentos tradicionais, é uma ameaça direccionada que não acaba quando se criam zonas protegidas.

O estudo foi feito nos últimos cinco anos e abarca todo o mundo. Apesar de nenhuma região dar uma perspectiva animadora, o que está acontecer na Ásia é particularmente negro. Setenta e um por cento das espécies estão em risco. No Camboja e no Vietname, mais de 85 por cento das espécies estão ameaçadas.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1337853&idCanal=13

 

A sociedade primata

A sociedade primata

 

 

 

Comentário dos salteadoresdaarca:

A extinção da vida animal é após a viragem de cada século, cada vez mais evidente.

Aquilo que o Homem ainda não entendeu, é que precisa de mudar de atitude, veja-se o caso da China, bem como todos os países asiáticos, e países africanos, onde existe uma carência alimentar evidente. 

Como há fome, voltam-se para as fontes de alimentos dos seus antepassados, e os primatas foram e são uma fonte de alimento em muitos desses países. Só com uma diferença gigantesca. Há um século atrás a população mundial não tinha a domensão que tem hoje, e a pressão em busca de alimento é enorme.

Nesses países da Asia e Africa não conseguiram estabelecer uma cadeia de produção alimentar como nas economias ocidentais. E a consequência de o Ocidente se preocupar sómente com os seus, está a refletir-se a nível mundial na natureza e no mundo animal.

 

Esqueletos após a extinção

Esqueletos após a extinção

 

A Humanidade Também Caminha para a Extinção

A Humanidade Também Caminha para a Extinção

Entrevista do presidente do BCE sobre Portugal, Espanha e Irlanda

Posted by Salteadora on julho 19th, 2008

Entrevista do presidente do BCE  sobre Portugal, Espanha e Irlanda trichet

Numa entrevista concedida há uma semana, exactamente uma semana após a controversa subida de juros de 4% para 4,25%, Jean Claude Trichet, o presidente do BCE, diz que está preocupado com “a indexação dos salários à inflação”, o que pode criar uma “espiral salarial, que é negativa para a criação de emprego.

                                                          

Em entrevista concedida ao Jornal de Negócios, o presidente do BCE explica a sua decisão e avisa que num contexto de forte incerteza, o conselho de governadores “fará o necessário para entregar estabilidade de preços no médio prazo e por ser credível ao fazê-lo, uma vez que isto é essencial para ancorar as expectativas de inflação”.

 

A situação de países como Portugal, a Espanha ou a Irlanda, que são os que mais sofrem com este endurecimento da política monetária, acabam por pesar pouco nas decisões. Trichet explica porquê.

 

Um dos desafios com que o BCE tem de lidar é com os ciclos diferentes nos países do euro. O que pode dizer aos países como a Irlanda, Espanha e Portugal que estão numa situação difícil e para quem as subidas de juro são dolorosas?

 

O BCE tem de se preocupar com o interesse superior da Zona Euro. A minha mensagem aos concidadãos é a de que partilham um destino comum com um continente tão populoso como os EUA. Quando olhamos para as diferenças de crescimento entre estados e países nos EUA e na Europa, temos aproximadamente o mesmo nível de diferenças. Um grande continente tem necessariamente que dar espaço às suas componentes. E a nossa política monetária tem de ser óptima ao nível de toda a Zona Euro, exactamente como a Fed não olha para o interesse do Missouri, da Califórnia ou do Texas. Tendo dito isto, há numerosos aspectos das políticas económicas que estão sob a responsabilidade dos países: em particular as políticas orçamentais, as políticas estruturais e a vigilância da evolução dos custos unitários de trabalho.

 

Portugal, por exemplo, tem um nível de inflação muito baixo. Quando as taxas sobem, as pessoas olham para o BCE. Deviam antes olhar para o que os seus governos fizeram no passado para os deixar em melhor posição para lidar com uma politica monetária única?Em primeiro lugar, ao ancorarmos as expectativas de inflação, o BCE está a preservar um ambiente financeiro que é favorável para um crescimento sustentável e para a criação de emprego. Isto porque, se tudo o resto permanecer igual, então expectativas de inflação em linha com a nossa definição (abaixo mas perto de 2%) significam taxas de juro de médio e longo prazo mais baixas. Em segundo lugar, os governos, os parlamentos e os parceiros sociais têm responsabilidades importantes.

 

Os bancos centrais, incluindo o BCE, são responsáveis por um grande crescimento da massa monetária no passado recente. Até que ponto são culpados pela actual inflação?Na Zona Euro certamente não aliviámos a pressão! Confio que o BCE esteve bem e tomou as decisões correctas. Permitam-me um exemplo: quando decidimos o aumento de taxa em Dezembro de 2005 [então nos 2%], fomos aconselhados pelo FMI para não o fazermos, pela OCDE também, assim como por um grande número de vozes eloquentes. Fizemo-lo na mesma, porque a nossa análise monetária em particular dava indicações fortes de que o deveríamos fazer. Hoje ninguém sugere que estivemos mal na nossa análise e decisão, pelo contrário. Nós somos responsáveis pela estabilidade de preços na Zona Euro no médio prazo e temos conseguido fazê-lo desde o início do euro. Sabemos o sentimento dos nossos concidadãos. O último inquérito sugere que a inflação é agora a principal preocupação dos cidadãos europeus. E eles sabem que o banco não é responsável pelos aumentos no custo do petróleo, das matérias primas ou da alimentação. Os nossos 320 milhões de concidadãos sabem que podem contar connosco para entregar estabilidade de preços a médio prazo e nós pensamos particularmente nos mais pobres e mais vulneráveis que são os que menos podem fazer para se defender da inflação crescente.

 

Porque é que a última declaração, o Conselho de Governadores colocou tanta ênfase na necessidade de suprimir efeitos de segunda ordem?A nossa mensagem é a de que devemos evitar efeitos de segunda ordem. Nós não podemos alterar hoje os preços das matérias primas e do petróleo. Mas devemos evitar que os preços que dependem de nós - por exemplo os preços dos serviços e dos salários - aumentem de forma anormal como se o actual nível de inflação fosse perdurar . Nós estamos cá para dizer às famílias e às empresas, assim como a todos os parceiros sociais, que vamos manter a estabilidade de preços, abaixo, mas perto de 2%, no médio prazo e que eles devem levar isso em consideração quando fixam os seus preços.

 

O que quer dizer por efeitos de segunda ordem?

São os aumentos de preços que sejam anormalmente baseados na hipótese errada de que a inflação irá permanecer tão alta como está hoje nos anos que aí vêm. Os que fixam preços e os parceiros sociais devem considerar que vamos regressar à estabilidade de preços, em linha com a nossa definição - nos próximos 18 meses.

 

Como é que a política de taxas de juro do BCE pode controlar as expectativas de inflação?Os economistas dir-lhe-ão que os bancos centrais garantem a estabilidade de preços através de diferentes canais de transmissão da política monetária: o de taxa de juro, o de crédito, o de assunção de riscos. Eu evidencio em particular a importância decisiva da credibilidade do banco central. Se o banco central é credível na gestão da política monetária, então os nossos concidadãos, assim como as empresas, confiarão que podem contar com estabilidade de preços nos anos futuros. O BCE é a âncora credível dessa estabilidade e confiança perante 320 milhões de cidadãos da Zona Euro. Nós estamos fortemente determinados a preservar e a reforçar a confiança: é o nosso activo mais precioso. E é bom para todos, famílias, empresas e governos: as taxas de mercado a cinco, dez e vinte anos estão baixas porque o BCE é credível e inspira confiança. Alguns governos estão a pedir emprestado a 50 anos com uma taxa de juro inferior a 5%.

 

A inflação subjacente [sem energia e bens alimentares] na Zona Euro está muito abaixo da total. Porque razão devemos estar tão preocupados?

Não consideramos a inflação subjacente um bom indicador da inflação futura. Permitam-me um exemplo dos sinais que justificaram a nossas preocupações. Os custos unitários do trabalho são um indicador importante da inflação futura, porque são o maior custo na economia da Zona Euro. Nos últimos anos tivemos aumentos reais de 1% em 2005, de 0,9% em 2006, de 1,5% em 2007 e de 2,4% no primeiro trimestre deste ano. Quando tentamos perceber o que explica esta evolução, temos que cerca de 50% se deve a aumentos nos salários e os outros 50% a uma redução da produtividade do trabalho. O resultado final é que nos dois últimos anos observámos um aumento acentuado dos custos unitários do trabalho.

 

Os efeitos de segunda ordem já estão a funcionar?

A tendência recente nos custos unitários de trabalho é uma indicação que temos de considerar e por isso são riscos que temos de contrariar. Não diria que os efeitos de segunda ordem são um fenómeno generalizado no presente, mas vemos sinais que temos de levar a sério. Desse ponto de vista estou preocupado com os esquemas de indexação de salários à inflação. Eles envolvem um risco de uma espiral salarial, que é negativa para a criação de empregos.

 

Há o risco da inflação na Zona Euro exceder os 5%? O risco de um abrandamento económico acentuado é preferível a uma espiral inflacionista?

Nós não temos dois objectivos, perseguimos um objectivo, que é a estabilidade de preços no médio prazo. Ela é pré-condição para o crescimento sustentado e a criação de emprego. Não existe contradição entre estabilidade de preços e crescimento sustentado. Desde a criação do euro em 1999, tivemos ambos. Nos primeiros nove anos, a inflação média anual na Zona Euro foi de 2,1%. Nesse mesmo período foram criados 15,7 milhões de empregos, mais que nos nove anos precedentes e um milhão mais que os criados nos EUA. O desemprego na Zona Euro no ano passado foi o mais baixo de 25 anos. O BCE sente-se responsável por qualquer outro objectivo que a estabilidade de preços?Nós temos um objectivo primário, que é manter a estabilidade de preços. É uma pré-condição que contribui para o cumprimento dos objectivos da União Europeia.

 

Para garantir a estabilidade de preços, o BCE aumentará consistentemente as taxas de juro para quebrar as expectativas de inflação?Já disse o que tinha a dizer sobre esse tema.

 

Deve o BCE, na sua determinação de estabilidade de preços, estar preocupado com a inflação nos activos assim como nos preços de consumo? Essa é uma questão importante para todos os bancos centrais. Nós não pensamos que seja possível ou aconselhável ter uma definição de estabilidade de preços que inclua num único indicador não só os preços no consumo, mas também os preços dos activos. Tendo dito isto, através de um efeito “riqueza”, os preços dos activos têm influência na procura e logo nos preços de consumo futuros. Além disso, no caso do BCE, temos um enquadramento de política monetária baseada em dois pilares: o económico e o monetário. Quando analisamos a situação monetária também olhamos com atenção para o crescimento do crédito que pode alimentar a inflação nos activos. * entrevista conjunta com o Frankfurter Allgemeine Zeitung , o The Irish Times e o Le Figaro

 

 

“Estou preocupado com os esquemas de indexação dos salários à inflação”

Numa entrevista concedida há uma semana, exactamente uma semana após a controversa subida de juros de 4% para 4,25%, Jean Claude Trichet, o presidente do BCE, diz que está preocupado com a indexação dos salários à inflação , o que pode criar uma espiral salarial, que é negativa para a criação de emprego.

 

Hermitage: Cancelada exposição no Porto…

Posted by Salteadora on julho 19th, 2008

Depois de se gastar tanto dinheiro dos contribuintes para se possibilitar  em 2010 um pólo do hermitage em Portugal…

Os Russos desistem de Portugal…

Um País sem condições financeiras nem cultura… e

O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, anunciou hoje que este ano não haverá qualquer exposição do Museu Hermitage no Museu Soares dos Reis, no Porto, como estava previsto num protocolo de intenções assinado em 2006.

 

 

No final de uma audiência parlamentar da Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, o ministro explicou à agência Lusa que foi por decisão do Museu Hermitage que se cancelou a exposição que estaria prevista para inaugurar este ano no Museu Soares dos Reis.

 

Esta exposição no Porto seria a segunda do Museu Hermitage em Portugal, depois de uma mostra com obras daquele museu russo em Lisboa, realizada entre Outubro de 2007 e Fevereiro passado, no âmbito de um protocolo firmado entre o Hermitage e o Instituto dos Museus e Conservação, quando Isabel Pires de Lima ocupava a pasta da Cultura.

 

Esse mesmo protocolo previa uma terceira exposição em 2009 e a possibilidade da criação de um pólo do Hermitage em Portugal em

2010.

Poderás ver aqui informações sobre “Hermitage”

The Hermitage spirits

<a href="http://youtube.com/watch?v=bNDUFStDkXQ">http://youtube.com/watch?v=bNDUFStDkXQ</a>

O Novo Portugal no auge…”HELICÓPTEROS(sem peças) e ARMAS PARA A PSP(sem coldres e patilha ao contrário)

Posted by Salteadora on julho 19th, 2008

Depois de se saber que POUPAR é a palavra de ordem de Sócrates em Portugal é acompanhado depois de  excelentes exemplos de poupança, boas compras e bem governar…

Portugal comprou 12 helis e como quem comprou se esqueceu da manutenção…teve de fazer de 12 helis 5 operacionais…

Das 12 aeronaves da frota Merlin apenas cinco estão operacionais

 

Comprou pistolas para a PSP…para combater melhor o crime…e hoje sabe-se que estão armazenadas por não possuírem coldres e a patilha de segurança é para canhotos, o que terá de se modificar em Portugal…

As modificações às 9.750 pistolas Glock que têm as patilhas de segurança do lado direito vão ser feitas em Portugal, disse hoje à Agência Lusa fonte do Ministério da Administração Interna (MAI).

A mesma fonte garantiu que até ao final deste mês as 9.750 pistolas Glock estão aptas para serem entregues à PSP e à GNR, recebendo cada uma das forças de segurança 4.875.

O Correio da Manhã noticia hoje que a primeira tranche das cerca de 50 mil pistolas previstas no contrato de reequipamento da PSP e da GNR tinham a patilha de segurança colocada no lado direito da arma, tornando-a ideal para atiradores canhotos. Apesar de terem sido entregues dentro dos prazos (Novembro do ano passado), as 9.750 Glock estão inoperacionais, trancadas num armazém, de acordo com o jornal.

A fonte do MAI sublinhou que a Glock (empresa austríaca de armamento) vai fornecer e instalar as patilhas de segurança no lado esquerdo das novas pistolas, mas as alterações vão ser feitas em Portugal.

 *********************

 (Fonte) Ponto prévio : Não sendo, muito longe disso, especialista no tema (armamento), parece-me que este episódio merece alguma espécie de divulgação, até porque existem sobre ele - surpreendentemente - muito poucas referências nos blogs e na comunicação social convencional.

Para que se compreenda melhor o assunto, vejamos o que diz um agente da PSP no respectivo fórum (em “cache”, link não permanente):

  «Pois é…as Glock aí estão para uns 50 anos de serviço e parece que a barraca está a começar… Como sabem melhor que eu foi introduzida uma patilha de segurança que não vinha ” de origem” na referida arma, então parece que a patilha na verdade é um botão do tipo “esquerda direita” ou “direita esquerda” em que para retirar da posiçao de segurança o movimento implica a utilização algo dificil do dedo indicador ao contrário do que sería de esperar (polegar). Um movimento “contra-natura” no que à execução do disparo diz respeito…diz-se que as armas eram para ir para trás ou que pelo menos as proximas têm q vir com isto corrigido…

Parece que o referido movimento de colocação em posição de fogo quase q obriga a segurar a arma com as duas mãos tal a falta de jeito e força necessárias…»

E, quanto aos coldres, um outro agente acrescenta:

«Ao que parece a Glock não foi distribuída porque o génio que fez o concurso esqueceu-se de incluir no mesmo a aquisição de coldres… Aos novos Agentes que terminaram o curso estão a distribuir Walther’s novinhas em folha saídas da caixa, e não Glock’s como foi dito na Comunicação Social.»

Por aqui se vê que algo correu, de facto, muito mal em todo este processo. Uma das escassíssimas referências a este assunto, na blogosfera, surge no blog Crónicas e Comentários, num post de 8 de Fevereiro deste ano, em que o tema é promovido a “anedota da semana”.

As reacções a esta espectacular demonstração de incompetência foram escassas, tanto nos blogs como na imprensa em geral, o que torna ainda mais estranha toda a situação. Poder-se-á dar o caso, porventura, de tudo isto afinal não passar de mero boato?

Bem, vamos então tentar ordenar ideias, a ver se chegamos a alguma conclusão.

Sinopse :Foi aberto, pelo Estado português, concurso público internacional para o fornecimento de novas pistolas de serviço para as forças de segurança nacionais (PSP e GNR), em substituição daquelas que são utilizadas desde há décadas.

 A arma escolhida (Glock 19) foi fornecida com patilha de segurança à direita e sem o respectivo coldre; isto significa que um agente teria, para a destravar e poder disparar, de usar a mão esquerda ou… de ser canhoto; além disso, e como é evidente, não pode transportá-la convenientemente, porque - por regra - cada arma deste género é fornecida com um coldre específico.

Vale a pena lerem        continua…

<a href="http://youtube.com/watch?v=FAgRITaoARs">http://youtube.com/watch?v=FAgRITaoARs</a>

retirado de:http://apdeites2.cedilha.net/?p=855

 

Economia portuguesa vive pior momento desde a última recessão

Posted by Melita on julho 19th, 2008

A economia portuguesa continua a dar sinais de forte abrandamento. O relatório hoje divulgado pelo Banco de Portugal revela que o consumo privado estagnou em Junho e que a actividade económica cresceu apenas 0,1%, os piores resultados desde 2003, ano em que a economia portuguesa esteve em recessão.

Nuno  Carregueiro

nc@mediafin.pt

 

 

 

A economia portuguesa continua a dar sinais de forte abrandamento. O relatório hoje divulgado pelo Banco de Portugal revela que o consumo privado estagnou em Junho e que a actividade económica cresceu apenas 0,1%, os piores resultados desde 2003, ano em que a economia portuguesa esteve em recessão.

 

O indicador coincidente do consumo privado, publicado hoje pelo Banco de Portugal nos Indicadores de Conjuntura, registou em Junho uma taxa de variação homóloga nula, que compara com o crescimento de 0,4% registado em Maio.

 

Desde Agosto do ano passado, mês em que registou um crescimento de 1,9%, que este indicador tem vindo sempre a cair todos os meses. No segundo trimestre o indicador cresceu 0,4%, abaixo dos 1,2% dos três meses anteriores.

 

O registo de Junho foi o pior desde Agosto de 2003, ano em que a economia portuguesa esteve em recessão.

 

Estes dados mostram que as famílias portuguesas estão a ser penalizadas pela actual crise de subida dos preços dos combustíveis, dos alimentos e dos juros.

 

Entre os dados do consumo privado citados no Relatório do Banco de Portugal, a autoridade destaca que em Maio, o índice de volume de negócios no comércio a retalho, divulgado pelo INE, aumentou em termos reais 0,4%, enquanto no segundo trimestre de 2008, as vendas de veículos ligeiros de passageiros, incluindo veículos todo-o-terreno, registaram um aumento de 1,9%, em termos homólogos, o que compara com um

 

crescimento de 11,7 por cento no primeiro trimestre de 2008.

 

Esta quebra no consumo privado, que está a intensificar-se, está a ter um forte impacto na evolução da economia nacional.

 

O indicador coincidente mensal para medir a actividade económica em Portugal registou um crescimento homólogo de 0,1% em Junho, uma taxa de crescimento bem inferior à de 0,5% verificada em Maio. Para encontrar um registo pior, terá que se recuar a Outubro de 2003, quando o Indicador Coincidente caiu 0,2%.

 

Desde Outubro do ano passado, mês em que o indicador cresceu 2,4%, que a actividade económica em Portugal está sempre a abrandar. No segundo trimestre o indicador calculado pelo Banco de Portugal aumentou 0,5%, abaixo dos 1,6% registados nos três meses anteriores.

 

 

A actual crise internacional está a ter um forte impacto na economia portuguesa, levando vários organismos a reverem em baixa as suas perspectivas para a evolução do PIB português. Ontem o FMI cortou a previsão para um crescimento de 1,25% este ano e 1% em 2009.

 

Opiniões:

 

<a href="http://youtube.com/watch?v=XK4Xn0nWNXA">http://youtube.com/watch?v=XK4Xn0nWNXA</a>

<a href="http://youtube.com/watch?v=u2dis2uv0AI">http://youtube.com/watch?v=u2dis2uv0AI</a>

 

<a href="http://youtube.com/watch?v=u4mOaG8okV8">http://youtube.com/watch?v=u4mOaG8okV8</a>

 

<a href="http://youtube.com/watch?v=EzirXm5XuE0">http://youtube.com/watch?v=EzirXm5XuE0</a>

Os bilionários mais jovens da Europa

Posted by Melita on julho 17th, 2008

 

Os jovens capitalistas da Rússia estão a agitar as fileiras dos bilionários da Europa e a injectar alguma juventude no clube de elite.

 

 Há cinco anos atrás, a média de idades dos bilionários da Europa era de 62 anos. Hoje em dia, a idade média são 58 anos, o que se deve em grande parte aos 87 bilionários russos com idades médias compreendidas entre apenas os 46 anos.

 

Sem os russos, a média voltaria aos 60 anos.

 

Entre o grupo de bilionários da Europa com menos de 40 anos de idade, o domínio russo é ainda mais impressionante. Na verdade, 13 dos 14 bilionários da região com menos de 40 anos originam da antiga União Soviética. Atingiram a maioridade na altura da queda do Comunismo em 1991, ou pouco depois. Estes bilionários abraçaram rapidamente o Capitalismo - todos autodidactas - e enriqueceram rapidamente através da extracção do solo dos vastos recursos da Rússia ou através da construção imobiliária para a florescente classe média.

 

 

 

O homem mais rico da Europa é Sergei Popov com menos de 40 anos de idade. Da última vez que avaliou a sua fortuna, em Março, Sergei de 36 anos de idade valia 6,4 mil milhões de dólares. Passou a década de 90 a comercializar metais nos ambientes gelados dos Urais e da Sibéria, vendendo tubos e cabo de cobre. Como cliente do MDM Bank, desenvolveu relações de amizade com o jovem dono da empresa, Andrei Melnichenko.

 

Depois de 1998, com o colapso do rublo, Popov e Melnichenko fizeram fortuna com a venda de acções de nos cenários industriais com a súbita queda de preços. Mais recentemente, Melnichenko foi notícia com os gastos avultados. Contratou Whitney Houston e Christina Aguilera para abrilhantarem o seu casamento com a modelo Aleksandra Nikolic, em Setembro de 2005, que também foi membro do grupo de modelos pop jugoslavas.

 

Nas imagens: Os Bilionários Mais Jovens da Europa
Nas imagens: Os Bilionários da Europa de Leste
Nas imagens: Os Bilionários do Mundo
Nas imagens: Os Bilionários Mais Jovens
Nas imagens: Celebridades Bilionárias
Nas imagens: Mulheres Bilionárias

fonte:Iol

Portugal nasce em cada dia com cérebros mais pequeninos…?

Posted by Salteadora on julho 14th, 2008

Com situações como esta no País, que se tivessem sido prevenidas não existiriam hoje

<a href="http://youtube.com/watch?v=e_j2DB2tmNk">http://youtube.com/watch?v=e_j2DB2tmNk</a>

Agora que não podem esconder de ninguém que existe mesmo um Portugal armado e perigoso porque ninguém dos governos e forças de segurança fizeram os trabalhos de casa quando deveriam….

 Tentam fazer de conta que foi só um pequeno incidente …E

Andam a querer tapar o sol com a peneira a vasculhar quem além de não fazer mal ainda vai de urgência na sua viatura, já que o INEM pode não chegar a tempo… e também se não têm médico pouco servirá nestes casos…

Chega a PSP, que não distingue ladrões e assassinos com situações de vida ou morte???

Tentam sempre fazer de conta que fazem qualquer coisa?

Porque não possuem autoridade  para quem deveriam na realidade fazer buscas ???

Porque não se metem com quem é perigoso realmente, evitando a insegurança que se vive neste País?

Tal governo tal forças de segurança?? Excesso de zelo e BURRICE AGORA???

A PSP da Amadora está a ser acusada de falta de assitência, que terminou na morte de uma mulher, de 43 anos. A vítima estaria a ser conduzida ao hospital pelo marido e pela filha, quando a viatura onde seguiam foi mandada parar durante vários minutos, pela polícia de intervenção. A notícia foi avançada pelo jornal da noite da SIC.

 De acordo com o testemunho prestado pelo marido à SIC, a polícia foi avisada de que a mulher, que sofria de diabetes e hipertensão, estava a sentir-se mal e que precisam de ir para o hospital Amadora Sintra o mais depressa possível.

Apesar disso, o carro foi revistado pelas autoridades. A mulher acabou por chegar já morta ao ao Hospital, após ter sofrido um ataque cardíaco.

O Comando Metropolitano de Lisboa foi contactado pela SIC e apenas disse estar a averiguar o caso.

 

14/07/08 ás 00:21 | Sociedade
Sacavém: encapuzados assaltam minimercado -:0

 Homem armado assaltou BPI de Telheiras


13/07/08 

Assalto na Maternidade Júlio Dinisfoi ameaçado com uma caçadeirados e o cofre com o dinheiro do estacionamento foi levado.

Loures: fogo em edifício devoluto

» Loures: incidentes «só são diferentes porque passaram na TV»

» «Achei que Portugal era um Brasil pequeno»

  • » Loures: problemas económicos e sociais
  • » Loures: «Violência pode repetir-se»
  • » Loures: incidentes «só são diferentes porque passaram na TV»
  • » Armas ilegais e gangs organizados «não surpreendem»
  • » Loures: tiroteio regressa à Quinta da Fonte
  • » PJ nega escutas e vigilâncias ilegais
  • » Força de elite da PSP obrigada a cortar relva
  • » «Agente só pode disparar depois de estar morto»
  • » Polícias: Campos Ferreira diz que organização «é uma trapalhada»
  • » «Há pessoal [na PSP] que está pronto para tudo»
  • Discursos de Sócrates…

    Posted by Salteadora on julho 12th, 2008

    “Tarefa do Ps é Governar bem…”

     

    <a href="http://youtube.com/watch?v=maUgSAFyLoE">http://youtube.com/watch?v=maUgSAFyLoE</a>

     

    Portugal é hoje um País deconhecido para o Povo Português…

    Sócrates enganou-se nas obras e custos
    (Jornal O Sol)
     
    Será mesmo que se enganou???
    Lembrando: Estado da Nação em Julho 2007
    <a href="http://youtube.com/watch?v=i-glE9mc82g">http://youtube.com/watch?v=i-glE9mc82g</a>
    Sócrates falando de SI MESMO 2007
    <a href="http://youtube.com/watch?v=BvuTe_P2jHo">http://youtube.com/watch?v=BvuTe_P2jHo</a>

    Ser humano tem seis estilos diferentes de amar

    Posted by admin on julho 10th, 2008

     

    Psicólogos sociais dizem que se pode gostar de forma romântica, altruísta, lúdica, pragmática, cooperativa e possessiva

     Ser humano tem seis estilos diferentes de amar beijo

    O ser humano pode amar de seis maneiras diferentes, desde o estilo romântico até ao altruísta, passando pelo lúdico ou pragmático, segundo Nelson Lima, coordenador nacional do Instituto de Inteligência, citando investigadores sociais, noticia a Lusa.

     

    A forma de amar tem-se alterado ao longo dos tempos e se no período do Romantismo (séculos XVIII e XIX) o amor era sinónimo de paixão, actualmente está mais ligado ao racional. Segundo Nelson Lima, «já não provoca escravidão como antes da época do Romantismo».

     

    Hoje em dia, o sofrimento é mais limitado e um amor que não seja para toda a vida deixou de ser um drama para a maioria das pessoas, sendo uma tradução prática o aumento dos divórcios.

     

    Por outro lado, os divórcios deixam os filhos menos preparados para relacionamentos duradouros, acrescentam os especialistas.

     

    «Jovens sabem mais sobre sexo do que sobre amor»

     

    «Actualmente ensina-se mais sobre as relações sexuais do que sobre as relações amorosas. Os jovens sabem mais sobre sexo do que sobre amor. E isto influencia o seu comportamento no mundo. É de prever que no futuro os divórcios tendam a aumentar e a própria instituição do casamento, tal como a conhecemos hoje, desapareça», previu Nelson Lima.

     

    Nos anos 1970 surgiu o primeiro estudo sobre os diferentes estilos de amor e, refere o investigador, o que o sociólogo John Alan Lee concluiu ainda hoje é válido: a forma como se ama depende de vários factores, como personalidade, cultura e educação, mas geralmente os indivíduos combinam dois ou três estilos, embora um tenda a predominar.

     

    Diferentes estilos

     

    Na lista de possíveis estilos está o romântico, que envolve paixão, unidade, atracção sexual, aparecendo na adolescência e ainda provoca casos de perdição e em caso de fracasso ainda pode levar ao suicídio.

     

    Sobre o estilo possessivo, os psicólogos referem ser um amor determinado pelo ciúme e que provoca emoções extremas e comportamentos obsessivo-compulsivos, exige do outro constante atenção e em momentos de crise prejudica a vida familiar e profissional.

     

    Mais calmo é o estilo cooperativo, que geralmente nasce de amizade anterior e antiga e é alimentado por hábitos e interesses comuns, enquanto o estilo pragmático é característico das «pessoas práticas, disciplinadas e disciplinadoras, com uma educação, por vezes, austera» que podem minimizar ou reprimir o sentimento, não sendo dadas a manifestações expressivas de carinho.

     

    O estilo lúdico assenta na conquista e na busca de emoções passageiras e é muito frequente em jovens adultos, em especial homens, quase como a outra face desta moeda está o estilo altruísta seguido por pessoas dispostas a anular-se perante o outro, tendendo a «isolar-se num mundo onde, na sua imaginação, só cabem os dois ainda que o outro pense e actue exactamente ao contrário».

     

    Como nota final, Nelson Lima lembra que o estilo de amar de cada um será também, em parte, influenciado pela forma como o outro actua dentro da relação.

     

    HB

    “Mentes Brilhantes” …Preparam Forças de segurança para “faxina”

    Posted by Salteadora on julho 9th, 2008

    A criminalidade em portugal não existe.

    Quem diz que existe, “mente”!

     

    Portugal é o único País da UE  comparável ao “paraíso”…

     

    Assim as forças de segurança, depois de terem sido treinadas, terem gasto dinheiro dos contribuintes para os proteger…acabam como administrativos, jardineiros e faxineiros… porque não existe criminalidade que possa ser punida…todos os crimes encaixam nalguma lei… Estão dentro da lei…

    Os pouco puníveis, prescrevem.

     

     “Mentes Brilhantes” …Preparam Forças de segurança para “faxina” janitor_polishing_lg_wht

    Curiosidades Portuguesas:

     

    “Tribunal de Loures assaltado.”

     Hoje…? Levaram o terminal do Multibanco?

     

    “Força de elite da PSP obrigada a cortar relva”

    Oito elementos da Unidade Especial de Polícia, que reúne os corpos de elite da PSP, foram destacados para cortar a relva do jardim do comando, na altura do aniversário da PSP, noticia o jornal Público.

  • » Homem assalta CTT e leva mais de dois mil euros
  • » Três encapuzados assaltam estação dos CTT
  • » PJ apanha terceiro suspeito de assalto a correios
  •  Moradores incrédulos com assalto ao tribunal

    Roubo de pão com direito a perseguição policial

    Centro de saúde assaltado 10/07/08

     

     

    Situações destas dirá o ministro que são excepçõesnada que preocupe uma “mente” brilhante!


    Copyright © Salteadores Da Arca
    Designed by Cheap Web Hosting for Web Hosting Services, Vitamins and Minerals and Brennholzspalter