O PORTUGAL de HOJE ” Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és…”

Posted by Salteadora on julho 27th, 2008

1.   Sócrates: «Chávez foi eleito democraticamente»

Primeiro-ministro diz que Portugal «não faz julgamentos sobre as escolhas feitas por outros povos»

 O PORTUGAL de HOJE  Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és... socrates+chavez

 

2.   «Temos [Sócrates e Chávez] o mesmo sonho, o mesmo sangue e a mesma utopia»

Disse o presidente da Venezuela na visita a Portugal

 

 

3.   «Em ti reconhecemos a nobre Europa», diz Chávez a PM

Encontro dos dois líderes celebrou protocolos entre os dois países

 

 

4.   Em declarações à agência «Lusa», após um encontro com o líder líbio, Muamar Kadafi, o chefe do executivo de Lisboa salientou a importância de um acordo global de cooperação este sábado assinado bem como de quatro memorandos de entendimento que irão permitir equilibrar a balança dos pagamentos entre os países.

 

5.   Cultura e política na agenda de Putin em Portugal

Inauguração de uma exposição, um concerto e encontros com Cavaco e Sócrates

 

6.   Vice-presidente do Zimbabué agradece a Portugal

Bright Matonga diz que o Governo português embaraçou o Reino Unido ao receber Mugabe

 

7.   Cimeira: Kadhafi e Mugabe jantam juntos

Cavaco Silva apadrinhou banquete que reuniu líderes no Palácio da Ajuda

 

8.   O Governo português vai assinar esta quinta-feira de manhã em Luanda novas linhas de crédito com o governo angolano, no início da visita oficial do primeiro-ministro, José Sócrates, a Angola, disse à agência «Lusa» fonte governamental

 

 

«A grande corrupção considera-se impune», diz Cravinho
E está a crescer, alerta ex-ministro socialista. »

 

Não é possivel…ou será? ;)

 

Resposta pronta como sempre…simplex!!!

O PS “não recebe lições de combate à corrupção” do ex-deputado socialista: Foi assim que o PS reagiu à afirmação de João Cravinho proferida este domingo, de que a grande corrupção “de Estado e política” está a aumentar em Portugal.

Governo acusado de esconder contas da saúde

Posted by Salteadora on julho 25th, 2008

Técnicos referem a existência de «incongruências internas»

O Governo não disponibilizou informação «sobre a série de despesas com pessoal expurgada dos efeitos da transformação dos hospitais em hospitais-empresa».

 

A informação, que o «Diário de Notícias» leva a manchete na sua edição desta terça-feira, consta, segundo o mesmo diário, do relatório da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) da Assembleia da República, na sua análise ao Relatório de Orientação de Política Orçamental (ROPO) de Maio 2008 e das Grandes Opções do Plano de 2009.

Governo acusado de esconder contas da saúde has

 

O parecer elaborado pelos consultores técnicos Carlos Marinheiro e Graciosa Neves e que se destina a dar um apoio técnico independente aos deputados assume que «não houve correcção de quebras nas séries estatísticas das despesas com o pessoal do número de funcionários públicos resultantes da transformação sucessiva de hospitais do SNS em hospitais EPE».

 

 

·                              » Novo Hospital de Lisboa com investimento de 377 milhões

·                              » Concurso para novo hospital de Lisboa lançado 2ª feira

·                              » Hospital Amadora-Sintra vai passar a ter gestão pública

 

«Considero o Tratado de Lisboa como um erro» diz Presidente Checo

Posted by Salteadora on julho 24th, 2008

Presidente checo diz que texto se trata «de uma coisa má para a Europa». Já o chefe de Estado polaco afirma que não quer ser uma barreira ao processo europeu

 «Considero o Tratado de Lisboa como um erro» diz Presidente Checo pol_304

Os presidentes checo Vaclav Klaus e polaco Lech Kaczynski defenderam as respectivas posições, um ferozmente contra e o outro não querendo ser um obstáculo ao processo europeu, como revelaram depois de um encontro, esta quinta-feira, na região de Praga, noticia a Lusa.

 

«Considero o Tratado de Lisboa como um erro, uma coisa má para a Europa», declarou Klaus que continua a ser o único chefe de Estado europeu a querer enterrar o texto depois do «não» irlandês.

 

«Eu, confirmei a minha posição de que este Tratado não existe sem a Irlanda mas que a Polónia não quer ser um obstáculo», disse, por seu lado, Kaczynski, um conservador eurocéptico.

 

«Não tentámos convencer-nos um ao outro. Temos as nossas opiniões claras que não vamos mudar», acrescentou Klaus que recebeu o seu homólogo polaco no Castelo de Lany onde está em convalescença depois de uma operação à anca.

 

No que diz respeito à ratificação, penso que nenhum de nós está obrigado a agir agora de forma radical. Na minha opinião, sem uma mudança do resultado irlandês, não vale a pena falar disso», acrescentou o chefe de Estado checo que sempre se manifestou ferozmente eurocéptico.

 

«Na República Checa todos nós chorámos quando perdemos, nos últimos dois minutos, o nosso jogo contra a Turquia no Campeonato da Europa de Futebol mas ninguém pensou que, duas horas depois, um júri poderia decidir que o jogo não valia e que seria válido um outro resultado. E eu penso que as regras são válidas no futebol mas também nos referendos internacionais», insistiu.

 

Os poderes constitucionais de Klaus não lhe permitem opor-se ao Tratado caso o Parlamento checo o ratifique mas a sua influência política é poderosa, sobretudo no seio do Partido Cívico Democrático (ODS), em posição de força na coligação de centro-direita.

 

O Tratado de Lisboa, que reforma o funcionamento das instituições europeias, vai ser apresentado para ratificação no Parlamento checo até ao fim do ano, logo que o Tribunal Constitucional der a sua opinião.

 

Do lado polaco, falta a última assinatura do presidente Lech Kaczynski, para validar o texto aprovado em Abril pelo Parlamento.

 

Hoje, Klaus anunciou que contava deslocar-se em Novembro à Irlanda para uma «grande visita oficial» prevista «muito antes do não irlandês», sublinhando que esta viagem poderá ser uma boa ocasião para «compreender a posição da Irlanda».

 

A República Checa sucede à França na presidência rotativa da União Europeia(UE), no início de 2009.

«Considero o Tratado de Lisboa como um erro» diz Presidente Checo rep_checa

«Greve dos privados seria pior do que a dos camionistas»

Posted by Salteadora on julho 24th, 2008

A Falta de “consciência” é uma forma de burrice….

 

Aviso dos grupos privados da Saúde, perante aquela que consideram uma viragem à esquerda na política do sector

 

«Se tiver um acidente grave, uma patologia muito complexa, é ao sector público que recorro. Os privados não estão preparados para isso». As palavras de Ana Jorge e as mudanças da ministra da Educação caíram mal nos grupos privados do sector da Saúde.

 «Greve dos privados seria pior do que a dos camionistas» ajamesmamusicatn7

Numa mesa-redonda promovida pela Visão, Isabel Vaz, Teófilo Leite, Salvador de Mello e Luís Vasconcelos deixaram várias críticas à governante.

 

«Se estamos a desenterrar o machado de guerra? A ministra é que vai ao Parlamento dizer que o Hospital Amadora-Sintra era uma porcaria, que lamentava o acordo da ADSE com o Hospital da Luz¿», afirmou Isabel Vaz.

 

«Somos discriminados, nomeadamente em relação aos licenciamentos. Está a preparar-se uma legislação para aplicar exclusivamente aos privados», acusou Teófilo Leite.

 

«Um hospital é um hospital, tem de obedecer a uma série de requisitos. Porque é que um privado tem de ser licenciado e um público não?», questionou Salvador Mello.

 

«Os ministros não têm de defender só as empresas públicas», relembrou Luís Vasconcelos.

 

A alegada viragem à esquerda de Ana Jorge provocou um aviso: «Se os prestadores todos dissessem já não fazemos análises, raio X, ecografias e por aí fora, seria pior do que a greve dos camionistas. Quem depende de quem?»

Entrevista do presidente do BCE sobre Portugal, Espanha e Irlanda

Posted by Salteadora on julho 19th, 2008

Entrevista do presidente do BCE  sobre Portugal, Espanha e Irlanda trichet

Numa entrevista concedida há uma semana, exactamente uma semana após a controversa subida de juros de 4% para 4,25%, Jean Claude Trichet, o presidente do BCE, diz que está preocupado com “a indexação dos salários à inflação”, o que pode criar uma “espiral salarial, que é negativa para a criação de emprego.

                                                          

Em entrevista concedida ao Jornal de Negócios, o presidente do BCE explica a sua decisão e avisa que num contexto de forte incerteza, o conselho de governadores “fará o necessário para entregar estabilidade de preços no médio prazo e por ser credível ao fazê-lo, uma vez que isto é essencial para ancorar as expectativas de inflação”.

 

A situação de países como Portugal, a Espanha ou a Irlanda, que são os que mais sofrem com este endurecimento da política monetária, acabam por pesar pouco nas decisões. Trichet explica porquê.

 

Um dos desafios com que o BCE tem de lidar é com os ciclos diferentes nos países do euro. O que pode dizer aos países como a Irlanda, Espanha e Portugal que estão numa situação difícil e para quem as subidas de juro são dolorosas?

 

O BCE tem de se preocupar com o interesse superior da Zona Euro. A minha mensagem aos concidadãos é a de que partilham um destino comum com um continente tão populoso como os EUA. Quando olhamos para as diferenças de crescimento entre estados e países nos EUA e na Europa, temos aproximadamente o mesmo nível de diferenças. Um grande continente tem necessariamente que dar espaço às suas componentes. E a nossa política monetária tem de ser óptima ao nível de toda a Zona Euro, exactamente como a Fed não olha para o interesse do Missouri, da Califórnia ou do Texas. Tendo dito isto, há numerosos aspectos das políticas económicas que estão sob a responsabilidade dos países: em particular as políticas orçamentais, as políticas estruturais e a vigilância da evolução dos custos unitários de trabalho.

 

Portugal, por exemplo, tem um nível de inflação muito baixo. Quando as taxas sobem, as pessoas olham para o BCE. Deviam antes olhar para o que os seus governos fizeram no passado para os deixar em melhor posição para lidar com uma politica monetária única?Em primeiro lugar, ao ancorarmos as expectativas de inflação, o BCE está a preservar um ambiente financeiro que é favorável para um crescimento sustentável e para a criação de emprego. Isto porque, se tudo o resto permanecer igual, então expectativas de inflação em linha com a nossa definição (abaixo mas perto de 2%) significam taxas de juro de médio e longo prazo mais baixas. Em segundo lugar, os governos, os parlamentos e os parceiros sociais têm responsabilidades importantes.

 

Os bancos centrais, incluindo o BCE, são responsáveis por um grande crescimento da massa monetária no passado recente. Até que ponto são culpados pela actual inflação?Na Zona Euro certamente não aliviámos a pressão! Confio que o BCE esteve bem e tomou as decisões correctas. Permitam-me um exemplo: quando decidimos o aumento de taxa em Dezembro de 2005 [então nos 2%], fomos aconselhados pelo FMI para não o fazermos, pela OCDE também, assim como por um grande número de vozes eloquentes. Fizemo-lo na mesma, porque a nossa análise monetária em particular dava indicações fortes de que o deveríamos fazer. Hoje ninguém sugere que estivemos mal na nossa análise e decisão, pelo contrário. Nós somos responsáveis pela estabilidade de preços na Zona Euro no médio prazo e temos conseguido fazê-lo desde o início do euro. Sabemos o sentimento dos nossos concidadãos. O último inquérito sugere que a inflação é agora a principal preocupação dos cidadãos europeus. E eles sabem que o banco não é responsável pelos aumentos no custo do petróleo, das matérias primas ou da alimentação. Os nossos 320 milhões de concidadãos sabem que podem contar connosco para entregar estabilidade de preços a médio prazo e nós pensamos particularmente nos mais pobres e mais vulneráveis que são os que menos podem fazer para se defender da inflação crescente.

 

Porque é que a última declaração, o Conselho de Governadores colocou tanta ênfase na necessidade de suprimir efeitos de segunda ordem?A nossa mensagem é a de que devemos evitar efeitos de segunda ordem. Nós não podemos alterar hoje os preços das matérias primas e do petróleo. Mas devemos evitar que os preços que dependem de nós - por exemplo os preços dos serviços e dos salários - aumentem de forma anormal como se o actual nível de inflação fosse perdurar . Nós estamos cá para dizer às famílias e às empresas, assim como a todos os parceiros sociais, que vamos manter a estabilidade de preços, abaixo, mas perto de 2%, no médio prazo e que eles devem levar isso em consideração quando fixam os seus preços.

 

O que quer dizer por efeitos de segunda ordem?

São os aumentos de preços que sejam anormalmente baseados na hipótese errada de que a inflação irá permanecer tão alta como está hoje nos anos que aí vêm. Os que fixam preços e os parceiros sociais devem considerar que vamos regressar à estabilidade de preços, em linha com a nossa definição - nos próximos 18 meses.

 

Como é que a política de taxas de juro do BCE pode controlar as expectativas de inflação?Os economistas dir-lhe-ão que os bancos centrais garantem a estabilidade de preços através de diferentes canais de transmissão da política monetária: o de taxa de juro, o de crédito, o de assunção de riscos. Eu evidencio em particular a importância decisiva da credibilidade do banco central. Se o banco central é credível na gestão da política monetária, então os nossos concidadãos, assim como as empresas, confiarão que podem contar com estabilidade de preços nos anos futuros. O BCE é a âncora credível dessa estabilidade e confiança perante 320 milhões de cidadãos da Zona Euro. Nós estamos fortemente determinados a preservar e a reforçar a confiança: é o nosso activo mais precioso. E é bom para todos, famílias, empresas e governos: as taxas de mercado a cinco, dez e vinte anos estão baixas porque o BCE é credível e inspira confiança. Alguns governos estão a pedir emprestado a 50 anos com uma taxa de juro inferior a 5%.

 

A inflação subjacente [sem energia e bens alimentares] na Zona Euro está muito abaixo da total. Porque razão devemos estar tão preocupados?

Não consideramos a inflação subjacente um bom indicador da inflação futura. Permitam-me um exemplo dos sinais que justificaram a nossas preocupações. Os custos unitários do trabalho são um indicador importante da inflação futura, porque são o maior custo na economia da Zona Euro. Nos últimos anos tivemos aumentos reais de 1% em 2005, de 0,9% em 2006, de 1,5% em 2007 e de 2,4% no primeiro trimestre deste ano. Quando tentamos perceber o que explica esta evolução, temos que cerca de 50% se deve a aumentos nos salários e os outros 50% a uma redução da produtividade do trabalho. O resultado final é que nos dois últimos anos observámos um aumento acentuado dos custos unitários do trabalho.

 

Os efeitos de segunda ordem já estão a funcionar?

A tendência recente nos custos unitários de trabalho é uma indicação que temos de considerar e por isso são riscos que temos de contrariar. Não diria que os efeitos de segunda ordem são um fenómeno generalizado no presente, mas vemos sinais que temos de levar a sério. Desse ponto de vista estou preocupado com os esquemas de indexação de salários à inflação. Eles envolvem um risco de uma espiral salarial, que é negativa para a criação de empregos.

 

Há o risco da inflação na Zona Euro exceder os 5%? O risco de um abrandamento económico acentuado é preferível a uma espiral inflacionista?

Nós não temos dois objectivos, perseguimos um objectivo, que é a estabilidade de preços no médio prazo. Ela é pré-condição para o crescimento sustentado e a criação de emprego. Não existe contradição entre estabilidade de preços e crescimento sustentado. Desde a criação do euro em 1999, tivemos ambos. Nos primeiros nove anos, a inflação média anual na Zona Euro foi de 2,1%. Nesse mesmo período foram criados 15,7 milhões de empregos, mais que nos nove anos precedentes e um milhão mais que os criados nos EUA. O desemprego na Zona Euro no ano passado foi o mais baixo de 25 anos. O BCE sente-se responsável por qualquer outro objectivo que a estabilidade de preços?Nós temos um objectivo primário, que é manter a estabilidade de preços. É uma pré-condição que contribui para o cumprimento dos objectivos da União Europeia.

 

Para garantir a estabilidade de preços, o BCE aumentará consistentemente as taxas de juro para quebrar as expectativas de inflação?Já disse o que tinha a dizer sobre esse tema.

 

Deve o BCE, na sua determinação de estabilidade de preços, estar preocupado com a inflação nos activos assim como nos preços de consumo? Essa é uma questão importante para todos os bancos centrais. Nós não pensamos que seja possível ou aconselhável ter uma definição de estabilidade de preços que inclua num único indicador não só os preços no consumo, mas também os preços dos activos. Tendo dito isto, através de um efeito “riqueza”, os preços dos activos têm influência na procura e logo nos preços de consumo futuros. Além disso, no caso do BCE, temos um enquadramento de política monetária baseada em dois pilares: o económico e o monetário. Quando analisamos a situação monetária também olhamos com atenção para o crescimento do crédito que pode alimentar a inflação nos activos. * entrevista conjunta com o Frankfurter Allgemeine Zeitung , o The Irish Times e o Le Figaro

 

 

“Estou preocupado com os esquemas de indexação dos salários à inflação”

Numa entrevista concedida há uma semana, exactamente uma semana após a controversa subida de juros de 4% para 4,25%, Jean Claude Trichet, o presidente do BCE, diz que está preocupado com a indexação dos salários à inflação , o que pode criar uma espiral salarial, que é negativa para a criação de emprego.

 

162 Milhões para a Guerra - Bush para os Amigos da Guerra

Posted by O Farol on junho 30th, 2008

A fé

O presidente norte-americano, George W. Bush, em final de mandato, promulgou esta segunda-feira uma legislação que determina o desbloqueio de 162 mil milhões de dólares (quase 103 mil milhões de euros) para o financiamento das guerras no Iraque e Afeganistão até 2009.

 

A presença militar dos EUA no Iraque é um dos grandes temas que dominam as eleições presidenciais no próximo mês de Novembro.

 

 

Enquanto que o republicano John McCain defende a política de Bush, o democrata Barack Obama não, garantindo o início da retirada das tropas se assumir funções na Casa Branca.

 

 

Prevê-se uma redução 140 mil efectivos norte-americanos no Iraque até Julho, sendo que de seguida será estabelecido um período de avaliação, para decidir se há, ou não, condições para continuar a reduzir a presença dos militares dos EUA em território iraquiano.

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=B43BAA7C-FBA8-42BA-9A58-97DE52BF90B4

<a href="http://youtube.com/watch?v=rFyE7q2S8bY">http://youtube.com/watch?v=rFyE7q2S8bY</a>

 

Alerta vermelho - Os peixes que é melhor deixar no mar

Posted by Salteadora on junho 29th, 2008

Estás a comer espécies ameaçadas?

 

Lisboa, Portugal — Quantas vezes já ficamos a olhar para a montra do nosso supermercado a perguntar se o peixe que ali está é sustentável- até recentemente era quase impossível saber. A Greenpeace publicou hoje a lista vermelha de peixes para Portugal, que consumidores e supermercados devem evitar.

 

A Greenpeace lançou a lista vermelha dos peixes ameaçados que estão a ser comercializados em Portugal. Entre os peixes da lista está o bacalhau do Atlântico, o atum e o camarão tropical, para citar apenas alguns, e a Greenpeace saiu à rua para informar a população portuguesa sobre os riscos do consumo insustentável desses peixes, alertando para o fato de que, para continuarmos a poder comer peixe no futuro, é preciso agir hoje!

 

A Greenpeace, juntamente com alguns cientistas, desenvolveu uma metodologia (link) para avaliar o estado da exploração da maioria dos viveiros, além dos métodos empregados na pesca ou na produção de peixes, considerando também os métodos destrutivos de pesca.

 

A metodologia para determinar estas espécies de peixes que se encontram em  alerta vermelho têm em conta, entre outros factores, que: 

 

as espécies têm uma taxa de crescimento e de capacidade reprodutiva que as torna vulneráveis à sobreexploração;

as espécies provêm de stocks sobreexplorados ou já esgotados; ou que as espécies estão sendo capturadas num ritmo tão intenso que em breve serão classificadas como sobreexploradas;

os métodos de pesca utilizados são muito destrutivos, tanto para outras espécies, como para os habitats marinhos.

 

 

Esta metodologia para determinar as espécies em alerta vermelho que são produzidas em indústrias de engorda  ou de aquacultura inclui:  

 

-dependência de repôr com ovos ou com juvenis selvagens as espécies em nossa lista;

-relação da fuga de uma grande quantidade de espécies não autóctones da área;

-alimentação que requer mais de 3 quilos de peixe selvagem, capturado especificamente para produzir farinha e azeite de peixe, para conseguir um quilo de peixe de viveiros;

-relação com o aumento das doenças nas populações selvagens nas proximidades dos viveiros.

 

 

 

Divulga!

 

 

 

Porquê uma lista vermelha?

A situação dos mares e oceanos do planeta é grave. Tem que haver mudança já!

  • ¾ dos stocks de peixe do mundo estão totalmente explorados, sobreexplorados ou esgotados; 88% dos stocks de peixe em águas comunitárias estão sobreexplorados.
  • 90% das populações dos grandes peixes predadores (como o atum, o bacalhau e o peixe espada) estão esgotadas.
  • Actualmente só 1% dos oceanos e mares do mundo estão totalmente protegidos, uma percentagem ridícula quando comparada com os espaços naturais protegidos em terra (11%).

Que pede a Greenpeace?

A Greenpeace pede aos principais distribuidores que só disponibilizem produtos do mar que tenham sido obtidos de forma sustentável e que possam garantir que esses produtos não estão ligados a práticas destrutivas.

A Greenpeace pede aos consumidores que exijam aos supermercados que desenvolvam uma política sustentável de compra de produtos do mar e que evitem consumir as espécies mencionadas nesta lista vermelha. 

Mais informação e downloads

  • 5 critérios para um consumo responsável
  • Que pede a Greenpeace aos supermercados?
  • Lista vermelha de peixes (PDF/4Mb)
  • Modelo de política de compra responsável e sustentável de produtos da pesca para vendedores a retalho (PDF/79Kb)
  • Técnicas de pesca (em inglês)
  • Critérios de ‘Grau Vermelho’ da Greenpeace para Pescas Insustentáveis (PDF)
  • Critérios de ‘Grau Vermelho’ da Greenpeace para a Aquacultura Insustentável (PDF)
    • Alerta vermelho - Os peixes que é melhor deixar no mar profile_img1_greenpeace

    O Anúncio Gay da …”Heinz”

    Posted by Melita on junho 25th, 2008

    Um anúncio publicitário que terminava com um beijo entre dois homens foi retirado do ar pela própria marca, depois da entidade reguladora da publicidade ter recebido mais de 200 reclamações de espectadores, refere o The Guardian.

     O Anúncio Gay da ...Heinz Heinz_Ketchup

     Para além da campanha ter saído do ar, a Heinz ainda pediu desculpas pelos conteúdos «inapropriados».

     

    A publicidade à maionese deveria durar cinco semanas, mas foi transmitida apenas durante oito dias. «Temos como nossa política ouvir os consumidores. Reconhecemos que alguns deles levantaram preocupações sobre o conteúdo do anúncio e isso levou-nos a suspendê-lo», afirmou Nigel Dickie, director da Heinz no Reino Unido.

     

    O anúncio é da responsabilidade da Abbott Mead Vicker BBDO e retrata uma família antes de sair de casa pela manhã. Os filhos esperam pelas sandes e despedem-se de um homem vestido de cozinheiro. No final, o pai também está a sair com pressa e despede-se do companheiro com um beijo na boca.

    <a href="http://youtube.com/watch?v=kAKYpUo18wU">http://youtube.com/watch?v=kAKYpUo18wU</a>

    -Médicos Espanhóis fogem de Portugal e ministra vai buscar médicos ao Uruguai

    Posted by Melita on junho 18th, 2008

    Portugal vai passar a ter 15 médicos do Uruguai a trabalhar, por três anos, nos serviços de emergência médica dos hospitais, e o Governo está a estudar alargar a experiência a outros países, informa a agência Lusa.

     -Médicos Espanhóis fogem de Portugal e ministra vai buscar médicos ao Uruguai anajorge_entrevista

    O anúncio foi feito pela ministra da Saúde, Ana Jorge, na interpelação parlamentar do CDS-PP sobre política de saúde, em resposta a uma pergunta dos democratas-cristãos sobre a forma como vão ser substituídos os médicos espanhóis que durante anos trabalharam em Portugal e começam agora a regressar ao seu país.

    Médicos espanhóis começam a «fugir»

    Face à falta de médicos formados em universidades portuguesas ¿ um problema que a governante admitiu vir a agudizar-se no prazo «de quatro ou cinco anos» -, Ana Jorge disse depois aos jornalistas que a contratação de médicos uruguaios era «uma das formas que há» para tentar resolver o problema.

    A contratação de 15 médicos uruguaios resulta de um protocolo entre Portugal e Uruguai, experiência que «pode ser alargada a outros países», admitiu a ministra, que não avançou com mais pormenores.

    Ana Jorge afirmou que outra das maneiras para tentar fixar médicos ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) é fazer acções junto dos jovens estudantes ainda quando estão das universidades.

     

    Estados Unidos com Obama na Presidência e Hillary como vice

    Posted by O Farol on junho 17th, 2008

    EUA - Eleições

    Parceria reforça democratas, mas também encerra problemas

     

    O presumível candidato democrata às presidenciais americanas de Novembro, senador Barack Obama, admitiu ontem a possibilidade de escolher para a vice-presidência a sua adversária nas primárias do partido, a senadora Hillary Clinton. 
    Apresentado por muitos como o dream ticket (a parceria ideal) para garantir uma vitória democrata sobre o candidato republicano, senador John McCain, uma parceria Obama-Clinton, explicavam ontem analistas da política americana, apresenta vantagens, como sarar um partido dividido e atrair eleitorado feminino, mas também encerra problemas. Desde logo, as palavras duras que Hillary e o marido, Bill, têm dirigido a Obama, assim como o facto de a senadora representar muito daquilo que este critica sobre a atmosfera política em Washington. Ela é a “velha Washington” que Obama quer mudar. Noutro plano, Hillary, como Obama, não possui experiência política externa, um calcanhar de Aquiles a explorar pelos republicanos. 

    Embora oficialmente a campanha de Hillary não o admita, a parceria é um cenário que tem vindo a suscitar nos meios jornalísticos e que alguns dos seus apoiantes, de modo informal, apresentam como a melhor solução. Faltando seis primárias, três das quais deve ganhar folgadamente, Hillary espera impor-se como a inevitável escolha de Obama.

    http://dn.sapo.pt/2008/05/10/internacional/obama_admite_hillary_para_a_vicepres.html
    Comentário dos salteadoresdaarca:
    Na Presidência dos EUA, Obama certamente vai precisar de uma personagem que unifique a América, a união de todas as raças. Uma mudança radical no visual da politica americana perante o mundo.
    Certamente Obama e Hillary fariam um virar de uma página na América, que se encontra perdida à décadas com a sua politica interna. Os americanos precisam em primeiro lugar de olhar para dentro e melhorar a sua imagem. Um povo, uma grande nação que ainda não conseguiu fazer a paz com os seus cidadãos.
    Depois disso, procurar a paz mundial sem o recurso à ameaça da invasão militar. 
    Projectar a maior economia do mundo não para a guerra mas para o pão.
    A América necessita de uma viragem para o bem estar da Humanidade, e estabelecer relações globais de comércio livre e ajudar Àfrica e os países do Médio Oriente a conseguir atingir niveis económicos de sustentabilidade para todos os povos.
    Isso é possível, basta haver vontade política dos EUA e da Rússia.

     


    Copyright © Salteadores Da Arca
    Designed by Cheap Web Hosting for Web Hosting Services, Vitamins and Minerals and Matratzen