«Sócrates mandou quase meio milhão de portugueses para o desemprego»
Alberto João Jardim reagiu desta forma aos novos postos de trabalho anunciados por José Sócrates
Um dia depois do primeiro-ministro ter anunciado novos postos de trabalho, Alberto João Jardim contestou os números apresentados, informa a Lusa.
«Se neste momento há 200 mil desempregados a mais do que havia quando ele tomou posse e se ele criou 130 mil postos, isto significa que mandou para o desemprego 330 mil portugueses», afirmou, durante o passeio matinal pela praia do Porto Santo, que faz diariamente durante o período de férias que goza na Ilha Dourada.
O líder do Governo regional da Madeira acrescentou ainda: «Somando mais os 100 mil que estão trabalhando em Espanha, significa que quase meio milhão de portugueses foram desempregados por este senhor».
Para Sócrates as contas são sempre outras…e diz:
“Portugal criou quase 134 mil empregos desde que Governo tomou posse…”
País tem menos 30 mil desempregados que há um ano atrás e mais 73 mil trabalhadores…
Recorde-se que o primeiro-ministro anunciou na segunda-feira terem sido criados 133 mil empregos líquidos desde Março de 2005 e manifestou-se confiante no cumprimento da meta de criação de 150 mil novos postos de trabalho até final da legislatura.
A Habilidade de um mentiroso?
Segundo Sócrates, os 133 mil novos postos de trabalho criados desde o início da legislatura são «emprego líquido»: «Descontados os empregos que se perderam, o saldo é positivo em 133 mil novos empregos».
Nem só Sócrates vê assim…
Manuel Pinho em Setembro de 2007 também via tudo Rosa…e se tem visto melhor evitaria tanta miséria ou não é para isso que se tem governantes?
Ministro diz que não há crise no País
O ministro da Economia, Manuel Pinho, desvalorizou ontem as sucessivas revisões em baixa das previsões de crescimento económico da Zona Euro – ontem por Bruxelas, na semana passada pela OCDE e FMI – afirmando que a economia portuguesa “está no bom caminho para uma retoma sólida”, não havendo “qualquer indicação de crise”.
http://www.correiodamanha.pt/noticia…Canal=11&p=200
Março de 2006
Fonte DN
O crescimento do desemprego parece estar a parar em Portugal. Os 487 936 desempregados registados nos centros de emprego do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) em Fevereiro deste ano significam uma diminuição de 3248 desempregados face a Janeiro, uma redução de 0,7%. É a primeira vez desde o ano 2000 que se verifica em Fevereiro uma redução mensal em cadeia do desemprego registado.
Não é ainda uma redução face ao mês homólogo, uma vez que, em relação a Fevereiro de 2005 se verificou uma ligeiríssima subida de 0,1% (mais 313 desempregados). Mas os números do IEFP parecem apontar para uma estagnação dos números do desemprego: esta é a taxa de crescimento homólogo mais baixa desde Fevereiro de 2002, o mesmo sucedendo em valor absoluto.
Situação do Norte agrava-se
Em termos nacionais, todas as regiões do país apresentam números do desemprego mais baixos do que em 2005, à excepção do Norte: nesta região o desemprego aumentou 2%. A região onde o número de desempregados mais desceu foi a dos Açores (4,6%), seguidos do Algarve (3,9%).
Outubro de 2007
A taxa de desemprego em Portugal voltou a subir e agora situa-se nos 8,5 por cento. É a terceira mais alta dos 27 países da União Europeia segundo revelam as estimativas do Departamento de Estatísticas das Comunidades Europeias (Eurostat) para o mês de Outubro.
Dados de emigração???
Empregos de Verão???
Deveriam entrar nas contas do PM. Será que entraram?
CAMPANHA POLÍTICA PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES…?
SEGUNDO AS SONDAGENS OS PORTUGUESES, PARA PORTUGAL QUERIAM MESMO ERA BAIXAR O DESEMPREGO…
FONTE:MARKTESTE
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Portugueses querem menos desemprego Se o Pai Natal pudesse realizar este desejo, a diminuição da taxa de desemprego seria certamente a melhor prenda para os portugueses. Assim o indicam os resultados de uma sondagem exclusiva realizada no Fonebus para a Marktest.com Notícias. |
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Em sondagem realizada pelo Fonebus, os residentes no Continente com 18 e mais anos foram confrontados com sete objectivos para Portugal alcançar nos próximos anos. Pedia-se aos entrevistados que escolhessem apenas um objectivo a ser alcançado pelo país. A maioria dos inquiridos, 38.9%, referiu que Portugal deveria diminuir a taxa de desemprego, 22.0% indicou que o objectivo a alcançar deveria ser o de diminuir as desigualdades sociais, enquanto 12.0% apostou em conseguir um elevado nível de crescimento económico. Combater o aumento dos preços, proteger o meio ambiente e aumentar as condições de segurança dos cidadãos mereceram preferências próximas (6.5%, 6.4% e 6.0%, respectivamente). Finalmente, um dos grandes objectivos deste Governo, a manutenção do controlo do défice orçamental, foi a escolha de 4.8% dos inquiridos. |
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ABERTA A CAMPANHA ELEITORAL PARA O ZÉ PACÓVIO ACREDITAR
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