O avistamento de dois tubarões de uma espécie ainda não identificada levou este sábado a Polícia Marítima a interditar a banhos a praia do CDS, na Costa de Caparica, disse à Lusa uma fonte daquela polícia.
A mesma fonte da Polícia Marítima declarou que o incidente deu-se cerca das 18:00, quando um dos nadadores salvadores da praia do CDS começou a avisar as pessoas para a presença dos dois animais.
Na praia - entretando interditada a banhos - encontram-se homens da Polícia Marítima, bem como elementos dos bombeiros voluntários locais e do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN).
Nas praias portuguesas têm sido avistados tubarões de espécies inofensivas para o homem, tal como o tubarão-frade, uma espécie vegetariana que pode atingir mais de cinco metros de comprimento.
Nosso progresso pode destruir-nos, e isso é nossa culpa; mas o Cosmos também nos ameaça.
O universo funciona como o relógio da mais alta precisão, o qual não garante que seja infalível e que em algum momento não possa sofrer uma falha que afecte directamente a nosso planeta com devastadoras conseqüências.
No ano de 1982 foi produzido um alinhamento dos planetasdo sistema solar, causando um efeito de gravidade sobre as chamas do sol que talvez tenha alterado as fendas sísmicas e as correntes incandescentes internas da Terra, com o conseqüente efeito de tremores e terremotos que começaram a ser sentidos.
As desgraças começaram a ser mais sentidas e faladas ao mesmo tempo que ia gravitando sobre nossas cabeças ov terentrado no ano 2.000— a fatídica data que vaticinam as profecias — e que se produziu novamente um outro alinhamento, muito mais directo e suas conseqüências muito mais destrutivas. Supôz-se na época que poderia afetar o equilíbrio do eixo terrestre, chegando a dar um tombo à Terra como se de uma bola se tratasse, ajudada pelo enorme peso que suporta o polo sul em conseqüência do gelo acumulado sobre ele.
Estamos já na era dos terremotos, semelhante ao que foi produzido há cento e setenta e nove anos, quando no firmamento ocorreu pela última vez um alinhamento planetário deste nível.
O alinhamento de 2000 ocorreu em Touro, signo que, ao contrário de Aquário, traz de volta para o primeiro plano as duas preocupações básicas da humanidade, desde seus primórdios: alimentação e segurança.
Em torno destes dois conceitos centrais, articulam-se outros, como o de valor (atributo de Vênus, regente de Touro), território, relação com o mundo físico e vida econômica. Para expressar com mais intensidade o contraponto entre os dois alinhamentos, foi Urano, o regente moderno de Aquário, que está de fora a confrontar por quadratura os planetas em Touro. E mais: a conjunção Sol-Lua que teve lugar no dia 4 de Maio 2000,esteve em oposição praticamente exata ao Neptuno de 1962. Portanto, os desafios não resolvidos do alinhamento anterior voltarão à tona sob outra ótica, o que revela uma padrão de continuidade, reforçado por envolver a cruz dos signos fixos e aspectar também as posições planetárias do eclipse de agosto de 99.
Astrólogos do mundo inteiro tentam compreender esta configuração e analisar suas possíveis manifestações. As visões distribuem-se num leque que começa nas interpretações de cunho político-econômico e se estende até o mais radical dos discursos catastrofistas. Numa tentativa de listar - apenas listar, sem acrescentar maiores comentários - as possibilidades do alinhamento, teríamos o quadro que traçamos a seguir.
A ênfase em Touro pode trazer abalos econômicos, como o do crash de 1929, que levou multidões em desespero para a porta da Bolsa de Nova Iorque.
Efeitos na economia
Sendo Touro signo de Terra e significador de assuntos financeiros (moeda, bancos, acumulação de riqueza, sistemas de valor), haveria um foco definido sobre a economia mundial, que tenderia a sofrer abalos (um “terremoto” uraniano) a partir de um choque de realidade. Com Touro enfatizado, o valor atribuído a cada bem deveria estar em relação direta com sua utilidade intrínseca. Aquilo que é realmente essencial (alimentos, matérias-primas insubstituíveis etc.) tenderia a subir de preço - talvez em função de uma súbita escassez - enquanto os bens impalpáveis, supérfluos ou cuja importância deve-se mais a fatores culturais do que aos impositivos de subsistência poderiam ter seu valor reduzido a fumaça. A queda brusca do preço das ações das empresas de tecnologia de ponta ou voltadas para negócios virtuais seria uma possibilidade, provocando um efeito-cascata em todas as bolsas de valores.
Efeitos no meio ambiente
Considerando que Touro é signo vinculado à Terra e à natureza, a presença ali dos sete planetas clássicos coloca em evidência a questão ambiental em escala planetária. No marco da conjunção Júpiter-Saturno, os próximos meses ou anos devem mostrar um foco permanente na qualidade de vida. Há duas possibilidades: o início real de ações de grande porte com vistas a deter a degradação ambiental e preservar a biodiversidade (preservação é um atributo taurino)ouo aprofundamento do atual quadro de crise, com o risco de comprometimento permanente de solos e florestas, avanço da desertificação, queda na produtividade da agropecuária e aumento das áreas de fome endêmica.
Poderá o SOL transformar-se numa estrela nova?
Outro fenômeno fatal que pode ocorrer em qualquer momento é que o sol se converta em uma estrela nova, acontecimento que é imprevisível: pode ter lugar em qualquer momento, não avisa. E no firmamento não é raro esta transformação das estrelas.
Esclarecemos, porque nestes temas quase todos somos profanos, que uma estrela nova é parte do processo de transformação de um astro em outro de uma densidade maior. O fenômeno é produzido quando o corpo celeste sofre uma implosão, uma concentração de sua matéria para seu mesmo núcleo, o que diríamos uma explosão para o interior de si mesmo. A energia que é colocada em liberdade neste processo é enorme, e seu poder destrutivo, total, em muitos milhões de quilômetros.
Se o Sol rebentar, toda a vida da Terra desaparecerá calcinada em conseqüência das elevadas temperaturas que sobreviriam; e depois, a grande atração da estrela nova faria nosso planeta perder sua órbita para ir estilhaçar-se contra sua superficie.
O mesmo aconteceria se houvesse uma atração por parte de qualquer outra nova. E temos próxima uma, a chamada Companheiro de Si-rio, que está a somente oito anos-luz de distância, um passeio no Cósmos. Se trata de uma minúscula estrela formada por núcleos atômicos em contato, e que pese a seu pequeno tamanho possui um campo gravitacional 20.000 vezes maior que o de nosso planeta. Apresenta a maior condensação de matéria conhecida, de forma que um homem que aqui pese 75 quilogramos pesaria em Companheiro de Sírio um milhão e meio, conservando o mesmo volume. Pois bem, os astrônomos afirmam que esta estrela anã branca está provocando uma deformação no espaço, criando um ponto preto por onde se pode alcançar o hiper-espaço, arrastando a outros muitos corpos entre outros à Terra, a uma velocidade de 300.000 quilômetros por segundo. Talvez o desastre já tenha sido produzido e tardemos oito anos em inteirar-nos, os mesmos que tardaria em chegar à velocidade da luz a notícia de que na realidade desaparecemos e já estamos perdidos em uma nova imensidão desconhecida….
O próximo alinhamento só acontecerá em 2040. No site da revista americana “Sky and Telescope” (www.skyandtelescope.com) é possível obter mapas do céu de qualquer cidade do mundo para uma observação mais precisa.
Depois de se ver o resultado das alterações do C.Penal…agora as Leis da segurança interna na mão de uma maioria autista…?
A Notícia:
O presidente da Associação Sindical dos Juízes, António Martins, considera que quando o PS deixar o Governo “vai ser o primeiro partido a pedir a revogação das leis de Segurança Interna e de Organização e Investigação Criminal”.
O magistrado refere que, com a aprovação destas leis, “o executivo político pode ter acesso a informações constantes em processos de investigação criminal”.
António Martins dá como exemplo escutas telefónicas, informação bancária, informações das forças e serviços de segurança, além de dados considerados classificados e a criação do cargo de secretário-geral do Sistema de Segurança Interna representa um “excesso de concentração de poderes, num Estado de direito”.
“Se estiver em investigação determinado membro do Governo que esteja sujeito a uma escuta telefónica, essa informação é susceptível de ser acessível a este Secretário-geral de Segurança Interna. O que cria um problema complicado de lealdade no relacionamento dos elementos desse Governo e, por sua vez, de ligação com a investigação criminal que pode ser colocada em causa”, refere o presidente do sindicato.
Reacções partidárias
O PS congratula-se com a promulgação dos diplomas pela voz do seu porta-voz, Vitalino Canas.
“Recebemos com satisfação a promulgação [do Presidente], que partilha connosco quer os objectivos, quer a ideia de que estas leis não têm nenhum problema de constitucionalidade, (…) permitem reforçar os mecanismos de coordenação ao nível de investigação criminal e da segurança interna”, adiantou o porta-voz socialista, que desvaloriza a posição assumida pelo Sindicato de Juízes.
O PSD já fez saber que respeita a promulgação das leis de Segurança Interna e de Organização e Investigação Criminal, pelo Presidente da República.
Em relação aos casos de criminalidade violenta que o país tem vivido nos últimos dias, Paulo Mota Pinto, vice-presidente do PSD, critica o silêncio do Primeiro-ministro e insiste que seria adequado substituir o ministro da Administração Interna.
“Nas últimas semanas, os portugueses viram-se confrontados com a criminalidade violenta e não se viu qualquer reacção eficaz do Governo. (…) Perante a falta de resposta verificada e as intrevenções que não foram nada tranquilizadoras, pensamos que a sua capacidade de intervenção está esgotada e deverá ser substituído”, adianta Paulo Mota Pinto.
A mesma posição é adoptada pelo CDS-PP que respeita a decisão de Cavaco Silva, mas reitera as suas discordâncias em relação às leis, considerando que vão trazer “ambiguidades, hierarquias dúbias (…), e mais descoordenações entre as forças e serviços de segurança”, afirma o deputado do CDS-PP Nuno Magalhães
«Políticos escolhem quem ganha concursos para obras públicas»
É a revolta de quem já muito deu ao país. O conceituado arquitecto Siza Vieira sabe como se rege a matéria das obras públicas talvez melhor do que ninguém, por isso rende-se às evidências. Em entrevista ao Diário de Notícias, manifestou a sua visão da arquitectura actual.
Na sua opinião, não há dúvidas: «Os políticos escolhem quem ganha concursos para obras públicas»
Diz que toda a gente acaba por reclamar das suas obras, mas continua com uma postura diferente, preparando-se para lançar projectos em Milão, depois de ter deixado marcas no Brasil. Talvez os únicos que não reclamam sejam os que ficam nos três túmulos que desenhou, como o de Eugénio de Andrade.
Questionado sobre o mau gosto dos portugueses, foi peremptório: «O que é particular em Portugal é o descontrolo no uso do território e isso confirma-se quando uma pessoa passa sobre Espanha, em Castela e não no Sul, e entra no país pelo norte onde se constata logo a falta de planeamento. É uma trapalhada, com casinhas espalhadas por toda a parte, enquanto em Castela se via terreno cultivado e uns núcleos - uma vila, uma cidade - de onde saem estradas para norte e sul. Em Portugal, não existe esse controlo e isso é penalizador».
Um tipo de descontrolo que também se está a alastrar à orla marítima, «região que recebe mais fundos, mais educação e mais meios. É aí que está o consumo descontrolado do território».
Lisboa, 00 Ago (Lusa) - O capitão do Artic Sunrise acaba de pôr os olhos em terra. Parece uma maré viva de histórias a atracar em Lisboa. O navio da Greenpeace vem marcado por três meses de alto mar em busca dos barcos de pesca ilegal.
A serenidade do homem dos olhos azuis que manda na embarcação tem o peso do cansaço de uma vida a bordo, onde se trabalha 24 horas por dia. No Arctic Sunrise, voluntários e activistas, dos 20 aos 60 anos, fazem turnos para manter as máquinas a trabalhar e vigiar os mares que querem salvar.
Nos últimos três meses o quebra-gelo Arctic Sunrise navegou pelos mares do Mediterrâneo a procurar barcos de pesca ilegal, a convencer governos a criar reservas marinhas e a alertar os vendedores e consumidores para o aumento das espécies piscícolas em vias de extinção.
A Lusa acompanhou os últimos três dias desta missão, que terminou quinta-feira com o atracar do navio no cais de Alcântara, em Lisboa, provocando em alguns membros da tripulação um misto de alegria e tristeza pelo adeus ao mar e pelo regresso a casa por mais uma temporada.
Os olhos do capitão misturam-se com o mar. Levou a cabo mais uma missão, marcada na pele queimada pelo sol. Precisa de se esforçar para contar os anos de vida que já navegou. “Na Greenpeace estou, talvez, há 10 anos, mas ando no mar pelo menos desde os meus 16″, diz Peter Bouket, de 58 anos.
É um dos seis capitães da Greenpeace e já comandou todos os três navios da organização, mas mostra a sua preferência pelo quebra-gelo Arctic Sunrise. O Esperanza, diz, é “grande demais” e o Rainbow Warrior não é o seu “género”.
Ao contrário do resto da tripulação, que acumula diferentes tarefas, o trabalho do comandante cinge-se à navegação, cabendo-lhe também a decisão de interromper o curso do navio quando encontra pelo caminho alguma pesca ilegal ou uma espécie em apuros que possa ajudar a salvar.
Às vezes são eles que precisam de ser salvos. O corpo franzino e a estatura média de Texas Joe, o operador de rádio do navio, não denunciam as aventuras que já viveu a bordo dos navios da Greenpeace, nem a dezena de vezes que foi preso em acções da organização.
Em Outono passado, no Antárctico, quando o Arctic Sunrise foi deliberadamente atacado por um navio da frota baleeira japonesa duas vezes maior e seis vezes mais pesado, danificando o navio da Greenpeace, Texas Joe teve de ser transportado para o hospital, embora sem ferimentos graves.
“Eu estava no insuflável [um dos quatro botes do navio da Greenpeace] que colocámos junto à baleia para evitar que fosse atingida quando os japoneses, inesperadamente, porque nunca o tinham feito antes, decidiram lançar o arpão e eu fui atingido. Ainda caí, mas agarrei-me à corda do arpão e tive sorte, porque só se rasgou o meu colete salva-vidas”, conta, baixando os olhos ao lembrar que a baleia acabou por morrer.
Este operador de rádio do Canadá não esconde o medo das detenções ou de ser ferido numa missão, mas diz que todas essas emoções são ultrapassadas pela convicção que tem na missão da Greenpeace em travar a destruição do ambiente.
“Temos de desobedecer às regras em algumas situações. Se ninguém o fizer tudo vai continuar na mesma. É claro que tenho receio do que me pode acontecer, especialmente desde que fui pai pela primeira vez há ano e meio. Mas alguém tem de zelar pelo futuro das próximas gerações”, conta este tripulante de 33 anos.
Na missão para salvar os oceanos, o navio da Greenpeace recebeu a bordo mais de 20 activistas e voluntários de 15 nacionalidades diferentes, entre as quais do Líbano, Chile, Argentina, Turquia, Brasil, Canadá e de vários países da Europa.
No navio, as rotinas diárias têm horas fixas: pequeno-almoço entre as sete e as oito, almoço entre o meio-dia e a uma e jantar entre as seis e as sete, sendo sempre as refeições seguidas de uma hora para as limpezas.
Os alimentos que entram no navio têm origem biológica ou, não havendo esta alternativa nos portos onde atraca, são comprados em pequenos mercados locais, mas nunca nos supermercados.
O peixe é proibido a bordo, embora alguns activistas o comam nas suas casas, e a separação do lixo para reciclagem é rigorosa, desde a orgânica (restos de alimentos), ao metal, vidro e papel, chegando ao pormenor de se separar o pequeno papel que segura um pacote de chá.
Todos os tripulantes ficam no mar apenas três meses, findos os quais têm de aguardar igual período para poder voltar a embarcar neste ou noutro dos três navios da organização.
Os voluntários da Greenpeace, que ao contrário dos activistas não têm qualquer vínculo contratual, receiam sempre não voltar a embarcar por causa da quantidade de pedidos que chegam de todas as partes do mundo.
O Arctic Sunshine fica agora até meados de Setembro em Lisboa. Até domingo pode ser visitado pelo público em Alcântara, seguindo depois para reparação de rotina para preparar nova viagem, desta vez rumo ao Brasil e ao Congo (África), onde vai continuar a luta da organização contra o corte ilegal de madeira.
Aljustrel: viatura abordada por três carros de alta cilindrada
Uma carrinha de transporte de valores foi assaltada esta madrugada na auto-estrada do Sul (A2), próximo de Aljustrel, por cinco pessoas armadas que utilizaram explosivos para arrombar as portas, disseram à Lusa fontes da GNR.
A viatura de transporte de valores foi obrigada a parar após acção de três viaturas de alta cilindrada quando circulava na A2, no sentido Norte-Sul, entre os nós de Beja e Aljustrel, cerca das 2h30, precisou a fonte da GNR.
Os assaltantes, munidos de armas de fogo e que conseguiram fugir, utilizaram explosivos para arrombar a porta da carrinha e roubar o dinheiro, adiantou a GNR, sem quantificar o valor furtado.
O passageiro da carrinha de valores ficou ferido sem gravidade, devido a estilhaços de um vidro, referiu também a mesma fonte.
O assalto obrigou ao corte da via mais à esquerda da A2, que às 7h45 ainda se mantinha, para que a Polícia Judiciária possa investigar o caso.
Na madrugada desta terça-feira, aconteceu a maior intensidade das Perseidas, uma chuva de estrelas que ocorre todos os anos durante o mês de Agosto. As Perseidas - assim chamadas por ter origem na constelação de Perseu - ocorrem quando a Terra passa pela poeira deixada pelo cometa Swift-Tuttle. Quando essa poeira entra em contato com a nossa atmosfera, ela queima formando raios brilhantes.
Na sua noite de maior atividade, a chuva foi vista com mais nitidez no hemisfério norte, mas pôde ser visualizada no Brasil entre às três e às cinco horas da última madrugada.
Quem quiser ver as Perseidas a partir do Brasil, ainda terá chances na madrugada desta quarta-feira.
As Perseidas deste ano ainda continuarão até o dia 19 deste mês.
Agosto é mês de chuva de meteoros Perseidas
Agosto é mês dos aficcionados pelos astros assistirem às chuvas de meteoros Perseidas. Hoje, os moradores de locais com céu limpo no Hemisfério Norte já viram um destes espetáculos.
A chuva de meteoros Perseidas acontece porque, uma vez por ano, a Terra é alvejada pelos resquícios dispersos pelo cometa Swift-Tuttle. Quando nosso planeta passa através da nuvem da poeira deixada pelo Tuttle, as partículas queimam em contato com a atmosfera, criando os raios claros.
Uma boa dica para quem quiser ver o fenômeno é se situar nos mais altos níveis onde o ar está mais claro e não há sombras de edifícios altos ou grandes colinas.
Um eclipse parcial da Lua será visível em quase todo o mundo na noite de sábado, dia 16, quando a Terra passar entre o Sol e o satélite.
O fenômeno será visível principalmente na maior parte da África, da Europa Oriental, da Ásia Central, da Índia e do Oriente Médio.
O eclipse da Lua acontece quando nosso satélite natural passa pelo cone de sombra (ou cone de penumbra) da Terra: o Sol, a Terra e a Lua encontram-se nesse momento quase perfeitamente alinhados, o que corresponde à Lua cheia.
A observação a olho nu ou com dispositivos, não precisa de qualquer precaução em particular, ao contrário de um eclipse do Sol
Cerca de 48 por cento das 634 espécies e subespécies de primatas são considerados vulneráveis, em perigo ou ameaçados de extinção no último relatório da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), agora divulgado.
A desflorestação do Sudeste Asiático, da África e da Amazónia reduz progressivamente as comunidades de primatas e põe em risco todas as espécies dessas regiões. Já a caça, tanto para alimentação de comunidades locais, como para a produção de medicamentos tradicionais, é uma ameaça direccionada que não acaba quando se criam zonas protegidas.
O estudo foi feito nos últimos cinco anos e abarca todo o mundo. Apesar de nenhuma região dar uma perspectiva animadora, o que está acontecer na Ásia é particularmente negro. Setenta e um por cento das espécies estão em risco. No Camboja e no Vietname, mais de 85 por cento das espécies estão ameaçadas.
A extinção da vida animal é após a viragem de cada século, cada vez mais evidente.
Aquilo que o Homem ainda não entendeu, é que precisa de mudar de atitude, veja-se o caso da China, bem como todos os países asiáticos, e países africanos, onde existe uma carência alimentar evidente.
Como há fome, voltam-se para as fontes de alimentos dos seus antepassados, e os primatas foram e são uma fonte de alimento em muitos desses países. Só com uma diferença gigantesca. Há um século atrás a população mundial não tinha a domensão que tem hoje, e a pressão em busca de alimento é enorme.
Nesses países da Asia e Africa não conseguiram estabelecer uma cadeia de produção alimentar como nas economias ocidentais. E a consequência de o Ocidente se preocupar sómente com os seus, está a refletir-se a nível mundial na natureza e no mundo animal.
Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%. As Finanças dizem que os dados de 2006 e 2007 não são comparáveis, mas admitem que o número de gestores subiu com os administradores não executivos, diz o «Diário de Notícias».
As administrações das empresas públicas receberam um total de 26,8 milhões de euros no ano passado. Esta soma compreende um universo de 77 empresas que representam cerca de 90% da carteira de participações relevantes do Estado.
O valor médio das remunerações desce para os 323 mil euros por ano, quando excluímos a Caixa Geral de Depósitos, entidade onde o accionista Estado mais paga.
27-07-2008 - 13:08h
«A grande corrupção considera-se impune», diz Cravinho
Médicos obrigados á exclusividade…? E os outros sectores? Porque existem políticos que criam sociedades para depois concorrer para prestação de serviços aos estado, autarquias etc?
Os médicos são sempre os primeiros a ser chamados…são os que mais anos estudam …deviam comprar espelhos e cuidado não vão partir-se ao reflectir a imagem…
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