Degelo no Canadá indica mudanças graves

Posted by Melita on setembro 3rd, 2008

 

David Ljunggren

 

 

O degelo incrivelmente rápido das plataformas de gelo no Ártico canadense serve como alerta para as “mudanças muito substanciais” provocadas pelo aquecimento global, disse um renomado especialista na quarta-feira.

Degelo no Canadá indica mudanças graves 400px-Map_of_Canada

Pesquisadores anunciaram na noite de terça-feira que cinco banquisas ao longo da ilha Ellesmere, no extremo norte canadense, perderam 23 por cento da sua área só neste verão. Essas plataformas de gelo existem há mais de 4 mil anos.

 

A banquisa maior está se desintegrando, e uma das menores, com 55 km², se rompeu inteiramente em agosto.

 

“Os modelos climáticos indicam que as maiores mudanças, as mudanças mais severas, vão acontecer primeiro nas latitudes boreais mais elevadas”, disse Warwick Vincent, diretor do Centro de Estudos Boreais da Universidade Laval, no Québec.

 

“Este será o ponto de partida para mudanças mais substanciais em todo o resto do planeta. Nossos indicadores estão nos mostrando exatamente o que os modelos climáticos previam”, disse ele à Reuters.

 

A expectativa é de que o aquecimento global provoque mais furacões, ciclones e inundações no planeta.

 

Vincent, que há dez anos visita anualmente as banquisas da ilha Ellesmere, disse que o impacto do aquecimento em 2008 é “estarrecedor”.

 

A equipe dele estimava que as banquisas perderiam 20 km² neste verão. Perderam 215. “Dá para ver mar aberto até o horizonte numa área que é tipicamente coberta de gelo ao longo de toda a estação”, disse ele.

 

A banquisa Markham se separou de Ellesmere no começo de agosto. Dois pedaços enormes, totalizando mais de 121 km², se soltaram da vizinha banquisa Serson, reduzindo seu tamanho em 60%.

 

A banquisa Ward Hunt, que com 400 km² é a maior que resta, está se desintegrando. “Claramente a viabilidade de longo prazo daquela banquisa agora na verdade é de curto prazo”, disse Vincent.

 

A temperatura máxima registrada neste ano pela equipe foi de 19,7C, bem acima da média história de 7,8C.

 

Vincent diz não ter dúvidas da responsabilidade humana sobre o aquecimento. “Acho que estamos num ponto em que não é impossível de parar, mas pode ser desacelerado. E se você pensar na magnitude dos efeitos sobre a nossa sociedade, então realmente precisamos nos dar mais tempo para nos preparar para algumas mudanças muito substanciais que vêem pela frente.”

 

Reuters

Portugal em 20.º atrás da Grécia…

Posted by Salteadora on setembro 3rd, 2008

Portugal em 20.º atrás da Grécia... varrer_portugal2Numa lista de 38 países, elaborada com base num estudo que envolveu 25 mil pessoas

A marca nacional Portugal é a 20ª mais atractiva entre uma lista de 38 países, elaborada com base num estudo internacional, relativo ao segundo trimestre deste ano, que questionou mais de 25 mil pessoas através da Internet, noticia a Agência Lusa.

 

A marca mais bem conotada é a do Reino Unido, seguida da Alemanha e da Franca, enquanto o Canadá e a Suíça completam o «ranking» das 5 primeiras.

 

Portugal, que está abaixo da primeira metade da lista, atrás da Espanha e da Grécia, é visto como um país cuja economia e governo não estão ao nível da União Europeia (UE).

 

«Portugal aderiu à União Europeia cinco anos depois da Grécia e ainda não conseguiu convencer o mundo de que a sua economia e governo estejam ao nível da maioria dos membros da UE», refere o relatório Anholt Nation Brands Index.

 

Em Portugal, o sector do turismo tem, de acordo com o os resultados do inquérito, «fundações mais fracas que na Grécia», país que aparece no 17º lugar do «ranking».

 

Espanha melhor posicionada

 

No 12º posto surge a marca nacional Espanha, que «apesar» de ter aderido à UE ao mesmo tempo que Portugal, «construiu uma marca mais robusta».

 

«A Espanha é um país maior, o que normalmente ajuda a construção de uma marca», admite o consultor Simon Anholt, responsável pelo estudo feito em parceria com a fornecedora de pesquisas mundiais de mercado na Internet Global Market Insite.

 

Para a melhor performance da marca Espanha, em relação a Portugal, muito contribuiu também o facto de aquele país ter organizado os Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, avança ainda a mesma fonte.

 

Entre as 10 primeiras posições da listagem encontram-se ainda as marcas nacionais da Suécia, da Itália, da Austrália, do Japão e dos Estados Unidos.

 

Os últimos lugares são ocupados pela Indonésia (em 38º), Israel (27º) e Estónia (no 36º).

 

Atrás de Portugal ficaram também países como o Brasil (21º), a Rússia, a China ou a Argentina.

 

Base do estudo

 

O estudo, realizado trimestralmente, foi feito com base em entrevistas a 25,9 mil indivíduos com idades entre os 18 e os 64 anos, oriundos de 35 países e registados na Internet.

 

O objectivo é analisar a percepção que os indivíduos têm acerca dos activos culturais, políticos, comerciais e humanos e ainda do potencial de investimento e turismo de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento.

 

«Uma marca nacional positiva e forte é uma vantagem competitiva crucial, sendo, por isso, muito importante perceber como é que as nações são vistas pelo público», explica a análise, adiantando que «todos os países competem uns com os outros pela atenção, respeito e confiança de potenciais consumidores, investidores, turistas, imigrantes, media e governos de outras nações».

 

A percepção de uma marca nacional tem como base seis critérios: população, cultura e património, investimento e imigração, governo, exportações e turismo.

 

Segundo o Anholt Nation Brands Índex, a imagem de um país costuma andar a par e passo com a sua visibilidade, sendo que países que não são muito conhecidos, raramente são vistos como tendo uma imagem positiva.

 

É o caso da Noruega (14ª posição) e da Irlanda (16ª) que, «apesar de serem duas das nações mais ricas e bem sucedidas per capita - mais até do que o líder Reino Unido - são pouco conhecidas» em termos de qualidades do governo, economia ou população.

 Fonte iol

Public Profiler

Posted by Melita on agosto 30th, 2008

 

Uma equipa de geógrafos, de uma universidade britânica, lançou um site que identifica em que países um determinado sobrenome pode se encontrado, noticia a BBC.

 

O site chama-se «Public Profiler» e reuniu 10.8 milhões de sobrenomes através de dados recolhidos em registos eleitorais e em listas telefónicas. O site tem dados de um bilião de pessoas, de 26 países, e mostra a origem dos nomes e para onde se espalharam.

 

David Beckham, por exemplo, tem um nome britânico, no entanto, há mais Beckhams nos Estados Unidos do que na Grã-Bretanha. O site mostra também quais os nomes próprios associados a cada sobrenome.

 

«Public Profiler» foi desenvolvido por uma equipa da universidade Collefe London. O professor Paul Longley, um dos investigadores, afirmou que «a informação não é apenas histórica, mas também geográfica». «Nós podemos ligar nomes a lugares», explicou.

 

Segundo dados da investigação, a maioria dos sobrenomes mantém-se nos locais de nascimento, porém, muito são espalhados para diversos lugares devido à migração.

 

Segundo Paul Longley, existe tanto interesse em conhecer a história familiar que o site está com dificuldades para satisfazer a procura. «Nós estamos a ser inundados com pedidos mas temos que pedir às pessoas para que sejam pacientes. Há, obviamente, muito interesse nos nomes e nas história das famílias, em todo o mundo», afirmou.

 

http://www.publicprofiler.com/

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O Sol, companheiro de sírio – alinhamento de planetas e as profecias

Posted by Salteadora on agosto 26th, 2008

 

Nosso progresso pode destruir-nos, e isso é nossa culpa; mas o Cosmos também nos ameaça.

 O Sol, companheiro de sírio – alinhamento de planetas e as profecias maio2000

O universo  funciona como o relógio da mais alta precisão, o qual não garante que seja infalível e que em algum momento não possa sofrer uma falha que afecte directamente a nosso planeta com devastadoras conseqüências.

 

 

 

 

No ano de 1982 foi produzido um alinhamento dos planetas do sistema solar, causando um efeito de gravidade sobre as chamas do sol que talvez tenha alterado as fendas sísmicas e as correntes incandescentes internas da Terra, com o conseqüente efeito de tremores e terremotos que começaram a ser sentidos.

 

As desgraças começaram a ser mais sentidas e faladas ao mesmo tempo que ia gravitando sobre nossas cabeças  ov terentrado no ano 2.000— a fatídica data que vaticinam as profecias — e que se produziu  novamente um outro alinhamento,  muito mais directo e suas conseqüências muito mais destrutivas. Supôz-se na época que poderia afetar o equilíbrio do eixo terrestre, chegando a dar um tombo à Terra como se de uma bola se tratasse, ajudada pelo enorme peso que suporta o polo sul em conseqüência do gelo acumulado sobre ele.

 

Estamos já na era dos terremotos, semelhante ao que foi produzido há cento e setenta e nove anos, quando no firmamento ocorreu pela última vez um alinhamento planetário deste nível.

 

O  alinhamento de 2000 ocorreu em Touro, signo que, ao contrário de Aquário, traz de volta para o primeiro plano as duas preocupações básicas da humanidade, desde seus primórdios: alimentação e segurança.

 

Em torno destes dois conceitos centrais, articulam-se outros, como o de valor (atributo de Vênus, regente de Touro), território, relação com o mundo físico e vida econômica. Para expressar com mais intensidade o contraponto entre os dois alinhamentos, foi Urano, o regente moderno de Aquário, que está de fora a confrontar por quadratura os planetas em Touro. E mais: a conjunção Sol-Lua que teve lugar no dia 4 de Maio 2000, esteve em oposição praticamente exata ao Neptuno de 1962. Portanto, os desafios não resolvidos do alinhamento anterior voltarão à tona sob outra ótica, o que revela uma padrão de continuidade, reforçado por envolver a cruz dos signos fixos e aspectar também as posições planetárias do eclipse de agosto de 99.

 

Astrólogos do mundo inteiro tentam compreender esta configuração e analisar suas possíveis manifestações. As visões distribuem-se num leque que começa nas interpretações de cunho político-econômico e se estende até o mais radical dos discursos catastrofistas. Numa tentativa de listar - apenas listar, sem acrescentar maiores comentários - as possibilidades do alinhamento, teríamos o quadro que traçamos a seguir.

 

A ênfase em Touro pode trazer abalos econômicos, como o do crash de 1929, que levou multidões em desespero para a porta da Bolsa de Nova Iorque.

 

Efeitos na economia

 

Sendo Touro signo de Terra e significador de assuntos financeiros (moeda, bancos, acumulação de riqueza, sistemas de valor), haveria um foco definido sobre a economia mundial, que tenderia a sofrer abalos (um “terremoto” uraniano) a partir de um choque de realidade. Com Touro enfatizado, o valor atribuído a cada bem deveria estar em relação direta com sua utilidade intrínseca. Aquilo que é realmente essencial (alimentos, matérias-primas insubstituíveis etc.) tenderia a subir de preço - talvez em função de uma súbita escassez - enquanto os bens impalpáveis, supérfluos ou cuja importância deve-se mais a fatores culturais do que aos impositivos de subsistência poderiam ter seu valor reduzido a fumaça. A queda brusca do preço das ações das empresas de tecnologia de ponta ou voltadas para negócios virtuais seria uma possibilidade, provocando um efeito-cascata em todas as bolsas de valores.

 

Efeitos no meio ambiente

 

Considerando que Touro é signo vinculado à Terra e à natureza, a presença ali dos sete planetas clássicos coloca em evidência a questão ambiental em escala planetária. No marco da conjunção Júpiter-Saturno, os próximos meses ou anos devem mostrar um foco permanente na qualidade de vida. Há duas possibilidades: o início real de ações de grande porte com vistas a deter a degradação ambiental e preservar a biodiversidade (preservação é um atributo taurino) ou o aprofundamento do atual quadro de crise, com o risco de comprometimento permanente de solos e florestas, avanço da desertificação, queda na produtividade da agropecuária e aumento das áreas de fome endêmica.

Poderá o SOL transformar-se numa  estrela nova?

 

Outro fenômeno fatal que pode ocorrer em qualquer momento é que o sol se converta em uma estrela nova, acontecimento que é imprevisível: pode ter lugar em qualquer momento, não avisa. E no firmamento não é raro esta transformação das estrelas.

 

Esclarecemos, porque nestes temas quase todos somos profanos, que uma estrela nova é parte do processo de transformação de um astro em outro de uma densidade maior. O fenômeno é produzido quando o corpo celeste sofre uma implosão, uma concentração de sua matéria para seu mesmo núcleo, o que diríamos uma explosão para o interior de si mesmo. A energia que é colocada em liberdade neste processo é enorme, e seu poder destrutivo, total, em muitos milhões de quilômetros.

 

Se o Sol rebentar, toda a vida da Terra desaparecerá calcinada em conseqüência das elevadas temperaturas que sobreviriam; e depois, a grande atração da estrela nova faria nosso planeta perder sua órbita para ir estilhaçar-se contra sua superficie.

 

 

 

 

O mesmo aconteceria se houvesse uma atração por parte de qualquer outra nova. E temos próxima uma, a chamada Companheiro de Si-rio, que está a somente oito anos-luz de distância, um passeio no Cósmos. Se trata de uma minúscula estrela formada por núcleos atômicos em contato, e que pese a seu pequeno tamanho possui um campo gravitacional 20.000 vezes maior que o de nosso planeta. Apresenta a maior condensação de matéria conhecida, de forma que um homem que aqui pese 75 quilogramos pesaria em Companheiro de Sírio um milhão e meio, conservando o mesmo volume. Pois bem, os astrônomos afirmam que esta estrela anã branca está provocando uma deformação no espaço, criando um ponto preto por onde se pode alcançar o hiper-espaço, arrastando a outros muitos corpos entre outros à Terra, a uma velocidade de 300.000 quilômetros por segundo. Talvez o desastre já tenha sido produzido e tardemos oito anos em inteirar-nos, os mesmos que tardaria em chegar à velocidade da luz a notícia de que na realidade desaparecemos e já estamos perdidos em uma nova imensidão desconhecida….

 

 

 

O próximo alinhamento só acontecerá em 2040. No site da revista americana “Sky and Telescope” (www.skyandtelescope.com) é possível obter mapas do céu de qualquer cidade do mundo para uma observação mais precisa.

 

 

Siza Vieira fala do descontrolo urbanístico em Portugal

Posted by Melita on agosto 24th, 2008

 

«Políticos escolhem quem ganha concursos para obras públicas»

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É a revolta de quem já muito deu ao país. O conceituado arquitecto Siza Vieira sabe como se rege a matéria das obras públicas talvez melhor do que ninguém, por isso rende-se às evidências. Em entrevista ao Diário de Notícias, manifestou a sua visão da arquitectura actual.

 

Na sua opinião, não há dúvidas: «Os políticos escolhem quem ganha concursos para obras públicas»

 

Diz que toda a gente acaba por reclamar das suas obras, mas continua com uma postura diferente, preparando-se para lançar projectos em Milão, depois de ter deixado marcas no Brasil. Talvez os únicos que não reclamam sejam os que ficam nos três túmulos que desenhou, como o de Eugénio de Andrade.

 

Questionado sobre o mau gosto dos portugueses, foi peremptório: «O que é particular em Portugal é o descontrolo no uso do território e isso confirma-se quando uma pessoa passa sobre Espanha, em Castela e não no Sul, e entra no país pelo norte onde se constata logo a falta de planeamento. É uma trapalhada, com casinhas espalhadas por toda a parte, enquanto em Castela se via terreno cultivado e uns núcleos - uma vila, uma cidade - de onde saem estradas para norte e sul. Em Portugal, não existe esse controlo e isso é penalizador».

 

Um tipo de descontrolo que também se está a alastrar à orla marítima, «região que recebe mais fundos, mais educação e mais meios. É aí que está o consumo descontrolado do território».

Jardim ataca o «conformismo podre» dos portugueses

Posted by O Farol on agosto 21st, 2008

Presidente do governo regional da Madeira enaltece, no entanto, a luta dos madeirenses

Alberto João Jardim continua muito activo durante as férias. Desta vez, o alvo foi o Estado central e a passividade do povo português em relação às políticas deste Governo.

 

No seu discurso, considerou que a sociedade portuguesa está «agredida por políticas que complicam o dia-a-dia de cada cidadão», acrescentando ser de recusar as denominadas «causas fracturantes» enunciadas pelo primeiro-ministro, por considerar que esta designação «traduz uma vontade conjuntural, exótica e agressiva de quebrar o articulado lógico de valores pátrios».

 

Apontou que um país que pactua com este tipo de comportamento, que retira à política a dimensão ética, «vive uma situação de decadência». O chefe do executivo regional argumentou que um povo que se mantém «um conformismo podre, assistindo passivo à violação dos seus direitos legitimamente adquiridos, que não reaja democraticamente, tem a alma nacional enferma»

 

«Nós e as próximas gerações temos a obrigação de continuar este percurso de coragem e de luta», disse, garantindo que «o povo madeirense é capaz de mais e de melhor», porque «recusou sempre a decadência, o autoritarismo, a mediocridade e a apatia conformada».

 

«Centralismo do Estado» e «distância arrogante do poder»

 

«É hipocrisia falar das legítimas e indiscutíveis necessidades de melhoria das condições de vida dos povos, mas por autoritarismo colonialista e por mediocridade político-partidária se negar os direitos do povo madeirense», declarou, numa alusão ao Estado central.

 

Quanto ao presidente do município, Miguel Albuquerque salientou que «o centralismo do estado e a distância arrogante do poder leva à degeneração da democracia»

 

Sobre os objectivos para o futuro, Miguel Albuquerque referiu que são fazer do Funchal uma cidade «cosmopolita, aberta ao mundo, aos outros e ás diversas culturas, que se afirme crescentemente a nível internacional pela qualidade da sua maior indústria que é o turismo e se afirme pela sua maior riqueza: a afectividade e a humanidade dos funchalenses».

 

O Funchal assinala oficialmente, esta quinta-feira, os 500 anos da sua elevação a cidade com um vasto programa de actividades. Alberto João Jardim interrompeu as férias no Porto Santo para participar nas comemorações.

 

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CORRUPÇÂO está a crescer, alerta ex-ministro socialista

Posted by Salteadora on julho 27th, 2008

Desiludido, por o seu pacote legislativo contra a corrupção ter sido rejeitado pelo PS no Parlamento, João Cravinho assume este chumbo como uma derrota pessoal, «como um soldado no campo de batalha que combateu mas foi derrotado pelo inimigo».

 

Em entrevista no programa «Diga lá, Excelência», programa do Público, Rádio Renascença e RTP2, o ex-ministro das Obras públicas de António Guterres, reconhece que o Simplex é muito positivo no combate à pequena corrupção, mas, lamenta, «na grande corrupção de Estado, toda a gente tem a sensação que estamos numa situação muito complicada e em crescendo». E porquê? Cravinho explica: «Porque a grande corrupção considera-se impune e age em conformidade e atinge áreas de funcionamento do Estado».

 

E não só se sente impune, como está a crescer, diz João Cravinho. «Falo com muita gente, advogados, economistas, que dizem que isto está a atingir proporções em alguns grandes negócios que são suspeitos».

Fonte:IOL

 Abramovich admite que ficou rico à custa da corrupção

 

Não deve ser por acaso que a compra de iates disparou…

Nem que os pobres estão mais pobres e os ricos mais ricos…

Nem que o número real de pobres aumentou em Portugal…

 

  • » Corrupção: urbanismo é «cancro da Democracia»
  • » «O poder não cria leis contra si próprio»
  • » «Políticos são os principais agentes da corrupção»
  • » «A Justiça não chega à grande corrupção»
  • Quantas Boeing 747 Emergency

    Posted by Melita on julho 25th, 2008

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    Um Boeing 747 da companhia australiana Qantas realizou nesta sexta-feira uma aterragem de emergência no aeroporto de Manila, Filipinas, devido a um buraco na fuselagem, noticia a agência France Press

     

    A Qantas indicou que não há nenhum ferido entre os 346 passageiros e 19 membros da tripulação. O aparelho teve de aterrar depois da forte despressurização devido a um buraco na fuselagem que aconteceu logo após descolar de Hong Kong, indicou Ding Lima, chefe de operações do aeroporto de Manila.

     

    Vários passageiros contaram que, depois de ouvir um barulho muito alto, o avião, que voava entre Londres e Melbourne, via Hong Kong, sofreu uma queda de mais de 6.000 metros. Um dos passageiros filmou esse momento.

     fonte:Iol

    LHC em Contagem decrescentee

    Posted by Melita on julho 25th, 2008

    O acelerador LEP esteve em operação entre 1989 e 2000. Depois toda a máquina foi desmontada, para dar lugar a um novo acelerador no mesmo túnel, o LHC (Large Hadron Collider).

    Ao contrário de LEP, o LHC irá colidir feixes constituídos por pacotes de protões. Substituindo electrões e positrões por protões (em ambos os casos), pode-se atingir uma energia muito superior nas colisões entre partículas, 14 TeV (70 vezes a energia máxima atingida em LEP). O LHC deverá entrar em funcionamento em 2007-2008.

    Várias experiências estão planeadas para o LHC, em que cada experiência está construindo um conjunto de detectores para registar o que se irá passar nas colisões entre os protões. Uma dessas experiências é a experiência ATLAS. Siga a ligação abaixo para iniciar uma animação que mostra como é que os protões são acelerados no sistema de aceleradores do CERN, incluindo o LHC, e depois são forçados a colidir no centro do Detector ATLAS (a animação foi elaborada para o programa `Macromedia Flash Player‘).

    Comece a animação

    contagem decrescente

    LHC em Contagem decrescentee lhc_underground

    Um dos principais objetivos do LHC é tentar explicar a origem da massa das partículas elementares, entre muitas outras coisas. Uma dessas experiências envolve a partícula bóson de Higgs, se sua teoria do campos de Higg estiver correta, ela será descoberta pelo LHC. Procura-se também a existência da super simetria. Experiências que investigam a massa e a fraqueza da gravidade serão: (um equipamento toroidal do LHC) e CMS (iniciais Solenóide de muon compacto). Elas irão envolver aproximadamente 2 mil físicos de 35 países.

     

    As experiências por meio do LHC devem permitir descobrir várias partículas dotadas de todas as cargas de energia e exercendo as mesmas interações que as partículas do Modelo Padrão que nós já conhecemos.

    Experiências antes do LHC

    «Considero o Tratado de Lisboa como um erro» diz Presidente Checo

    Posted by Salteadora on julho 24th, 2008

    Presidente checo diz que texto se trata «de uma coisa má para a Europa». Já o chefe de Estado polaco afirma que não quer ser uma barreira ao processo europeu

     «Considero o Tratado de Lisboa como um erro» diz Presidente Checo pol_304

    Os presidentes checo Vaclav Klaus e polaco Lech Kaczynski defenderam as respectivas posições, um ferozmente contra e o outro não querendo ser um obstáculo ao processo europeu, como revelaram depois de um encontro, esta quinta-feira, na região de Praga, noticia a Lusa.

     

    «Considero o Tratado de Lisboa como um erro, uma coisa má para a Europa», declarou Klaus que continua a ser o único chefe de Estado europeu a querer enterrar o texto depois do «não» irlandês.

     

    «Eu, confirmei a minha posição de que este Tratado não existe sem a Irlanda mas que a Polónia não quer ser um obstáculo», disse, por seu lado, Kaczynski, um conservador eurocéptico.

     

    «Não tentámos convencer-nos um ao outro. Temos as nossas opiniões claras que não vamos mudar», acrescentou Klaus que recebeu o seu homólogo polaco no Castelo de Lany onde está em convalescença depois de uma operação à anca.

     

    No que diz respeito à ratificação, penso que nenhum de nós está obrigado a agir agora de forma radical. Na minha opinião, sem uma mudança do resultado irlandês, não vale a pena falar disso», acrescentou o chefe de Estado checo que sempre se manifestou ferozmente eurocéptico.

     

    «Na República Checa todos nós chorámos quando perdemos, nos últimos dois minutos, o nosso jogo contra a Turquia no Campeonato da Europa de Futebol mas ninguém pensou que, duas horas depois, um júri poderia decidir que o jogo não valia e que seria válido um outro resultado. E eu penso que as regras são válidas no futebol mas também nos referendos internacionais», insistiu.

     

    Os poderes constitucionais de Klaus não lhe permitem opor-se ao Tratado caso o Parlamento checo o ratifique mas a sua influência política é poderosa, sobretudo no seio do Partido Cívico Democrático (ODS), em posição de força na coligação de centro-direita.

     

    O Tratado de Lisboa, que reforma o funcionamento das instituições europeias, vai ser apresentado para ratificação no Parlamento checo até ao fim do ano, logo que o Tribunal Constitucional der a sua opinião.

     

    Do lado polaco, falta a última assinatura do presidente Lech Kaczynski, para validar o texto aprovado em Abril pelo Parlamento.

     

    Hoje, Klaus anunciou que contava deslocar-se em Novembro à Irlanda para uma «grande visita oficial» prevista «muito antes do não irlandês», sublinhando que esta viagem poderá ser uma boa ocasião para «compreender a posição da Irlanda».

     

    A República Checa sucede à França na presidência rotativa da União Europeia(UE), no início de 2009.

    «Considero o Tratado de Lisboa como um erro» diz Presidente Checo rep_checa


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