Berlim tem restaurante suspenso a 50 m do chão

Posted by Melita on setembro 5th, 2008

A última novidade de Berlim é um programa pouco indicado para quem tem medo de altura: um jantar servido numa plataforma suspensa a 50 m de altura.

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Cada um dos 22 clientes desembolsa 159 euros, ou cerca de R$ 360, para degustar o menu nas alturas, com direito a entrada e sobremesa, mas bebidas alcoólicas são pagas à parte.

 

Os organizadores do “jantar no céu” recomendam que sejam levados agasalhos impermeáveis.

 

Para garantir que os pratos vão ser servidos quentes, o chef Elmar Sertel conta que foram criadas caixas plásticas especiais, que só são abertas na hora de servir os alimentos.

 

Jantando no céu pela primeira vez, Severin Gasteiger afirmou que a experiência é única. Com o espaço limitado, os organizadores belgas do jantar simplificaram as idas ao banheiro. Os clientes usam um toalete comum, na terra firme.

 

O processo é apenas um pouco menos discreto, já que toda a plataforma tem que descer, mas os organizadores dizem que tudo leva menos de um minuto.

 

BBC Brasil

Pólo Norte é ilha pela 1ª vez em 125 mil anos

Posted by Melita on setembro 3rd, 2008

 

Pela primeira vez na história o Pólo Norte se tornou uma ilha no meio do oceano, informa o site de notícias ABC.es. Imagens de satélite captadas pelo Instituto de Física Ambiental da Universidade de Bremen, na Alemanha, comprovaram o fato nunca antes visto pelo menos nos últimos 125 mil anos.

Pólo Norte é ilha pela 1ª vez em 125 mil anos NorthPole_wideweb__470x322,0 

As fotografias, tiradas em 1º de setembro, mostram claramente como a calota polar ficou rodeada pelo mar sem estar interligada à plataforma continental por leste ou oeste. As passagens jamais haviam se aberto simultaneamente. A passagem do nordeste, próxima à Rússia, se desbloqueou temporariamente no verão de 2005 e a do noroeste ficou livre do gelo em todo o caminho entre os oceanos Pacífico e Atlântico.

 

“É um acontecimento histórico, um espiral de morte e destruição”, avaliou o pesquisador Mark Serreze, do Centro Nacional de Neve e Gelo, em entrevista ao The Independent.

 

 O cientista considerou como estranho o fato de um centro alemão ter divulgado fotos de seus satélites, e não a Nasa, a agência espacial americana.

 

Segundo ele, algumas agências governamentais podem estar relutantes em divulgar a catástrofe por receio que surjam problemas na navegação.

 

Serrez, que dedicou anos de sua vida para estudar a extensão do gelo no Ártico, acredita que a abertura simultânea das passagens é mais um fator alarmante do degelo que ocorre na região.

 

Degelo recorde

No final de agosto, cientistas americanos advertiram que a área coberta de gelo no Ártico se reduziu a seu segundo menor nível desde o início dos registros por satélite, há 30 anos. Segundo eles, é um indicativo de que o derretimento chegou a um nível em que seus efeitos começam a se tornar irreversíveis.

 

Redação Terra  

Degelo no Canadá indica mudanças graves

Posted by Melita on setembro 3rd, 2008

 

David Ljunggren

 

 

O degelo incrivelmente rápido das plataformas de gelo no Ártico canadense serve como alerta para as “mudanças muito substanciais” provocadas pelo aquecimento global, disse um renomado especialista na quarta-feira.

Degelo no Canadá indica mudanças graves 400px-Map_of_Canada

Pesquisadores anunciaram na noite de terça-feira que cinco banquisas ao longo da ilha Ellesmere, no extremo norte canadense, perderam 23 por cento da sua área só neste verão. Essas plataformas de gelo existem há mais de 4 mil anos.

 

A banquisa maior está se desintegrando, e uma das menores, com 55 km², se rompeu inteiramente em agosto.

 

“Os modelos climáticos indicam que as maiores mudanças, as mudanças mais severas, vão acontecer primeiro nas latitudes boreais mais elevadas”, disse Warwick Vincent, diretor do Centro de Estudos Boreais da Universidade Laval, no Québec.

 

“Este será o ponto de partida para mudanças mais substanciais em todo o resto do planeta. Nossos indicadores estão nos mostrando exatamente o que os modelos climáticos previam”, disse ele à Reuters.

 

A expectativa é de que o aquecimento global provoque mais furacões, ciclones e inundações no planeta.

 

Vincent, que há dez anos visita anualmente as banquisas da ilha Ellesmere, disse que o impacto do aquecimento em 2008 é “estarrecedor”.

 

A equipe dele estimava que as banquisas perderiam 20 km² neste verão. Perderam 215. “Dá para ver mar aberto até o horizonte numa área que é tipicamente coberta de gelo ao longo de toda a estação”, disse ele.

 

A banquisa Markham se separou de Ellesmere no começo de agosto. Dois pedaços enormes, totalizando mais de 121 km², se soltaram da vizinha banquisa Serson, reduzindo seu tamanho em 60%.

 

A banquisa Ward Hunt, que com 400 km² é a maior que resta, está se desintegrando. “Claramente a viabilidade de longo prazo daquela banquisa agora na verdade é de curto prazo”, disse Vincent.

 

A temperatura máxima registrada neste ano pela equipe foi de 19,7C, bem acima da média história de 7,8C.

 

Vincent diz não ter dúvidas da responsabilidade humana sobre o aquecimento. “Acho que estamos num ponto em que não é impossível de parar, mas pode ser desacelerado. E se você pensar na magnitude dos efeitos sobre a nossa sociedade, então realmente precisamos nos dar mais tempo para nos preparar para algumas mudanças muito substanciais que vêem pela frente.”

 

Reuters

Portugal em 20.º atrás da Grécia…

Posted by Salteadora on setembro 3rd, 2008

Portugal em 20.º atrás da Grécia... varrer_portugal2Numa lista de 38 países, elaborada com base num estudo que envolveu 25 mil pessoas

A marca nacional Portugal é a 20ª mais atractiva entre uma lista de 38 países, elaborada com base num estudo internacional, relativo ao segundo trimestre deste ano, que questionou mais de 25 mil pessoas através da Internet, noticia a Agência Lusa.

 

A marca mais bem conotada é a do Reino Unido, seguida da Alemanha e da Franca, enquanto o Canadá e a Suíça completam o «ranking» das 5 primeiras.

 

Portugal, que está abaixo da primeira metade da lista, atrás da Espanha e da Grécia, é visto como um país cuja economia e governo não estão ao nível da União Europeia (UE).

 

«Portugal aderiu à União Europeia cinco anos depois da Grécia e ainda não conseguiu convencer o mundo de que a sua economia e governo estejam ao nível da maioria dos membros da UE», refere o relatório Anholt Nation Brands Index.

 

Em Portugal, o sector do turismo tem, de acordo com o os resultados do inquérito, «fundações mais fracas que na Grécia», país que aparece no 17º lugar do «ranking».

 

Espanha melhor posicionada

 

No 12º posto surge a marca nacional Espanha, que «apesar» de ter aderido à UE ao mesmo tempo que Portugal, «construiu uma marca mais robusta».

 

«A Espanha é um país maior, o que normalmente ajuda a construção de uma marca», admite o consultor Simon Anholt, responsável pelo estudo feito em parceria com a fornecedora de pesquisas mundiais de mercado na Internet Global Market Insite.

 

Para a melhor performance da marca Espanha, em relação a Portugal, muito contribuiu também o facto de aquele país ter organizado os Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, avança ainda a mesma fonte.

 

Entre as 10 primeiras posições da listagem encontram-se ainda as marcas nacionais da Suécia, da Itália, da Austrália, do Japão e dos Estados Unidos.

 

Os últimos lugares são ocupados pela Indonésia (em 38º), Israel (27º) e Estónia (no 36º).

 

Atrás de Portugal ficaram também países como o Brasil (21º), a Rússia, a China ou a Argentina.

 

Base do estudo

 

O estudo, realizado trimestralmente, foi feito com base em entrevistas a 25,9 mil indivíduos com idades entre os 18 e os 64 anos, oriundos de 35 países e registados na Internet.

 

O objectivo é analisar a percepção que os indivíduos têm acerca dos activos culturais, políticos, comerciais e humanos e ainda do potencial de investimento e turismo de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento.

 

«Uma marca nacional positiva e forte é uma vantagem competitiva crucial, sendo, por isso, muito importante perceber como é que as nações são vistas pelo público», explica a análise, adiantando que «todos os países competem uns com os outros pela atenção, respeito e confiança de potenciais consumidores, investidores, turistas, imigrantes, media e governos de outras nações».

 

A percepção de uma marca nacional tem como base seis critérios: população, cultura e património, investimento e imigração, governo, exportações e turismo.

 

Segundo o Anholt Nation Brands Índex, a imagem de um país costuma andar a par e passo com a sua visibilidade, sendo que países que não são muito conhecidos, raramente são vistos como tendo uma imagem positiva.

 

É o caso da Noruega (14ª posição) e da Irlanda (16ª) que, «apesar de serem duas das nações mais ricas e bem sucedidas per capita - mais até do que o líder Reino Unido - são pouco conhecidas» em termos de qualidades do governo, economia ou população.

 Fonte iol

A anedota mais antiga do mundo

Posted by Salteadora on agosto 30th, 2008

Humor escatológico era tão popular entre os povos antigos como é hoje em dia

A anedota mais antiga de que há registo tem assinatura suméria, remonta a 1900 a.C e sugere que o humor escatológico era tão popular entre os povos antigos como o é hoje em dia.

 

Segundo o jornal El Mundo, a anedota em questão é breve e reza assim: «Algo que nunca aconteceu desde tempos imemoriais: uma mulher jovem não deu um traque sobre os joelhos do seu marido».

 

Os sumérios viveram no que é hoje o sul do Iraque e a anedota encabeça a lista das 10 mais antigas publicada quinta-feira pela Universidade de Wolverhampton, na Grã-Bretanha.

 

Uma piada de 1.600 a.C. sobre um faraó, talvez Snofru, vem citada na lista como a segunda mais antiga: «Como divertes um faraó aborrecido? Pões a navegar um bote carregado com mulheres jovens vestidas apenas com redes de pescar e pedes ao faraó que vá apanhar peixe».

 

A anedota britânica mais antiga data do século X e revela a faceta de humor com segundo sentido dos anglo-saxões: «O que pende da coxa de um homem e quer meter-se num buraco em que frequentemente se mete alguma coisa? Resposta: Uma chave».

 

«As anedotas mudaram ao longo dos anos, algumas adoptando o formato de pergunta e resposta, enquanto que outras são engenhosos provérbios ou adivinhas», disse o autor do relatório, o professor universitário Paul McDonald, citado no jornal.

 

«O que todas elas têm em comum, explicou McDonald, é uma disposição para enfrentar tabus e algum grau de rebelião. Os jogos de palavras modernos, as anedotas de raparigas da cidade de Essex e o humor escatológico podem ser encontrados nas primeiras anedotas identificadas nesta investigação».

 

O estudo foi encomendado pelo canal de televisão Dave. As dez anedotas mais antigas podem ser lidas na página da Internet  www.dave-tv.co.uk.

 A anedota mais antiga do mundo egipcio

Chips nas matrículas: dúvidas e petição na Internet

Posted by Melita on agosto 29th, 2008

Chips nas matrículas: dúvidas e petição na Internet

Comissão de Protecção de Dados espera por esclarecimentos e cidadãos falam em violação de privacidade

 «Petição Contra a Colocação Obrigatória de Chips de Vigilância nas Matrículas dos Veículos Automóveis»

Não é um assunto pacífico e está a levantar muitas dúvidas, gerando mesmo uma onda de contestação na internet. Um dia depois da promulgação, pelo Presidente da República, do diploma que autoriza o Governo a colocar chips nas matrículas, já existe uma petição on-line com centenas de assinaturas. As dúvidas subsistem, inclusivamente da parte da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD)

 

«Num parecer elaborado em Abril, a Comissão suscitou algumas dúvidas, que agora foram confirmadas pelo Presidente da República», recordou ao PortugalDiário Isabel Cruz, secretária-geral da CNPD. Inicialmente, existia a dúvida sobre se o Governo poderia legislar sem passar pela Assembleia da República, mas tal situação foi alterada e o diploma foi mesmo discutido, com polémica, no Parlamento.

 

Chip vai respeitar vida privada dos cidadãos

 

Com a autorização legislativa surgiu uma outra dúvida sobre a natureza do chip, se seria de monitorização por satélite ou local. O Governo explicou que seria local, colocando de parte o GPS e abrindo portas ao RFID (Radio-Frequency IDentification). Ainda assim, é algo que terá de ser esclarecido pelo próprio executivo durante a elaboração da lei, tal como a entidade que irá gerir os dados e a sua aplicação.

 

Em todo o caso, a Comissão terá de ser ouvida novamente, para emitir um parecer sobre a nova lei. Trata-se de uma tecnologia sem precedentes na União Europeia, pelo que a própria Comissão apresenta reservas, nomeadamente em relação a alternativas.

 

Petição on-line

 

Subsistem reservas em relação a este tipo de tecnologias e foi isso mesmo que suscitou o surgimento de uma petição on-line contra o diploma. A «Petição Contra a Colocação Obrigatória de Chips de Vigilância nas Matrículas dos Veículos Automóveis» pretende denunciar «as premissas ambíguas e questionáveis do projecto».

 

«O Sistema de Identificação Electrónica de Veículos SIEV parece ser inútil, até prejudicial, do ponto de vista da facilitação da vida do utente; o governo, e os seus parceiros privados neste projecto, passam a deter um poder excessivo e injustificado para controlar, e eventualmente taxar, os veículos; o direito à privacidade dos automobilistas é posto em causa; e, uma vez mais, pretende-se que os contribuintes portugueses sejam chamados a pagar um projecto governamental megalómano, dispensável, e potencialmente prejudicial para as suas liberdades e direitos elementares», lê-se na petição.

 

Dez a quinze euros

 

O Governo assegura que a privacidade não estará em causa e vai explicando a utilização das «e-matrículas». O secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, informou, em entrevista à SIC Notícias, que os novos dispositivos a colocar nos veículos custarão «entre dez e quinze euros» e serão pagos pelos utilizadores, o que já motivou também o protesto por parte do Automóvel Clube de Portugal. Na perspectiva do presidente Carlos Barbosa, esse encargo devia pertencer às seguradoras.

 

Paulo Campos explica que o chip não vai colocar em a privacidade e será «um instrumento fundamental para a diminuição da sinistralidade automóvel», com «fiscalizações mais eficazes», para além de «ajudar a gerir melhor as infra-estruturas rodoviárias».

 

Os dados serão geridos por «uma entidade a criar», que estará sobre a alçada do Ministério das Obras Públicas, podendo ser utilizados em quatro ocasiões: «pela polícia; pela entidade que cobra portagens, como acontece com a Via Verde, de forma totalmente voluntária; por privados, como seguradores, no caso de um segundo veículo que seja pouco utilizado e que poderá pagar apenas quando estiver a circular, ou seja, novamente de forma voluntária; para além da própria entidade de gestão».

VISITA o Greenpeace:O Navio Artict Sunrise mostra em Lisboa três meses de histórias

Posted by Melita on agosto 24th, 2008

 

Lisboa, 00 Ago (Lusa) - O capitão do Artic Sunrise acaba de pôr os olhos em terra. Parece uma maré viva de histórias a atracar em Lisboa. O navio da Greenpeace vem marcado por três meses de alto mar em busca dos barcos de pesca ilegal.

 

A serenidade do homem dos olhos azuis que manda na embarcação tem o peso do cansaço de uma vida a bordo, onde se trabalha 24 horas por dia. No Arctic Sunrise, voluntários e activistas, dos 20 aos 60 anos, fazem turnos para manter as máquinas a trabalhar e vigiar os mares que querem salvar.

 

Nos últimos três meses o quebra-gelo Arctic Sunrise navegou pelos mares do Mediterrâneo a procurar barcos de pesca ilegal, a convencer governos a criar reservas marinhas e a alertar os vendedores e consumidores para o aumento das espécies piscícolas em vias de extinção.

 

A Lusa acompanhou os últimos três dias desta missão, que terminou quinta-feira com o atracar do navio no cais de Alcântara, em Lisboa, provocando em alguns membros da tripulação um misto de alegria e tristeza pelo adeus ao mar e pelo regresso a casa por mais uma temporada.

 

Os olhos do capitão misturam-se com o mar. Levou a cabo mais uma missão, marcada na pele queimada pelo sol. Precisa de se esforçar para contar os anos de vida que já navegou. “Na Greenpeace estou, talvez, há 10 anos, mas ando no mar pelo menos desde os meus 16″, diz Peter Bouket, de 58 anos.

 

É um dos seis capitães da Greenpeace e já comandou todos os três navios da organização, mas mostra a sua preferência pelo quebra-gelo Arctic Sunrise. O Esperanza, diz, é “grande demais” e o Rainbow Warrior não é o seu “género”.

 

Ao contrário do resto da tripulação, que acumula diferentes tarefas, o trabalho do comandante cinge-se à navegação, cabendo-lhe também a decisão de interromper o curso do navio quando encontra pelo caminho alguma pesca ilegal ou uma espécie em apuros que possa ajudar a salvar.

 

Às vezes são eles que precisam de ser salvos. O corpo franzino e a estatura média de Texas Joe, o operador de rádio do navio, não denunciam as aventuras que já viveu a bordo dos navios da Greenpeace, nem a dezena de vezes que foi preso em acções da organização.

 

Em Outono passado, no Antárctico, quando o Arctic Sunrise foi deliberadamente atacado por um navio da frota baleeira japonesa duas vezes maior e seis vezes mais pesado, danificando o navio da Greenpeace, Texas Joe teve de ser transportado para o hospital, embora sem ferimentos graves.

 

“Eu estava no insuflável [um dos quatro botes do navio da Greenpeace] que colocámos junto à baleia para evitar que fosse atingida quando os japoneses, inesperadamente, porque nunca o tinham feito antes, decidiram lançar o arpão e eu fui atingido. Ainda caí, mas agarrei-me à corda do arpão e tive sorte, porque só se rasgou o meu colete salva-vidas”, conta, baixando os olhos ao lembrar que a baleia acabou por morrer.

 

Este operador de rádio do Canadá não esconde o medo das detenções ou de ser ferido numa missão, mas diz que todas essas emoções são ultrapassadas pela convicção que tem na missão da Greenpeace em travar a destruição do ambiente.

 

“Temos de desobedecer às regras em algumas situações. Se ninguém o fizer tudo vai continuar na mesma. É claro que tenho receio do que me pode acontecer, especialmente desde que fui pai pela primeira vez há ano e meio. Mas alguém tem de zelar pelo futuro das próximas gerações”, conta este tripulante de 33 anos.

 

Na missão para salvar os oceanos, o navio da Greenpeace recebeu a bordo mais de 20 activistas e voluntários de 15 nacionalidades diferentes, entre as quais do Líbano, Chile, Argentina, Turquia, Brasil, Canadá e de vários países da Europa.

 

No navio, as rotinas diárias têm horas fixas: pequeno-almoço entre as sete e as oito, almoço entre o meio-dia e a uma e jantar entre as seis e as sete, sendo sempre as refeições seguidas de uma hora para as limpezas.

 

Os alimentos que entram no navio têm origem biológica ou, não havendo esta alternativa nos portos onde atraca, são comprados em pequenos mercados locais, mas nunca nos supermercados.

 

O peixe é proibido a bordo, embora alguns activistas o comam nas suas casas, e a separação do lixo para reciclagem é rigorosa, desde a orgânica (restos de alimentos), ao metal, vidro e papel, chegando ao pormenor de se separar o pequeno papel que segura um pacote de chá.

 

Todos os tripulantes ficam no mar apenas três meses, findos os quais têm de aguardar igual período para poder voltar a embarcar neste ou noutro dos três navios da organização.

 

Os voluntários da Greenpeace, que ao contrário dos activistas não têm qualquer vínculo contratual, receiam sempre não voltar a embarcar por causa da quantidade de pedidos que chegam de todas as partes do mundo.

 

O Arctic Sunshine fica agora até meados de Setembro em Lisboa. Até domingo pode ser visitado pelo público em Alcântara, seguindo depois para reparação de rotina para preparar nova viagem, desta vez rumo ao Brasil e ao Congo (África), onde vai continuar a luta da organização contra o corte ilegal de madeira.

 

Lusa/fim

 

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Jardim ataca o «conformismo podre» dos portugueses

Posted by O Farol on agosto 21st, 2008

Presidente do governo regional da Madeira enaltece, no entanto, a luta dos madeirenses

Alberto João Jardim continua muito activo durante as férias. Desta vez, o alvo foi o Estado central e a passividade do povo português em relação às políticas deste Governo.

 

No seu discurso, considerou que a sociedade portuguesa está «agredida por políticas que complicam o dia-a-dia de cada cidadão», acrescentando ser de recusar as denominadas «causas fracturantes» enunciadas pelo primeiro-ministro, por considerar que esta designação «traduz uma vontade conjuntural, exótica e agressiva de quebrar o articulado lógico de valores pátrios».

 

Apontou que um país que pactua com este tipo de comportamento, que retira à política a dimensão ética, «vive uma situação de decadência». O chefe do executivo regional argumentou que um povo que se mantém «um conformismo podre, assistindo passivo à violação dos seus direitos legitimamente adquiridos, que não reaja democraticamente, tem a alma nacional enferma»

 

«Nós e as próximas gerações temos a obrigação de continuar este percurso de coragem e de luta», disse, garantindo que «o povo madeirense é capaz de mais e de melhor», porque «recusou sempre a decadência, o autoritarismo, a mediocridade e a apatia conformada».

 

«Centralismo do Estado» e «distância arrogante do poder»

 

«É hipocrisia falar das legítimas e indiscutíveis necessidades de melhoria das condições de vida dos povos, mas por autoritarismo colonialista e por mediocridade político-partidária se negar os direitos do povo madeirense», declarou, numa alusão ao Estado central.

 

Quanto ao presidente do município, Miguel Albuquerque salientou que «o centralismo do estado e a distância arrogante do poder leva à degeneração da democracia»

 

Sobre os objectivos para o futuro, Miguel Albuquerque referiu que são fazer do Funchal uma cidade «cosmopolita, aberta ao mundo, aos outros e ás diversas culturas, que se afirme crescentemente a nível internacional pela qualidade da sua maior indústria que é o turismo e se afirme pela sua maior riqueza: a afectividade e a humanidade dos funchalenses».

 

O Funchal assinala oficialmente, esta quinta-feira, os 500 anos da sua elevação a cidade com um vasto programa de actividades. Alberto João Jardim interrompeu as férias no Porto Santo para participar nas comemorações.

 

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Como baixar o desemprego nas estatísticas?

Posted by Salteadora on agosto 20th, 2008

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«Entre Janeiro e Junho deste ano, 3699 desempregados ficaram sem subsídio porque foram apanhados em falta com alguma das obrigações impostas pela lei.»

 

 

Será que eram tão válidas ao ponto de se retirar o subsidio? ou será que na contenção que é preciso fazer se vai agora tirar aos desempregados?

Se a palavra tivesse algum valor para este governo, até acreditaria nas faltas que dizem ter existido…

mas sabendo do que este executivo é capaz…fica quase a certeza de que se está a “amendrontar” as pessoas porque o zé povinho tem que pagar a crise sempre…

A Noticia:

Desde Janeiro de 2007, a lei passou a listar uma série de obrigações que têm de ser cumpridas pelos desempregados subsidiados sob pena de perderem o direito a receber a prestação. Entre as condições está a apresentação de 15 em 15 dias nos centros de emprego, para minimizar a possibilidade de estarem a trabalhar sem o declarar; a obrigação de aceitar um emprego proposto, desde que este cumpra determinadas regras de salário e tempo de deslocação; de fazer a formação profissional proposta; ou de se apresentarem aos centros de emprego sempre que convocados.

 

Nos primeiros seis meses do ano, o Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) detectou 3699 pessoas em «incumprimento das suas obrigações» e cortou-lhes o subsídio, revelou o presidente do instituto na terça-feira ao «Jornal de Notícias» Francisco Madelino.

 

Entre estas pessoas estão 254 inscritos a quem o IEFP cortou a prestação porque as apanhou a apresentar falsas baixas médicas para justificar faltas a convocatórias ou às apresentações quinzenais obrigatórias nos centros de emprego, adiantou Madelino.

Fonte:iol

 

·                               » Número de desempregados continua a cair

» Portugal criou quase 134 mil empregos desde que Governo tomou posse

 

Visão distorcida da realidade que Sócrates possui, quando lhe interessa…

Posted by Melita on agosto 20th, 2008
  • «Sócrates mandou quase meio milhão de portugueses para o desemprego»

    Alberto João Jardim reagiu desta forma aos novos postos de trabalho anunciados por José Sócrates

    Um dia depois do primeiro-ministro ter anunciado novos postos de trabalho, Alberto João Jardim contestou os números apresentados, informa a Lusa.  

    «Se neste momento há 200 mil desempregados a mais do que havia quando ele tomou posse e se ele criou 130 mil postos, isto significa que mandou para o desemprego 330 mil portugueses», afirmou, durante o passeio matinal pela praia do Porto Santo, que faz diariamente durante o período de férias que goza na Ilha Dourada.  

    O líder do Governo regional da Madeira acrescentou ainda: «Somando mais os 100 mil que estão trabalhando em Espanha, significa que quase meio milhão de portugueses foram desempregados por este senhor».

     

     

    Para Sócrates as contas são sempre outras…e diz:

    “Portugal criou quase 134 mil empregos desde que Governo tomou posse…”

    País tem menos 30 mil desempregados que há um ano atrás e mais 73 mil trabalhadores… Visão distorcida da realidade que Sócrates possui, quando lhe interessa... desempregoze7

  •  

    Recorde-se que o primeiro-ministro anunciou na segunda-feira terem sido criados 133 mil empregos líquidos desde Março de 2005 e manifestou-se confiante no cumprimento da meta de criação de 150 mil novos postos de trabalho até final da legislatura.

     

    A Habilidade de um mentiroso?

     

     

     

    Segundo Sócrates, os 133 mil novos postos de trabalho criados desde o início da legislatura são «emprego líquido»: «Descontados os empregos que se perderam, o saldo é positivo em 133 mil novos empregos».

     

     

     

     

     

     

     

  • » Desemprego: PCP não percebe optimismo
  • » Contas Nacionais: «Irrealismo do Governo»
  • » «Começar o ano a inaugurar um call center é uma silly reentrée»
  • » Terminaram as férias de José Sócrates
  • » Sócrates é «perigoso», diz Jardim
  • Nem só Sócrates vê assim…

    Manuel Pinho em Setembro de 2007 também via tudo Rosa…e se tem visto melhor evitaria tanta miséria ou não é para isso que se tem governantes?

    Ministro diz que não há crise no País

    O ministro da Economia, Manuel Pinho, desvalorizou ontem as sucessivas revisões em baixa das previsões de crescimento económico da Zona Euro – ontem por Bruxelas, na semana passada pela OCDE e FMI – afirmando que a economia portuguesa “está no bom caminho para uma retoma sólida”, não havendo “qualquer indicação de crise”.
    http://www.correiodamanha.pt/noticia…Canal=11&p=200

    Março de 2006

    Fonte DN

     

    O crescimento do desemprego parece estar a parar em Portugal. Os 487 936 desempregados registados nos centros de emprego do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) em Fevereiro deste ano significam uma diminuição de 3248 desempregados face a Janeiro, uma redução de 0,7%. É a primeira vez desde o ano 2000 que se verifica em Fevereiro uma redução mensal em cadeia do desemprego registado.

     

    Não é ainda uma redução face ao mês homólogo, uma vez que, em relação a Fevereiro de 2005 se verificou uma ligeiríssima subida de 0,1% (mais 313 desempregados). Mas os números do IEFP parecem apontar para uma estagnação dos números do desemprego: esta é a taxa de crescimento homólogo mais baixa desde Fevereiro de 2002, o mesmo sucedendo em valor absoluto.

    Situação do Norte agrava-se

     

    Em termos nacionais, todas as regiões do país apresentam números do desemprego mais baixos do que em 2005, à excepção do Norte: nesta região o desemprego aumentou 2%. A região onde o número de desempregados mais desceu foi a dos Açores (4,6%), seguidos do Algarve (3,9%).

     

     

     

     

    Outubro de 2007

    A taxa de desemprego em Portugal voltou a subir e agora situa-se nos 8,5 por cento. É a terceira mais alta dos 27 países da União Europeia segundo revelam as estimativas do Departamento de Estatísticas das Comunidades Europeias (Eurostat) para o mês de Outubro.

    Dados de emigração???

    Empregos de Verão???

    Deveriam entrar nas contas do PM. Será que entraram?

    CAMPANHA POLÍTICA PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES…?

    SEGUNDO AS SONDAGENS OS PORTUGUESES, PARA PORTUGAL QUERIAM MESMO ERA BAIXAR O DESEMPREGO…

    FONTE:MARKTESTE

    Portugueses querem menos desemprego

    Se o Pai Natal pudesse realizar este desejo, a diminuição da taxa de desemprego seria certamente a melhor prenda para os portugueses. Assim o indicam os resultados de uma sondagem exclusiva realizada no Fonebus para a Marktest.com Notícias.
     

    Em sondagem realizada pelo Fonebus, os residentes no Continente com 18 e mais anos foram confrontados com sete objectivos para Portugal alcançar nos próximos anos. Pedia-se aos entrevistados que escolhessem apenas um objectivo a ser alcançado pelo país.

    A maioria dos inquiridos, 38.9%, referiu que Portugal deveria diminuir a taxa de desemprego, 22.0% indicou que o objectivo a alcançar deveria ser o de diminuir as desigualdades sociais, enquanto 12.0% apostou em conseguir um elevado nível de crescimento económico. Combater o aumento dos preços, proteger o meio ambiente e aumentar as condições de segurança dos cidadãos mereceram preferências próximas (6.5%, 6.4% e 6.0%, respectivamente). Finalmente, um dos grandes objectivos deste Governo, a manutenção do controlo do défice orçamental, foi a escolha de 4.8% dos inquiridos.
     

    ABERTA A CAMPANHA ELEITORAL PARA O ZÉ PACÓVIO ACREDITAR
    http://img207.imageshack.us/img207/5011/socrateschilelp6.jpg

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